Oi tudo bem
A exceção está no Padrão. Injustificáveis por natureza, na redoma do "tudo posso". O padrão não muda, não tem narrativas. O triângulo está nas entrelinhas, obviamente claro a quem observar.
Admiração e contatos é o plausível egoico.
A satisfação está na capacidade da limitrocidade do outro demorar a entender.
O homem vive sob um pacto silencioso: suportar tudo e não reclamar de nada. Desde cedo, aprende que sua dor não importa, que fraqueza é vergonha e que pedir ajuda é quase um crime. Cobram dele força, estabilidade, solução — mas ignoram completamente o que ele sente.
Quando cai, é julgado. Quando falha, é descartado. Quando sofre, é mandado engolir seco. Seu valor não está em quem ele é, mas no que consegue entregar.
No fim, o homem não é visto como humano, mas como ferramenta. E quando quebra, simplesmente substituem.
Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um “dia do nada”.
Um dia sem culpa.
Sem cobranças.
Sem relógio.
Sem a obrigação de ser produtiva o tempo todo.
Um dia para respirar.
Para silenciar a mente.
Para descansar o coração.
Pensar em nada.
Fazer nada.
Apreciar vários e vários nadas…
Porque nem todo descanso é perda de tempo. Às vezes, o maior ato de autocuidado é simplesmente permitir-se existir, sem precisar provar nada a ninguém.
E, curiosamente, é justamente depois desses dias que a alma volta mais leve, a mente mais clara e a vida faz sentido outra vez.
(Aline M. Abdalah)
Tenha bom gosto para sabe diferenciar, que é bom e quem é mau porque hoje em dia tudo virou sinônimo de maldade, até mesmo a bondade.
