Odeio meio Termos
Aurora
Aurora singular refugia-se na mata sombria
Em meio a flores mortas, apenas nela a luz cintila
O sol relutante neste lugar negou-se renascer
Sabia que era meu dever aparecer
Que mal tem fugir da escuridão?
Verdade profunda ali habitava
Coração em meu peito gritava
Porém era meu o dever de aparecer
Oh, Aurora, fique aí!
Me dê mais uma chance
E te alcançarei
Se nesta mata ainda há vida
Ressurgirá comigo em teu canto
Conheço fatos!
Geografia, história e ficção!
Mas em meio a tantas coisas!
Em meio a ilusão!
Saber se o que vivo é real ou não!
Seria louco se dissesse pra onde vou!
Ou talvez que tempo me restou!
Se a mesma pergunta ainda perdurou!
Esta é e sempre será: Quem eu sou?
A PRAIA
Quero dançar em meio da praia
Rodopiar, e mexer os quadris, e sorrir
Quero ver o balançar de minha saia rodada
Pés descalços, afundando na areia.
Ao entardecer ver o luar, dar boas vindas
Sob o clarear de um céu estrelado
Fazendo exaltações a mãe natureza
Contemplando o vento frio na face.
Dar cambalhotas, estrelinhas, e pulos de alegrias
Gargalhadas, e longos diálogos
Estar ao lado de pessoas verdadeiras
Olhos fitados revelando a beleza inigualável.
Quero sentar nos quiosques e observar
As famílias unidas festejando
As crianças embalando cantigas ao esculpir castelinhos de areia
Os jovens paquerando, apreciando o amor inovador.
Quero molhar meus pés nas águas salgadas
Contar às conchas que aparecem nos embalos das ondas
Quero chegar ao topo da imaginação
Degustar cada detalhe da riqueza de meus pensamentos
Me teletransportar do mundo real, para o mundo da ficção
A praia não é uma lembrança guardada
Não tem nem sequer uma foto registrada
A praia é um sonho eterno de uma criança
Que cresceu e ainda não viveu.
Feliz como um girassol
á mercê do sol
Brilhante como um vagalume
no meio da noite
Sou eu com você nos meus pensamentos.
Como uma embarcação à deriva
Vou indo ao sabor das ondas
Navego em meio ao mar revolto da minh'alma
Procurando abrigo me lembro do afago
Um cais para o meu caos
Onde eu possa atracar
Estranho que precisem de heróis ou faróis
Eu só preciso de nós e anzóis.
O amor é meio louco, é pagar sem querer troco, é querer o bem do outro acima de qualquer coisa, sem pensar em prejuízo, amar é perder o juízo por causa de outra pessoa.
O amor pode dar errado e nos deixar magoado sem ter vontade de rir, mas é questão de sensatez, se não deu certo uma vez, é melhor que acabe por aí.
Lembra que eu falei no início, que amar é quere-lo bem acima de qualquer coisa? isso inclui até se o bem for com uma outra pessoa.
Não adianta sofrer por ter que se despedir, amar é querer ter por perto, mas se a caso for o certo, amar também é deixar ir...
E nos perdemos tanto
Que a gente nem sabia
Se era meia-noite
Ou o sol do meio-dia
Se era o fim da linha
Ou se era um novo rumo
Se era mar aberto
Ou deserto profundo
Se era um vagar no mundo
Ou um som que se ouvia
Se era tu de novo
Ou eu que te queria
E de pensarmos tanto
A gente nem sabia
Que reluzindo a noite
A lua protegia
"Lindo é poder olhar todos os dias para o ceu e descobrir que em meio a tantos problemas existe um Deus que nos permite sorrir"
Obrigado Senhor Deus! Sinto que sou privilegiado por vós. Mesmo nas horas mais dificeis pude sentir Sua presença amiga, Sua mão a me guiar.Ouvir Sua palavra, possibilita-me a conduzir minha vida. É bom sentir sua graça agindo em mim.
Todas as batalhas tem seu começo e fim, mais é entre esse meio tempo que tudo acontece e um passo falso inverte o lado vitorioso.
Nasci da alegria,sim
já me chamaram de palhaça
pelo sorriso que me arrasta
Em meio há caminhos que
me alastram por horas
Percorridas em minha vida
Trago uma alma vazia
Mas cheia de alegria e
fantasia para surpresa de paparasis
enconformados com o sucesso
em minha chegada
Mas nem sempre sou de açúcar
as vezes sou amarga e sem sabor
Desorientada cheia de cambalachos Nado contra o tempo de forma elegante
Então cantante vôo a galope
trazendo a única coisa que tenho de mais importante
o sorriso! Há aaaaaa sorte
A época do natal pode sim ser muito nostálgica e a miséria por todos os lados em meio dos comerciais com mesas fartas e presentes embaixo da árvore,mas para quem faz o bem o ano todo independente de datas comemorativas visando o bem do próximo vê no natal a chance de trazer um pouco de alegria para aquelas pessoas que só precisam de um abraço um pouco de atenção esquecidas pela correria da vida.ja faz tempo q transformaram o natal em um comércio influenciando tanto na ceia como nos presentes mas o natal somos nós que fazemos,não podemos salva o mundo de todos seus problemas mas podemos aproveita para tenta melhora nós mesmos.
Linda flor
Exala boa fragrância,
Perdoa amor,
O meu jeito criança
Em meio a raros problemas
Vou rompendo e seguindo,
E esse é meu dilema,
Levar a vida sorrindo.
Alguns vão com você até o fim,outros vão te abandonar no meio caminho...mas, não entristeça o seu coração, nem se culpem pela tamanha covardia. Há pessoas que Deus coloca do nosso lado,outras é Ele que tira."
já não sei mais o q fazer pra tira essa angustia de mim, peço socorro em meio a uma multidão, vc grita mais ninguém lhe esculta e por mais dia vc volta a se isolar
ELA VOLTOU... A GAROA VOLTOU NOVAMENTE...
Hoje o sol surgiu na Capital paulista, meio tímido, mas ao menos apareceu, porém, não ficou muito tempo e se escafedeu, encoberto pelas nuvens ameaçadoras. A senhora que aguardava o ônibus desdenhou: " - Quem tem medo de nuvens? Eu temo trombadinhas motorizados." Ergueu o queixo, cruzou os braços e me deu as costas. Respirei fundo, resisti alguns segundos, contando até 10. E respondi: "Quem não tem guarda-chuva tem medo de chuva. Quem tem celular tem medo de trombadinha. Assim caminha a humanidade, nesta cidade. Sem dó nem piedade, pro marginal tua vida vale a metade." Ela se voltou, soltando chispas pelo olhar. Felizmente o ônibus chegou e ela se foi. E eu fiquei a relembrar os anos 50, 60, quando no outono e inverno a névoa úmida dominava as madrugadas. O sol só aparecia depois das 9 horas. E pontualmente às 15 horas a garoa se apresentava, por vezes seguida de densa neblina. Bons tempos. Mas este ano São Pedro nos pregou uma peça: o verão veio fantasiado de outono-inverno. Será a nova moda?
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
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