Olhando o Mar

Cerca de 1277 frases e pensamentos: Olhando o Mar

Foi como o SOl olhou para o mar...
e disse: deixe-me beijar sua alma que sua boca beija qualquer um..

..

Inserida por ssolsevilha

Da beleza do mundo só restou teus olhos para admirar, só tua boca, teu mar.

Inserida por MagaiverW

Triste Guarujá.
Boa parte do prazer de olhar o mar, andar no calçadão da Praia de Pitangueiras e curtir essa beleza com que o Guarujá foi presenteada por Deus está se perdendo pelo desprazer de sentir o cheiro de fritura emanado dos carrinhos de comidas, que são verdadeiros restaurantes nas areias.
Esse cheiro se espalha pela areia e atinge os prédios que são barreiras que impedem a dissipação.
Uma ligeira olhada mostra que se vende de tudo na praia sem o menor controle.
É triste olhar para cadeiras e guarda-sóis velhos, rasgados e desbotados, bicicletas largadas na areia, barracas de todos os tipos, de sermos obrigados a que conviver com atendentes mal vestidos que cheiram bebida barata, carros velhos e podres estacionados de qualquer maneira na avenida da praia, e finalmente saber, que tudo isso nos é impingido por pessoas privilegiadas por alvarás distribuídos sem critério, transferências e licenças obtidas por favores políticos e perceber nitidamente que jã não basta dizer que Guarujá não é a mesma.
Está irreconhecível e tristemente nivelada tão por baixo que certamente provocará com o tempo novo êxodo que vai rebaixar ainda mais a outrora Pérola do Atlântico.

Inserida por marinhoguzman

Suas palavras, não entendo; A beleza, admirável; Teu silêncio, uma tortura; Seus olhos, um mar aberto seduzindo a mergulhar cada vez mais profundo para enfim encontrar a razão em meus pensamentos.

Inserida por andrelluiix

Meus pés marcam a areia do beira-mar, olho pro céu e lá quero pisar, As marcas no meu coração são os passos de amar... Igor Brito Leão (essa eu era criança)

Inserida por IGORBRITOLEAO

Olho a linha
que espia a retina do mar
espero, espero, espero
e de tanto esperar em vão
um dia tarde demais
descobri que na escrituras
dos rebentos das ondas
estava escrito
que à nascença tinha sido
condenado pois
alma alguma me irá amar

Inserida por FilipeMarinheiro

Eu queria poder ser...
Aquela pequena garota olhando o mar,
Aquele palhaço olhando o luar,
Este arco-íris brilhando o céu inteiro
Ou até mesmo um eu verdadeiro.

Inserida por mari1112

EU OLHEI PARA O CÉU
EU OLHEI PARA O MAR
QUEM LER E NÃO CURTIR
TEM 7 ANOS DE AZAR

Inserida por catariny

"Quero navegar em teus sonhos,
despertar em seus olhos,
sentir um mar de
emoções à
tomar conta
do meu corpo,
que pronto
está para
lhe amar,não
só hoje,
mas pela
vida inteira..."

escrito às 17:16 hrs
29.06.2014

Inserida por TatiBellaOliveira

"SERRA DO MAR DO PARANÁ"

Um poema à Serra do Mar

Não olho desta vez meu jardim querido
Vejo a Serra do mar,d’uma cor intensa ametista
Vejo os trilhos do trem serpenteando
e toda a beleza do abismo ao lado
Olho a cena de beleza rara e brutal
Embaraça-me a vista!

E vejo lá,tão distante,na imensa luz,
um pássaro de vôo parado
vejo a serra pelos olhos do luar.
E o enigmático artista
Me mostra um futuro,Num instante
O quadro desolado,melancólico.
D’um futuro,muito,muito próximo a chegar
Vejo,olho o cenário...O anjo evangelista.

Não muito tempo depois retorna o misterioso artista
Que admiro primeiro,sua ousadia
Falando-me com uma voz melancólica
Alertando-me das doenças,da fome e sede,
Sede de vingança,
das guerras por terras
de doenças das crenças sem crenças
Admiro também esse majestoso artista
d’um passado não distante.
estou sombria a orar
nas horas do sol se por terra abaixo
A sim,o Todo Poderoso,e a mais de todas a pura perfeição
É um Artista verdadeiro
E vejo lá,tão distante,na imensa luz,
Ainda um pássaro de voo parado.

Inserida por DraJaneRebello

O caminho do mar...
Olhando a rede
e imaginando o redor,
atravesso florestas
e encontro o caminho do mar.
Vou para tão longe
que muitas vezes,
não imagino como voltar.
Não é necessário
ser marinheiro,
mas é preciso gostar do mar
para poder velejar.
Que o barco,
seja apenas a rede
que balança com o vento,
mas a viagem,
deve ser muito especial
nesse viajar no pensamento.

