Ódio

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Ódio é o sentimento mais construtivo que existe, mas as pessoas o confundem com a raiva e com a ira.

Nossos inimigos (pessoas que não nos querem bem), possuem o ódio, a inveja, a maldade estampados no olhar...Sendo facilmento notados por nós! Isso nos possibilita viver distante deles ou sempre armados em direção à eles...

O amor quando vira ódio, se torna perigoso, e mata quem a ama.

Leve com você só o que foi bom. Ódio e rancor não dão em nada.

Quando o ódio dominar não vai sobrar ninguém. O mal que você faz reflete em mim também. Respeito é pra quem tem, pra quem tem.

Onde tudo se tornou em vão.
Onde tudo se tornou em ódio.
Onde tudo se tornou em pobreza, caos e tristeza.
Há sempre um lugar onde tudo é pleno e bom.
Basta acreditarmos, basta temos fé, pois está dentro de cada um de nós um herói, um destino e uma vida cheia de incertezas.

No Natal procuremos esquecer as mágoas, as ambições, o ódio, a inveja, a arrogância e as injustiças, levando em conta que podemos crescer na imagem do filho do homem, amando a si e aos outros sem distinções.

APEGO


Amar-te é um tempo de ódio
Odiar-te é meu profundo amor
Estar nos teus braços é uma vitória rara
Afastar de você é ir de encontro ao fim,

Enterrei-me nos teus pequenos olhos
Infiltrei-me no teu sorriso
Corri para quem me abraçar
Menti para vontade do sofrer,

Cansaço, vazio e exploração!
Porcaria de vida, rica destruição;
Índios inventando nome de gente
Gente que jamais chegou a ser índio.

Troque o ódio pela indiferença, assim estará dando menos ibope para o que não gosta.

Tomadas pelo ódio, as mulheres são mais perigosas que os homens; antes de mais nada porque, uma vez despertado o seu sentimento hostil, não são freadas por nenhuma consideração de justiça, deixando o seu ódio crescer até as últimas consequências; depois porque são exercitadas em descobrir feridas (que todo homem, todo partido tem) e espicaçá-las: no que sua inteligência, aguda como punhal, presta-lhes um ótimo serviço (ao passo que os homens, vendo feridas, tornam-se contidos, são com frequência generosos e conciliadores).

Friedrich Nietzsche
100 aforismos sobre o amor e a morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

O pior cego é aquele que além de não querer vê tem ódio e inveja de quem vê e na menor oportunidade fura os olhos de quem vê.

O verdadeiro problema da humanidade é a indiferença. A violência, os crimes, a pobreza, o ódio, os políticos safados colocados no poder e a ignorância são só as consequências.

Fiz da decepção um hobby, da ilusão uma fantasia, do sonho uma conquista, do ódio uma mentira, da felicidade um reino, do sorriso uma conselheira, do pensamento uma dádiva, da solidão a minha melhor amiga, do amor o meu pior defeito e de ti uma lembrança.

(...)
Não há amor,não há ódio,
eu os deixei lá pra você pegar...
Mas saiba que cada palavra era um pedaço do meu coração.
Você tem sido o sangue nas minhas veias
A única que sabe o meu sobrenome
E os sorrisos vieram fáceis por sua causa.
Você sabe que eu te amo,
mas eu te odeio,
porque sei que nunca conseguirei escapar de você.
Então deixe o coro cantar
porque hoje a noite eu sou uma presa fácil
(...)

Acreditem amor e ódio andam juntos.
Se você tem uma namorada ciumenta,
Ela ama as outras mulheres,
Mas quando elas estão longe.
Pois se elas estiverem perto de ti
Além de odiá-las, ela criará ódio de ti.

As aparências enganam

Aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
No insistente perfume de alguma coisa chamada amor.

Elis Regina

Nota: Composição de Sergio Natureza/Tunai

Quero qualquer coisa que passe dessa superficialidade. Pode ser até o ódio, desde que seja real.

Papai precisa extravasar o ódio.

⁠Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.

Não se engane, o ódio é um amor reprimido.