Oi tudo bem

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Às vezes eu paro e penso em tudo que vivi e onde cheguei com meu filho, puts conseguimos ...mas ainda temos muito a caminhar...nossos sonhos nunca acabam..nossos objetivos sempre estarão se renovando...isso é estar vivo...isso é viver...isso é amar viver !!!!

Tudo na vida é uma questão de ponto de vista...os OTIMISTAS encaram desafios a serem superados e tentam encontrar soluções...os PESSIMISTAS encaram tudo como problemas e estão sempre reclamando !!

⁠E quando o fim chegar, onde não restar mais nada e tudo for jogado no grande abismo.
Onde o caos superou tudo e destruiu as pequenas chamas, restando somente o vazio.
Lá estarei de pé, resquícios do que fui, do que poderia ser, somente eu e meu eterno nada.

⁠Brilhe. Brilhe com tudo que tem, com tudo que você é. Mostre toda sua capacidade, ilumine aqueles ao seu redor, seja luz, seja mais... Não tenha medo do fogo, incendeie...

No fundo no fundo, o que você escreve pode até tocar o outro mas não se esqueça, acima de tudo, você escreve para você.

Despedida a Isabel
Minha mui querida Isabel,
despeço-me — não apenas de vós,
mas de tudo aquilo que em vós encontrei
e em mim se perdeu.
Há muito percebo
o peso de minha presença em vossa vida,
como se meu amor vos fosse fardo,
e não abrigo.
E eu, que vos amei em silêncio e constância,
aprendi a ler nos gestos ausentes:
no rosto que se volta,
nos beijos contados,
na ternura que não mais floresce.
Assim, pouco a pouco,
fui me tornando sombra de mim mesmo,
habitando um vazio onde outrora
vivia esperança.
Se errei — e sei que errei —
não foi por desamor,
mas por não saber amar melhor
quem sempre foi tudo para mim.
Perdoai-me, pois,
se vos causei dor;
carrego comigo a culpa
e a devoção que jamais cessou.
E assim parto —
não de vós apenas,
mas do que fui
quando ainda havia nós.

"[...] E se tudo o que conhecemos for apenas um fragmento do todo?" Trecho extraído do livro: #ACHAVE, por Bruno Barreto.

"Seu livro na gaveta é tudo o que um dia eu sempre quis ler. Seu rascunho descartado é um pedaço da minha história que ninguém nunca me contou. Aquilo que você deixou de escrever... Me fez menos leitor..." Escreva, por favor.


Carta aos que ainda sonham em fazer livros. Por Bruno Barreto.

⁠Tudo o que amamos profundamente torna-se uma parte de nós.

Quando dedicamos um profundo amor a algo ou alguém, essa conexão transcende as fronteiras do simples apreço, tornando-se uma parte intrínseca de nossa essência. Os sentimentos intensos que nutrimos geram uma fusão entre o objeto do nosso afeto e a nossa própria identidade, criando laços indissolúveis que moldam quem somos.
É como se a energia emocional que investimos em nossas paixões e afeições se fundisse com a nossa própria essência, integrando-se ao tecido da nossa existência. Essa interligação emocional não apenas influencia nossas escolhas e ações, mas também molda a forma como percebemos o mundo ao nosso redor. O que amamos profundamente deixa uma marca duradoura, uma impressão que perdura mesmo nas complexidades da vida cotidiana.
A ideia de que aquilo que amamos se torna uma parte de nós reflete a profunda interconexão entre emoções e identidade. Essa fusão de sentimentos e experiências contribui para a nossa jornada pessoal, moldando a narrativa da nossa vida de maneiras que só o verdadeiro amor e apreço podem fazer. Portanto, ao investirmos nossos sentimentos mais profundos, estamos, de certa forma, esculpindo as linhas do nosso ser com as cores vibrantes daquilo que valorizamos e amamos intensamente.

Parabéns a todas as mulheres nesse 8 de março !