Inserida por erotildesvittoria

O sorriso...
Quando o mar
dos teus olhos encheu,
alagou minha alma
ao sentir tua dor.
Tentei abraçar teu coração,
mas na distância,
meus passos pareciam
nunca atingir a rapidez
que se fazia necessária.
Minhas asas estavam quebradas
e meu voo,
se tornou impossível.
Caminhei durante toda a noite
guiada por algumas estrelas
e ao raiar do dia,
bati em tua porta
que estava aberta.
Parei ali
e vi um belo sorriso
em teu rosto cansado
daquilo que te fez doer,
mas dizendo que tudo
pertencia ao ontem
e que o ontem,
não existia mais,
acabava de morrer.

Inserida por erotildesvittoria

Quando o mar
dos teus olhos encheu,
alagou minha alma
ao sentir tua dor.

Inserida por erotildesvittoria

"Fez- se mar...
Das gotas que despejei a por ti chorar.
Ao abrir meus olhos me deparei com o sol.
Me iluminou, me reluziu.
Do mar evaporou cada gota que hoje tempestade se faz.
Das gotas que por mim, tu estais a chorar."

Inserida por chrisllyohara

NO MAR DOS SEUS OLHOS

Naquele imenso azul(da cor do mar) dos olhos dele eu poderia mergulhar,mergulhar,mergulhar e jamais me afogar.Eu poderia me perder e nunca mais querer voltar!

Inserida por VIVIZINHA2013

Deus é extensão de TUDO,
onde meus olhos não alcançam....
Sou mar de arrepios na tua presença...

Dolce Bárbara

Inserida por ade2011

e um olhar perdido é tão difícil de encontrar
como o é congregar ventos dispersos pelo mar

Inserida por Marialins

PERDOANDO DEUS.

Eu ia andando pela Avenida Copacabana e olhava distraída edifícios, nesga de mar, pessoas, sem pensar em nada. Ainda não percebera que na verdade não estava distraída, estava era de uma atenção sem esforço, estava sendo uma coisa muito rara: livre. Via tudo, e à toa. Pouco a pouco é que fui percebendo que estava percebendo as coisas. Minha liberdade então se intensificou um pouco mais, sem deixar de ser liberdade. Não era tour de propriétaire, nada daquilo era meu, nem eu queria. Mas parece-me que me sentia satisfeita com o que via.

Tive então um sentimento de que nunca ouvi falar. Por puro carinho, eu me senti a mãe de Deus, que era a Terra, o mundo. Por puro carinho mesmo, sem nenhuma prepotência ou glória, sem o menor senso de superioridade ou igualdade, eu era por carinho a mãe do que existe. Soube também que se tudo isso "fosse mesmo" o que eu sentia - e não possivelmente um equívoco de sentimento - que Deus sem nenhum orgulho e nenhuma pequenez se deixaria acarinhar, e sem nenhum compromisso comigo. Ser-Lhe-ia aceitável a intimidade com que eu fazia carinho. O sentimento era novo para mim, mas muito certo, e não ocorrera antes apenas porque não tinha podido ser. Sei que se ama ao que é Deus. Com amor grave, amor solene, respeito, medo e reverência. Mas nunca tinham me falado de carinho maternal por Ele. E assim como meu carinho por um filho não o reduz, até o alarga, assim ser mãe do mundo era o meu amor apenas livre.

E foi quando quase pisei num enorme rato morto. Em menos de um segundo estava eu eriçada pelo terror de viver, em menos de um segundo estilhaçava-me toda em pânico, e controlava como podia o meu mais profundo grito. Quase correndo de medo, cega entre as pessoas, terminei no outro quarteirão encostada a um poste, cerrando violentamente os olhos, que não queriam mais ver. Mas a imagem colava-se às pálpebras: um grande rato ruivo, de cauda enorme, com os pés esmagados, e morto, quieto, ruivo. O meu medo desmesurado de ratos.

