Odio que Virou Amor
O perdão é uma economia do coração: poupa a despesa da ira, o custo do ódio e o desperdício das emoções.
Ando escrevendo menos;
Ando sentindo mais;
Não a raiva que deveria ou o ódio que poderia, sentimentos que seriam normais a uma pessoa sã, mas sentimentos substituídos.
Ando me perguntando mais: será que sou normal?
A angústia já passou, a ansiedade permanece;
Uma ânsia de amar;
Agonia de viver;
Um ardor de estar com quem me faz bem.
Ando falando menos, me expondo menos;
Ando amando mais, permitindo-me mais.
Ando falando mais, me expondo mais às pessoas que me dão valor.
Ando correndo menos para que a felicidade me alcance, pois a vida é para ser vivida cada milésimo de segundo, sem pressa;
Assim como se degusta um vinho;
Assim como se prova uma refeição;
Assim como se depura os costumes;
Assim como se purifica a alma e;
Assim como simplesmente e calmamente fazemos amor com uma mulher.
"Ando devagar porque já tive pressa"
O ódio não é um sentimento que se possa confiar realizar seus desejos. Pois odiar não é um verbo que se possa conjugar com a alma pura, mesmo que seja de puro corpo e alma.
É difícil quando você fica tão fora de controle que começa a ser movido por ódio, precisa de álcool e calmantes pra poder parar de se quebrar, quando você quer gritar e não pode, então você começa chorar pra ver se tudo aquilo se converte em lágrimas, e o pior é que não passa.
O ódio, o desejo de vingança e qualquer paixão nos cega, é preciso cuidar e lutar contra o mal de maneira realista e otmista
Ame quem te ama, e ame do mesmo jeito quem te odeia, isso há de deixá-la com mais ódio de você, e haverá um ponto desse ódio se acabar!
Não discuta com o mau, não alimente ódio contra ele; ele terá ódio de seu silêncio, passividade e mansidão.O ódio destrói, e o mesmo o aniquilará
A vida é bela, bela é a vida
A vida fala de alegria,
Mas retrata o ódio de cada dia.
A vida fala e retrata,
Ma não escapa,
Do dia que passa,
E mas violento ficava.
Que o menino amava,
A vida falava,
Que o amor do menino era de lata.
Mas que sucata que a vida tá,
O amor não escapa,
Da tristeza que a vida,
Dá.
Ao contrário das guloseimas o rancor e o ódio ganham mais gosto e mais forma a medida que são mastigados.