Tudo
que eram brasas
foram convertidos
em águas vivas...⁠

Passarinho, me perdoe se, em algum momento, eu não consegui te oferecer tudo o que sonhei para nós. Nada disso foi por falta de amor ou de vontade. Me perdoe por não ter conseguido manter nossa família unida. Nada disso foi de propósito, nem o que planejei. Nunca quis te dar menos do que merecia. Flor, que o mundo não transforme em ausência e frieza definitiva o amor que um dia brotou de verdade entre a gente. Rezo todo dia para que a vida não apague de vez o carinho e o afeto que cultivamos e que floresceram tão bonito entre nós, e que o tempo respeite com delicadeza o que compartilhamos.

O vazio que ficou na casa parece o reflexo de dentro do peito. Mesmo igual, tudo mudou: até a densidade do ar da casa mudou e ficou mais pesada e sufocante. O mesmo chão que antes era sólido, às vezes parece movediço. Todos os nossos sonhos e risos deram lugar a um silêncio que antes acalmava e era apreciado, mas que agora virou ensurdecedor e confuso.
Quando o "nós" deu lugar ao "eu", o mundo – tanto interno quanto externo – mudou de forma. Parece que ficou mais difícil se entender e viver a partir de agora. O ambiente ficou mais amedrontador e traiçoeiro. Será que tudo que a gente viveu não era real?
Esse fim gentil parece pior e mais difícil de suportar, pois eu não tenho nenhum sentimento ruim para me apegar. Eu não consigo desejar o mal, não guardo nenhum rancor, apenas ressentimento. Como se segue a partir disso, sem nada? Como se supera ou se convive com essa loucura? Juro, eu achava que fosse mais fácil...
A estrutura do espaço, dos planos, a forma de se enxergar: sem a presença dela, perderam a cor, o sabor, o cheiro. O que antes era lar virou um espelho. E ficar cara a cara só contigo mesmo, com as lembranças, com o que poderia ter sido, é muito doloroso.
Será que nomear o sentimento reduzirá um dia o poder que ele tem sobre mim? Será que criar novos rituais me ajudará a reencontrar o "nós"? Ou, mesmo vivo, ele foi embora para nunca mais voltar? Como achar a saída desse labirinto? Existe alguma lente para me localizar no eco da ausência?

A crítica devora absolutamente tudo, inclusive a si própria

Nem tudo que pesa te pertence. Carregue só o que te fortalece. Recomeçar é um ato de coragem.

Nem tudo vale a pena manter. O que te faz crescer, sim. O resto, deixe. Recomece quantas vezes for preciso.

Questione tudo, mas não desconfie de tudo.
O equilíbrio está em observar, comparar e esperar, não em acreditar cegamente nem em rejeitar tudo.

O ignorante consciente estuda o nada e descobre o tudo.
O sábio arrogante estuda o tudo e entende o nada.

A vida é feita de contrastes.
Há momentos em que tudo parece incrível, e outros em que o mundo pesa demais.
Há dias em que o sol brilha forte,
e dias em que até a luz parece cansar.
Horas em que sorrimos sem motivo,
e outras em que o silêncio nos ensina a chorar.
A vida é assim, um equilíbrio frágil entre o belo e o doloroso.
Às vezes, ela nos coloca diante de alguém que nos fere,
para que possamos entender mais sobre ela… e sobre nós mesmos.
Mas também, de forma silenciosa,
ela te mostra alguém maravilhoso que sempre esteve ali, bem ao seu lado, alguém que te ensina, com gestos simples, como a vida deve ser realmente vivida.
Afinal, a vida é assim.

⁠Já não sei se poeta sou, mera trovadora ou uma simples rabiscadora. O que sei é que tudo isso me enriquece, alegra e sigo em direção ao por do sol. Vou percebendo toda a alquimia que se faz enquanto a brisa toca só para mim, e aqui, aos meus pés em versos jaz...

Não chore o momento de um adeus,
ele faz parte inseparável da vida,
ela traz e leva tudo de repente
e transforma o que deseja em despedida...