Odeio meio Termos
No meio da noite essa confusão de pensamentos se aglomera. Desejos reprimidos, verdades contestadas, pureza do passado, vontades de um futuro. O sono é a porta, a porta por onde o peso da vida não entra. A chance do eu, onde não se é nada.
Eu quero um amor que me aceite do jeito que sou
Meio doida,meio lúcida
Meio menina,meio mulher
Meio sensível, meio intensa
Meio meiga,meio amarga.
Eu quero um amor que me entenda do jeito que sou
Meio atenta,meio perdida
Meio calma,meio fúria
Meio amorosa,meio passiva.
Eu quero um amor que viva comigo do jeito que sou
Meio lua,meio chão
Meio ternura, meio paixão
Meio sim,meio não.
Basta um olhar,
Um sorriso,
mesmo que seja assim meio sem jeito,
O meu dia que era bom torna-se ainda melhor,
Quando te vejo,
❝ ... em meio a correria do nosso cotidiano ... afazeres ... trabalhos ... esta rotina das nossas obrigações ... que seus olhos possam ter a calma de observar ... sentir ... e agradecer pelas pequenas delicadezas de carinho que surgem a todos os momentos ... detalhes lindos que amizades sinceras nos trazem ... gestos de muitas sensibilidades que tocam os nossos corações ... ❞
Venho por meio desse tomar posse do termo "viajou na maionese".
Há várias tentativas de se explicar o termo.
Explicação: O termo foi usado a primeira vez em 1989.
Em Medicina no velho hospital escola, eu Dante Vitoriano Locateli, Hudson Umeoka Edson Antonio Nicolini Nicolini e Carlos Alberto Ikoti Takenaka após uma aula de semeologia do dr. Lindenberg Neto estávamos discutindo.a capacidade Dr. Edson querer colocar tudo nesta "Anaminese" fizemos a observação que o Nico "viajava na anaminese" começou a bagunça "viajar na maionésia" e ficou "viajou na maionese".
Assim o termo foi inventado pela XXI turma da med. Taubaté
Dizem os sábios, que a pior solidão é aquela quando nos encontramos em meio a multidão.
E quando apesar de todos os gritos, murmuro e sussurros, nos encontramos incubados em um silêncio extenuante.
É que a solidão de multidões, apesar das trocas de espaço e tempo, ainda limita-se ao espaço individual.
Apesar das trocas constantes, ainda predomina o eu, o meu. E talvez, esteja aí a gênese do perigo. A autovalorização, o eminente e constante ego e individualização cada vez mais comum, é o que torna, nós humanos, cada vez mais, seres egocêntricos.
Aqui em meio ao silencio, meus pensamentos vageiam em meio as lembranças,de nossas conversas, chego a sorrir sozinha sonhando acorda, como nossas promessas de amor eterno, que nunca existiu, entao lagrimas se formam em meus olhos, percorrendo minha face e morrendo eu meus labios, provocando um gosto terrivel em minha boca.
Ando meio cansado de discursos vagos...quero ver as pessoas virando a página, mudando o rumo da vida. Não gosto de ver pessoas no mesmo atoleiro, ruminando, remoendo, murmurando. Tem mais coisa pra ser vivida!
Vambora viver meu povo...
Em meio a tantas perguntas
sem respostas e
a muitas certezas
já construídas,
sei que sou aprendiz da Vida.
Sigo o rastro da Esperança,
de braços dados com a Fé,
busco amor e verdade.
Também elos de amizade.
Vou construindo meu ser assim!
Se o mundo for pequeno para meus sonhos,
abro mais espaço dentro de mim!
29/09/2015
Acordo, pensando em você.
meio dia... pensando em você.
Fim de tarde... pensando em você.
Fim de noite... pensando em você
Eu, e o meu pensamento em você.
Desconfio que você é tudo que me resta para pensar!
Eu e minha mania de pensar em coisas inúteis!!
Em meio, a um dia de tristeza me escondo atraz do canto
E num grito silencio por atenção
Encontro, a voz de um anjo
que apenas o som do seu sorriso
Desperta e mim, uma paz uma alegria
Mas o medo, ainda se faz presente
pois ao me apegar, me afasto vagarosamente
Mesmo com o coração em protesto
Nao paro, pois o medo da dor de outro amor impossivel
e mas dolorosa, do q me afastar ao me apegar
"Voz fofa, voz de um anjo distante "
O ABENÇOADO
Será uma bênção nascer honesto no meio de corruptos?
