Oi tudo bem
Você vai viver tudo aquilo que Deus preparou para ti. Você vai ser tudo aquilo que está dentro do seu propósito. Não importa se muitos acham isso grande demais para ti. Deus sabe que você tem capacidade de conseguir.
Lutar contra a contrariedade é, de fato, uma batalha desafiadora. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle é um exercício de humildade e paciência. Muitas vezes, é preciso sabedoria para discernir entre o que podemos mudar e o que devemos aprender a suportar.
O que é o amor?
Creio que o amor pode ser encontrado em tudo: no olhar curioso de uma criança, no esplendor de um pôr do sol único, em uma palavra de afeto ou nos pequenos gestos que carregam significado. No entanto, se fosse preciso defini-lo, eu diria:
"O amor é o encontro inesperado entre o pulsar do coração e a eternidade de um instante, onde o "eu" se dissolve para dar lugar ao "nós".
A vida é curta demais para não aproveitar tudo o que ela tem a oferecer. Viva intensamente, priorize o que realmente importa e valorize quem merece estar ao seu lado. E, acima de tudo, ame-se e cuide de si mesmo.
DOIS PESARES
Todo mundo tem dois pesares:
tudo o que deixou de fazer
e tudo o que não deveria ter feito.
Tudo o que você tenta já é tentação, porque tentar, no fundo, é duvidar do que já é seu por direito.
E agora, Narciso?
E agora, Narciso, o que restou?
Do narcisista que tudo ofuscou?
Sob holofotes, tua autoimagem inflada,
Agora se apaga, luz já desmoronada.
Sabedoria vendida por cabotino,
Tatuada na epiderme do destino.
Teu monopólio de tirania e poder,
Ruiu no circo que insistias erguer.
Arrogância boçal, prepotência vazia,
Mordomias trocadas por trevas e agonia.
As arbitrariedades, as violações,
Os direitos humanos, tuas agressões.
Asseclas sumiram, restou a sarjeta,
O rei sem trono vaga na espreita.
Desprovido, amador, vaidoso e aloprado,
Isolado no casulo, esquecido e apagado.
Palhaço sem plateia, teu barulho cessou,
A paixão excessiva pelo eu te matou.
Falso brilho, privilégio que se desfez,
Um leão sem dente no desterro outra vez.
Desterro, ostracismo, exclusão e abandono,
Teu nome é desprezo, um verbo sem dono.
De verme a vulgar, de grande a vazio,
Na sarjeta da vida, teu último pavio.
E agora, Narciso, sem poder, sem alarde,
Quem és no silêncio? Quem és na verdade?
Um rei sem trono, apagado, insignificante,
Eterna lembrança de um eco distante.
Cá estamos, minha querida. O fim de tudo. A última página da nossa história.
“Em cada anoitecer Deus pinta uma nova tela no Universo, flores, cores, amores…
Tudo Ele faz para engrandecer a Sua Criação e enfeitar nossos olhos de luz e alegria, de beleza e encantamento!
Deus nos conduz pelos caminhos da luz s pinta de esperança cada pedacinho do mundo!”
Gostaria de ter você sobre os meus braços, sentir o seu cheiro e te abraçar. Falar tudo o que sinto, sem ter medo de ser julgado.
Seu olhar me encanta e seu sorriso aquece meu coração. E cada momento que passo ao seu lado, é o que faz meu dia ter valido a pena.
Quando eu tinha vinte anos, minha história havia sido contada
Eu estava escrevendo sobre tudo o que via antes de mim
Tenho meus amigos comigo e eles me apoiam
E se não nos encontrarmos antes de eu partir
Espero ver vocês mais tarde
Logo, terei trinta anos
viajaremos ao redor do mundo e ainda estaremos vagando
Ainda estarei aprendendo sobre a vida
Minha esposa me dará filhos
Então eu poderei cantas músicas e contas histórias
A maioria dos meus amigos ainda estarão comigo
E alguns eu tive que deixar para trás, ainda sinto muito
Logo, terei sessenta anos
Meu pai viveu até sessenta e um
Eu espero que meus filhos me visitem uma ou duas vezes no mês
Eu pensarei que o mundo é frio? Ou terei filhos para me aquecer?
Há um pacto ancestral nas veias ocultas do mundo, onde nada se perde, mas tudo muda. A essência, velha viajante, veste novas peles ao longo de sua jornada, movendo-se entre o murmúrio e o clamor. Onde o ritmo se acelera, algo cede, como quem entrega o próprio espaço para que o fluxo siga seu curso. Em gargantas estreitas, o impulso cresce, desafiando os limites do contido, enquanto o equilíbrio nunca é alcançado, apenas sugerido, como uma promessa sussurrada ao vento.
Nas curvas indomáveis, no entrelace do visível com o inominável, o que se oferece também se recolhe, e o que se comprime desabrocha, num ciclo que escapa aos olhos, mas toca a alma. O movimento não é imposição, mas acordo: o vazio o guia, a queda o chama, e a resistência o molda. Nada é fixo, mas tudo pulsa em harmonia secreta, como se o universo, cúmplice e silencioso, afinasse cordas invisíveis, criando uma melodia que poucos ouvem.
Na fluidez, o caos beija a ordem, e o eterno se revela efêmero. As forças brincam, trocando máscaras, negociando territórios, enquanto a energia, imutável em sua essência, dança entre formas que nascem e morrem, lembrando que tudo é troca, e nada se desfaz. O segredo não está naquilo que vemos, mas no que sentimos nas dobras do invisível. Assim, o mundo respira, e nós, meros observadores, seguimos seu ritmo, sem nunca compreender plenamente a música que o rege.
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