Odeio meio Termos

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A intuição é a forma de conhecimento mais pura, mas perdida em meio às razões vazias da lógica humana.

Inserida por TomasKisseleca

SUTILEZA
Assim, meio sem jeito
Vai entrando no peito
Conquistando respeito
Transformando o sujeito
Que saiu do relento
Tamanho tormento
Aragem e vento
Um novo rebento
Bem mais atento
Abastece o sustento
Do amor que é alento.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SUFOCANDO MATIZES
Na escuridão do Universo,
em meio a tantas Estrelas
Lá vem mais uma sinuela,
apontando no mundo,
Peleando com a vida,
batizada de Luz,
Num horizonte surrado,
mal sabia sua Cruz,
Mas que sina vivente,
a escuridão precedente
Das águas puras do ventre,
logo ali de repente
Mal saído do ninho da choca,
Tal sina lhe toca
com seus matizes sombrios
Não se fala do frio
desse pago gelado
Há falta de amor
de quem está do seu lado
Que considera normal
um irmão mal tratado
Brutal defensor
das causas do agrado
Desde que seu lombo
não fique lanhado
Prisão sem grades,
precisa ser libertado
A justiça profana
não tem demonstrado
Sinais de mudança,
dou de mão no meu trago
Embriagado que fico,
sigo anestesiado,
Testemunho covarde
do Negro esgoelado,
Clamando à vida,
num humilhado socorro
Que retornem os bravos,
a libertar os escravos,
Pois é dentro de si
o maior dos estragos,
E que o aperto dos joelhos
seja pra reza,
Enveredando a tropa
a todo aquele que preza
Sair do discurso
e reconhecer com fervor
Um irmão verdadeiro,
independente da cor.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INCISIVO
Enfim: hora de partir
Bem assim cortar ao meio
Afiar um novo norte

Chega de pra si mentir
Destemido e sem receio
Arriscar a própria sorte

Não há como consentir
Sempre os mesmos aperreios
Ir com fé chega de açoite!

Inserida por alfredo_bochi_brum

GENERAL
Poucos saberão o enredo
Daquele olhar meio zambaio
Quem sabe já teve até medo
Mesmo sendo um tanto zagaio
E tratado como brinquedo
Revestido como um cipaio
Atado na ponta dos dedos
Fazendo da vida um ensaio
Havia de ter seus segredos
O nosso amigo Nanaio.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SECA CHEIA
Berra estridente o barulho das folhas
Que quebram tristes em meio à seca
Cá dentro o copo quase transborda
Inundação que afoga o sossego

Irrigai forças pra novas escolhas
Que transformem o sertão em charneca
Cultuai melhor a tua chalorda
Separando o joio e o apego!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠MORTO VIVO
Olá meu amigo cérebro
Preciso falar contigo
Eu ando meio colérico
Que tu sejas meu amigo
Se ando meio famélico
Uma luz ao que preciso
Pra não ficar cadavérico
Que eu não fique um mendigo
A esperar o meu féretro
Verdadeiro morto vivo!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠NÃO É DO MEU TAMANHO
Peguei emprestadas as vestes da ingenuidade
Ficaram meio apertadas: não adianta forçar!
Tentei me fazer de besta pra não ver a maldade
Não é confortável e não tem como disfarçar
Aceitar tudo inerte não pode virar a moda
Prefiro ser demodê não transigindo o meu ser
É preciso um corte severo como quem poda
Fazendo novos recortes pra vestir o aprender!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠BERÇO ESPLÊNDIDO
Trabalho que embala o sono
De um corpo meio cansado
É "sorte" que veste o sonho
Que acorda realizado.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SONHOS BANAIS
Em meio a tantos sonhos iguais
Contando à espera de um milagre
Ficam senis e tão banais
Que nem uma porta se abre.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INVASÃO
Meio assim sem alarde
Em um final de tarde
Bem antes que o céu parde
Alguma luz resguarde
Brilhando paz que invade.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠EDAZ
E meio assim sem alarde
Em atitude edaz
Vai se despindo o covarde
Certeiro que é capaz
Nalgum lanhaço que arde
Pelear no rumo da paz!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠PARTO
Do aconchego de um ventre
Nasceu em meio a seus medos
Com sua tarefa ingente
De os transformar em sossego
Foi essa sina premente
A que gestou este Alfredo.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠ENCONTRO DAS ÁGUAS
Com pensamentos meio alerdes
Vai despertando a madrugada
Mais vigilância há de terdes
Sobre tua própria empreitada
Seguindo o Sol ninguém se perde
Invade o mar cuia cevada
Purificado mate verde
Nesse Santo encontro das águas.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INSÂNIA
Em meio a tantas agruras
Que já vêm de lonjuras
Por que agora apuras
Se nem o tempo cura
As estocadas duras
Rasgaram a lisura
Que um dia foi pura
Nessa insana loucura.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INCERTEZAS
Que bom vê-la coagida
Em voltar brincar com a vida
Assim, meio na chibata
No açoite que arrebata
As incertezas do medo
Permitindo um novo enredo
Deixando o que não importa
Virar chave à outra porta!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠BONS VENTOS
Quem semeia temperança
Mesmo em meio ao vendaval
Distribui muita esperança
Apesar do temporal
Sem esperar a bonança
Afastando-se do mal.

Inserida por alfredo_bochi_brum

O primeiro passo não significará nada se você desistir no meio do caminho.

Inserida por AcassioBernardo

✍️⁠As sutis reclamações e sugestões são o meio mais eficaz para efetuar o controle mental dos menos atentos.

Inserida por luiza_andrade

✍️❤️⁠Inteligência é se adaptar ao meio e quando necessário MELHORAR-SE E E AO AMBIENTE.

Inserida por luiza_andrade