Será uma bênção nascer silencioso no meio de línguas ferinas?
Será uma bênção nascer valente no meio de covardes?
Não sei como mantenho esse amor
Não sei como ainda queima tão feroz
Em meio a chuva violenta
Tão violenta como nosso amor
Você está segurando uma arma
Apontando para o meu coração e
O dedo está no gatilho
Preparando para me destruir outra vez
Fecho os olhos na esperança de ser
Apenas outro pesadelo diário
Mas, você sabe que a dor de um coração partido
É pior que a da bala que te rasga
Um amor impossível
Navegando em Meio ao Caos
Por trás de telas vazias
Um mundo que me assombra
Eu vejo mentes tão frias
Por entre corpos sem nome
Então eu tento esconder
Meu medo entre os escombros
Do que se diz poesia
Contraste ao peso nos ombros
Por meio a mares bravios
Do que se diz imperfeito
Encontro um barco tranquilho
Em meio ao caos do meu peito
Então eu me reconheço
Ancorado ao meu mundo
Eu busco fugas falidas
Encontro a paz momentânea.
O perdão é o único meio de conseguirmos a liberdade, por isso eu passei a pedir perdão a mim mesmo, porque preciso dele para ser livre e para que eu possa amar de novo alguém com a mesma intensidade que eu te amei. Por isso peço perdão a mim mesmo pelo tanto que eu te desejei e te quis ao meu lado. Peço perdão a mim mesmo por te querer com a mesma intensidade e com a mesma velocidade que todo amor sempre requer para satisfazer o desejo que todos nós temos de ser feliz. Peço perdão a mim mesmo por ter sido este avião veloz, pilotado pela paixão e não pela razão, desrespeitando todas as regras que o amor exige, e que ele próprio as condiciona como suas severas leis. Eu peço perdão a mim mesmo e lhe enviaria flores, muitas flores, lhe pedindo perdão pela audácia de querer ter alguém assim como você. Para onde quer que eu vá embora, depois de perdoado por mim mesmo, eu lhe escreveria uma carta mas não lhe enviaria, só para que eu pudesse expressar as palavras que eu nunca lhe disse olhando em seus olhos. Eu peço perdão a mim mesmo, por ter te esperado tanto mesmo sabendo que não vinhas. Por ter te desejado tanto quando não tinha motivo nenhum pra que me desejasses também, já que não havia a reciprocidade do amor. Eu me peço perdão, e peço a Deus acima de tudo, que tudo aquilo eu sempre quis de você você abertamente possa oferecer a alguém que você verdadeiramente ame, mas desde que este alguém a ame também. Perdoo-me e desejo a você os beijos de um verdadeiro amor, como os beijos que eu nunca te dei, mas que senti o gosto dos lábios na boca da alma. Perdoo-me e lhe desejo risos, muitos sorrisos e gargalhadas junto a pessoa amada, junto a alguém que possa lhe fazer feliz como eu sempre quis fazer e não consegui. Eu peço perdão a mim mesmo e desejo que todas as suas noites ao lado de um grande amor, seja de belas palavras entoadas pela voz macia, de carinhos eternos, de cheiro bom, como todas as noites que a tive em meus braços e que em meus pensamentos pareciam tão reais, os quais eu acreditava que um dia iria acontecer. Peço perdão a mim mesmo e desejo a você momentos inesquecíveis, como todos os momentos que não tive ao seu lado, os quais apenas sonhei. Que você viva todos os sentimentos que expressei nos poemas e tantos versos que pra você escrevi, os quais você nunca os leu. Que durma embalada nos braços de um grande amor ouvindo músicas, como as músicas que te fiz, as quais você nunca ouviu. E peço perdão a mim mesmo para que eu possa esquecer os pensamentos em vão, os pensamentos junto a lua, a qual pra mim sempre foi você, distante, sem que eu nunca pudesse toca-la, a não ser com a alma. Eu peço perdão a mim mesmo, para que assim, perdoado, um dia quando em algum momento eu te encontrar por ai, eu esteja em paz comigo mesmo, e possa dizer do fundo da minha alma, baixinho, “eu te amei muito, te desejei tanto, tanto... que bom te ver assim, feliz... Me perdoa também...”.