Toda trêmula, consegui continuar a viver. Toda perplexa continuei a andar, com a boca infantilizada pela surpresa. Tentei cortar a conexão entre os dois fatos: o que eu sentira minutos antes e o rato. Mas era inútil. Pelo menos a contigüidade ligava-os. Os dois fatos tinham ilogicamente um nexo. Espantava-me que um rato tivesse sido o meu contraponto. E a revolta de súbito me tomou: então não podia eu me entregar desprevenida ao amor? De que estava Deus querendo me lembrar? Não sou pessoa que precise ser lembrada de que dentro de tudo há o sangue. Não só não esqueço o sangue de dentro como eu o admiro e o quero, sou demais o sangue para esquecer o sangue, e para mim a palavra espiritual não tem sentido, e nem a palavra terrena tem sentido. Não era preciso ter jogado na minha cara tão nua um rato. Não naquele instante. Bem poderia ter sido levado em conta o pavor que desde pequena me alucina e persegue, os ratos já riram de mim, no passado do mundo os ratos já me devoraram com pressa e raiva. Então era assim?, eu andando pelo mundo sem pedir nada, sem precisar de nada, amando de puro amor inocente, e Deus a me mostrar o seu rato? A grosseria de Deus me feria e insultava-me. Deus era bruto. Andando com o coração fechado, minha decepção era tão inconsolável como só em criança fui decepcionada. Continuei andando, procurava esquecer. Mas só me ocorria a vingança. Mas que vingança poderia eu contra um Deus Todo-Poderoso, contra um Deus que até com um rato esmagado poderia me esmagar? Minha vulnerabilidade de criatura só. Na minha vontade de vingança nem ao menos eu podia encará-Lo, pois eu não sabia onde é que Ele mais estava, qual seria a coisa onde Ele mais estava e que eu, olhando com raiva essa coisa, eu O visse? no rato? naquela janela? nas pedras do chão? Em mim é que Ele não estava mais. Em mim é que eu não O via mais.

Então a vingança dos fracos me ocorreu: ah, é assim? pois então não guardarei segredo, e vou contar. Sei que é ignóbil ter entrado na intimidade de Alguém, e depois contar os segredos, mas vou contar - não conte, só por carinho não conte, guarde para você mesma as vergonhas Dele - mas vou contar, sim, vou espalhar isso que me aconteceu, dessa vez não vai ficar por isso mesmo, vou contar o que Ele fez, vou estragar a Sua reputação.

... mas quem sabe, foi porque o mundo também é rato, e eu tinha pensado que já estava pronta para o rato também. Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu quero amar o que eu amaria - e não o que é. É porque ainda não sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele. É também porque eu me ofendo à toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. É porque sou muito possessiva e então me foi perguntado com alguma ironia se eu também queria o rato para mim. É porque só poderei ser mãe das coisas quando puder pegar um rato na mão. Sei que nunca poderei pegar num rato sem morrer de minha pior morte. Então, pois, que eu use o magnificat que entoa às cegas sobre o que não se sabe nem vê. E que eu use o formalismo que me afasta. Porque o formalismo não tem ferido a minha simplicidade, e sim o meu orgulho, pois é pelo orgulho de ter nascido que me sinto tão íntima do mundo, mas este mundo que eu ainda extraí de mim de um grito mudo. Porque o rato existe tanto quanto eu, e talvez nem eu nem o rato sejamos para ser vistos por nós mesmos, a distância nos iguala. Talvez eu tenha que aceitar antes de mais nada esta minha natureza que quer a morte de um rato. Talvez eu me ache delicada demais apenas porque não cometi os meus crimes. Só porque contive os meus crimes, eu me acho de amor inocente. Talvez eu não possa olhar o rato enquanto não olhar sem lividez esta minha alma que é apenas contida. Talvez eu tenha que chamar de "mundo" esse meu modo de ser um pouco de tudo. Como posso amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho de minha natureza? Enquanto eu imaginar que "Deus" é bom só porque eu sou ruim, não estarei amando a nada: será apenas o meu modo de me acusar. Eu, que sem nem ao menos ter me percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar de Deus. Eu, que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo não me escandalizasse. Porque eu, que de mim só consegui foi me submeter a mim mesma, pois sou tão mais inexorável do que eu, eu estava querendo me compensar de mim mesma com uma terra menos violenta que eu. Porque enquanto eu amar a um Deus só porque não me quero, serei um dado marcado, e o jogo de minha vida maior não se fará. Enquanto eu inventar Deus, Ele não existe.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.
Inserida por PAULOVALENTIM

Gostava de ouvir Vivaldi
Era como olhar o mar
Sua constância
Seu ir e vir.
Calmaria, agitação
Sempre compassado
Constante nas inconstâncias
Qual as cordas do violino
Acariciadas pelo arco
Ao sabor do artista passa da
Calmaria à agitação
Sem perder a suavidade,
A beleza, o esplendor.
A beleza da sua música ou do mar
Não a deixava alegre ou triste
Só em paz!

Inserida por elianemariacorreia19

Olhar para o alto
e agradecer...
pelo pão
pelo irmão
pela água
pela mágoa
pelo mar
pelo olhar
pela dor
pelo amor...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

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