Olhar Vazio
Só vencem a Guerra contra o clichê conflitante, “meio cheio, meio vazio”, os que conhecem o limite do próprio copo.
Nós somos ilimitados por dentro.
Somos um “vazio” cheios de espaços,
E cheio de coisas ao mesmo tempo.
Além de todos aqueles pontos
brilhantes e ardentes no céu,
existe o formidável vazio,
que é sempre reciproco
na troca de olhares.
Formidável vazio,
que é cheio de tudo,
que é cheio de nada.
E assim,
como a personificação
do universo,
vivemos,
descobrindo o infinito,
neste finito tempo.
O amor nos transforma, nos faz viver momentos lindos,mas quando termina, só fica o vazio e as lembranças dos tempos felizes ao seu lado.
Precipício
Parte 01: bservação do Vazio.
Daqui a vista é bem vista,
E a visão não é mais turva:
Daqui o mundo tem explosão balística.
Só se arrisca quem erra a curva.
O paraíso é como um sonho,
Não exponho os meus medos.
E a dor do abandono,
Já corroeu os meus desejos.
Não quero mais ficar aqui
Mesmo sem ter pra onde ir.
Não quero mais existir,
Mas não quero perder o fim...
Mas não quero me perder no fim...
Não quero que seja o fim!
Enfim... Fique por mim!
Enfim... Siga assim...
Mesmoooo!
Parte 02: Escolha do Ato.
Agora o frio me abraça,
Me enlaça como uma forca.
As minhas forças somem de graça ,
E isso só me ameaça...
Não sei como agir.
Nem pra onde ir...
Mas não quero ficar aqui!!!
Não sei como fugir,
Nem sei como fingir...
Mas não quero ficar aqui!!!
Parte 03: Últimas memórias.
Sinto o vento cortar o meu rosto,
E o meu corpo sem movimentos.
Sinto o meu ar saindo aos sopros,
Absorto nos meus pensamentos.
O meu tempo tá ficando curto,
E não curto essas emoções,
Minhas memórias em curto-circuito
Só aumentam as minhas aflições.
Meu coração lateja,
Na peleja,
E na certeza do meu destino.
Não há incerteza,
Vejo a moleza,
Do meu corpo franzino.
A minha última visão,
Se enevoa por um segundo...
O meu coração,
Bate mais forte,
E a morte,
Será mais que tudo!
Não quero mais ficar aqui,
Mesmo sem ter pra onde ir...
Não quero mais existir,
Mas não quero perder o fim...
Mas não quero me perder no fim...
Não quero que seja o fim!!!
Tsharllez Foucallt
A Sombra Livre vs O Peso das Escolhas
Aquele vazio do lugar
Me mantém aprisionado
As correntes que me grudam lá
Não detém o meu desejo de refugiado.
Sei que estou "acordado",
Mesmo assim o meu corpo falha
Tentando vencer a batalha
Da qual eu já estou derrotado.
A ferrugem corrói as correntes
E meu corpo quase dormente
Grita no fim que devo reagir.
Na minha frente movendo-se em ondas
Aquelas malditas e asquerosas sombras
Querem a todo custo me coagir.
Reluto tentando não desisti
Olhando as pressas muito atordoado.
Todos que ali estão acorrentados
Se esforçam para não me verem insistir.
Eu tento então proceguir.
Vejo o teto como se fosse o véu,
Mas acredito que aquele céu
Não consiga mais me manter aqui.
Ergo o meu corpo decrépito e frágil
Sob os protestos que me acusam de plágio
Tentando sair daquela caverna.
Agora serei totalmente hábil
Cruzando entre eles, serei ágil,
E passarei para a vida "eterna".
Daqui de cima vejo todos moribundos,
E grito que são fantoches projetados.
São como sombras de seres desprezados
Subjugando-se todos a cada segundo.
Criaturas de corpos imundos
Nunca passaram de seres pecadores.
Atacam nas chagas, nas dores,
Rasgando as feridas até aos fundos.
Essa visão me dilacera
Até o coração acelera
E o meu estômago embrulha inteiro.
O mundo não passa de uma grande quimera
Controlado por grandes bestas e feras,
Abusando dos sofrimentos de terceiros.
Há tantas cores que me sufocam,
Gostaria de voltar para lá, dentro.
Até volto, mas assim que entro,
Vejo que as sombras me provocam.
Os olhares que agora elas trocam,
É que gargalham de ironia comigo.
Vendo que agora sou o meu próprio inimigo,
Então mais medo em mim, elas colocam.
Sento, ponho as correntes novamente.
A minha mente quase que inconsciente
Me relembra a minha eterna luta.
Sei o quanto eu fui inconsequente
E agora deitado com o corpo quente
Quero que a morte seja minha última disputa.
Os meus olhos vão se fechando rápido demais.
A sombra que se deita sobre mim me assombra cada vez mais.
Tsharllez Foucallt
O Tempo
Na maior parte do tempo,
é do tempo que sou feito,
do vazio, cheio ou imperfeito,
Na maior parte do tempo.
Horas, minutos e segundos.
Como se vazio, o peito,
em demasia, o deleito,
em transe e moribundo.
Na maior parte do tempo;
No vazio me aprofundo,
e me toma o passatempo.
Num mergulho profundo,
vagueio contra o tempo,
ansioso e nauseabundo.
Plenitude
És vazio, aquele que veste-se de soberba; é aprendiz, aquele que se preenche com silêncio atento.
INEXISTÊNCIA
0 Vazio, um vácuo , aquele vão que jamais será preenchido. É como estar vagando no espaço sideral sem proteção alguma!
Essa é a sensação da inexistência de um pai.
0888/22
somos oque somos e somos
perfeitos aos nossos olhos.
Esperar é algo vazio no nosso tempo,
viver e viver o nosso tempo sem desperdiçar.
Ser feliz é tão simples que parece singular.
tão precisa quanto ao tempo,
tão exata como o momento ela se vai . .
O vazio, a escuridão, é o inicio de um novo amanhecer, haverá luz depois das trevas, e o colorido surgirá.
Primeiro você se acostuma com o espaço vazio na cama e com a casa organizada... Mas, aí você conhece alguém que faz você desejar toda aquela desorganização de volta e a se acostumar de não ter mais a cama só para você... É um tipo de desorganização e "incômodo" que faz bem. É um estresse que faz falta...
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