Oi tudo bem

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O amor
A flor
O beija-flor

O homem
A mulher
O bem-te-vi

O barro
A água
O joão-de-barro

O chão
A violeta
A borboleta

O sol
A lua
A presença sua

Vai devagar. Faz bem ser como sombra fresca em meio ao calor da vida (Nelson Locatelli, escritor de Foz)

depois da porta (DC referência)


Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.


Talvez por isso eu tenha ficado.


Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.


Eu conheço esse lugar.


É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.


Eu tentei transformar isso em orgulho.


Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.


Mas o corpo não entende discursos.


O corpo lembra.


Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.


E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.


Não como memória.


Como presença.


É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.


Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.


Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.


Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.


Não quero.


Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.


Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.


Talvez seja isso que assusta.


Não amar.


Ser conhecido.


Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.


E eu sinto.


Sinto até quando finjo que não.


Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.


Será justamente porque lembrei.


Porque existem pessoas que a gente supera.


E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.


Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.


E talvez eu ainda esteja ouvindo.


Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:


fica.


Não precisa me salvar.


Só não solta agora.

Ouça todos os lados se quer conhecer a verdade. Mas cuidado: uma mentira bem contada pode soar mais convincente do que a própria verdade.

⁠Nos tempos não consumidos

Bem que a gente poderia falar de amor

Mas os melhores hão de ser vívidos

Seja lá onde for bem-vindo.

Matheus Ruiz

"O conceito de 'cidadão de bem' foi totalmente atualizado e o respeito foi com Deus!
O pessoal diz que defende a família, mas bate palma para preconceito, mentira, racismo e negacionismo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Se Jesus resolver voltar agora, Ele não vai precisar nem julgar ninguém, vai apenas olhar para essa bagunça e pedir para o Universo reiniciar do zero!"⁠

eu tô bem.

Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.


Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.


E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.


Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.


Mas uma hora a gente entende.


Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.


Então, sim, eu tô bem.


Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.


Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.


E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.


Eu tô bem.


E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.

Bem-vindo, amor


Bem-vindo, amor
que acalma...
traz paz pra alma...
A poesia fala por mim
testemunhada por ti...
Bem-vindo, amor
que acaba com o longo inverno,
traz o perfume da primavera...
O calor do verão que aquece meu coração...
Bem-vindo, amor
que faz acreditar
que sempre há uma saída,
que ainda vai chegar o melhor da vida.
Que abre caminhos...
Que constrói portas...
que conserta vias tortas.
Bem-vindo, amor
que faz entender todas as outras partidas.
“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”
Fernando Pessoa

Ouvi falar do metrô de Londres, admirei o trem-bala do Japão, conheço bem o metrô de São Paulo, mas nenhum deles se compara ao velho trem abarrotado de beradeiros que, com sua cadência lenta e barulhenta, fazia parada em Juazeiro do Norte. Era mais que transporte: era encontro, era vida pulsando nos vagões, era o coração do sertão em movimento.


Benê Morais⁠

O único milagre que o falso Messias fez foi a facada sem sangue! Se bem que barata não tem sangue! Mito desmistificado!

O metrô de Londres e o trem-bala do Japão, despertam a atenção do mundo inteiro, conheço bem o metrô de São Paulo, mas nenhum deles se compara ao trem da feira abarrotado de beradeiros que fazia parada em Juazeiro do Norte. Era mais que transporte: era cenário de histórias, risadas e saudades embaladas pelo ranger dos trilhos.


Benê Morais
⁠

O perigo pode estar bem aí, na tela do seu celular.

⁠Marcos 7.6-8: Jesus respondeu: Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: Este povo Me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão Me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens. Jesus não deixou nenhuma duvida nesse tema. Por causa da tradição, anulamos no decorrer da história muitas experiências neotestamentárias. As novas gerações de lideres devem evitar as tradições vãs dos homens, como também as novas doutrinas e os modismos dos novos “apóstolos”. Devemos voltar ao caminho antigo, como certa vez alertou o profeta: Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma. (Jeremias 6.16). Caminharemos no caminho antigo? Ou continuaremos seguindo as tradições de homens? Vamos abraçar as novas doutrinas e modismos ou vamos perseverar na Sã Doutrina? Voltemos a simplicidade do Evangelho.

⁠Deus ama o bem antes de odiar o mal.

⁠Resumo do mal:
O mal não é um princípio positivo, mas a negativa do Bem - Assim como a escuridão é apenas ausência de luz, e o frio a ausência de calor. Deus é Perfeito - portanto, n'Ele não há falta de nada. O Diabo não é mau por ter um mal perfeito, o diabo é mau por ser imperfeito no Bem.

⁠Se fazer uma boa ação em público vai estimular os outros a fazerem mais o bem, então "deixe sua luz brilhar para todos". Não perca a oportunidade de fazer o bem.

Nada tende mais a cimentar o coração dos cristãos do que orar juntos. Nunca eles se amam tão bem como quando testemunham o derramamento do coração um do outro em oração.

Um dia bem vivido é aquele em que a oração nos encontrou, a Palavra nos transformou e o amor nos atravessou.

Se a providência divina lhe concedeu um pastor que maneja bem a Palavra da Verdade e não negocia o Evangelho, gaste um tempo em suas orações intercedendo por ele. Homens assim são raridades em dias de profunda apostasia.

Ouça bem: O fim está decretado: Cristo volta para Sua igreja fiel. Quer o mundo creia, quer zombe, o trono dEle está estabelecido e o Seu povo será recolhido.