Observando
Observando os fatos a acontecimentos, surge em mente um ditado russo que diz: "Todos nós olhamos o mundo da torre da igreja da nossa própria cidade" e interpolando o contexto dos fatos a acontecimentos, lembro-me do Livro dos livros que está escrito: "Todo o homem por mais santo que seja é vaidoso".
Não sei porque ainda estou sentado aqui
vendo você de longe...
apenas te observando,
cuidando de você.
Parece que não tenho meios de chegar até você,
e dizer o que realmente sou.
O medo me impede de fazer isso,
não sei o que fazer...
Meu coração me obriga a ir até você e dizer tudo
mas ao mesmo tempo o medo de te perder, e te deixar ir
confunde minha mente...
Sei que foi apenas uma vez...
mas um simples gesto marca a vida deste homem
que luta por dias melhores...
Lembro a cada dia que você esteve ao meu lado
mesmo que por uma curta noite
tendo envolvido você em meus braços...
sentido seu perfume...
Mas quero que este momento se repita novamente...
de novo e de novo...
sabe porque ?
porque lutarei por você...
e tenho certeza, de que seu eu ficar aqui não ganharei nada
por isso vou a batalha...
Continuo observando td q ha no meu redor e vejo que as pessoas interpretra o que acontece ao redor tentando ser feliz de uma maneira q nao sao de si proprio, pois descobri ao decorrer do dia que minha felicidade é verdadeira, porque as vezes as pessoas tentam destruir minha felicidade com sorrisos falsos.....................
E se realmente há um Deus observando tudo que faço, planejo e penso, Ele sim saberá julgar cada passo, cada rabisco e cada lágrima derramada nos dias e noites que ganho definindo os momentos mais cruciais desta vida.
Deitada sob um pequeno espaço no chão do meu quarto observando a bagunça que permanecia ele, tal bagunça que parecia aquele que constituía meu coração e me confundia cada vez mais. Era uma bagunça que podia ser arrumada rapidamente.. tudo seria posto em seu devido lugar de um modo prático, rápido e fácil, tudo tomaria seus eixos outra vez, nada estaria bagunçado novamente.. mas esse é o meu quarto. Já o meu coração era uma bagunça completamente difícil de arrumar, cada detalhe que estava fora do lugar fazia parte de uma lembrança, que se mexida poderia causar dores maiores.. uma bagunça da qual ninguém poderia arrumar, nem a mãe, nem o pai, nem os irmãos, nem os amigos, porque não eram objetos os objetos que estavam espalhados pelo chão do quarto e a toalha molhada que estava em cima da cama, era uma bagunça emocional.. da qual somente o dono dela era capaz de tentar arrumar e por tudo em ordem outra vez.
Quando capta-se um pensamento, mantendo-o e observando-o sem julgamentos, sua força de ação sob a nossa psique esmiuda-se e ele se enfraquece, até sutilizar
"Quieto, atento a tudo e observando a todos esse é o novo eu um ser que aprendeu a ouvir mais e pisar com muita cautela em todo tido terreno!"
'PERCURSO...'
Ele sempre caminhava pelas ruas observando a crueldade.
Numa de suas andanças,
percebeu uma pobre criança,
a pedir comida a um senhor que o rejeitou.
Mas à frente,
um vetusto de idade,
já sem conhecer a cidade,
tentando atravessar a rua sem que ninguém o ajudasse.
Mas à frente,
observou um nasocômio,
Ali presenciou pessoas enfermas!
Outras truculentas.
Pessoas sofrendo nas filas ali formadas.
Olhares abatidos,
desesperadas...
Voando pelos lados,
viu pessoas jogadas ao chão.
Cheiro de fome e frio,
sem brio perdidas no vício.
Amotinação de carne humana,
sem ação.
Céleres andando de um lugar para o outro,
andar sem direção.
Caminhando em volta da pequena praça,
ninhos de celeiros à céu aberto...
Cidade metropolitana com seus metropolitanos fantasmas.
Passou na igreja e presenciou uma porção de tristezas espalhadas.
Refúgio de ludibriados,
pensando ser desanuviados.
E a nuvem de truculências e idolatrias estavam seguidas juntas.
A partir de então,
o homem resolveu ser triste por excelência.
Um mundo triste,
cheio de pessoas tristes.
Tristeza refletindo adolescentes contemporâneos.
As tantas guerras entre si,
sementes cultivadas pelo esboço humano...
O homem triste sempre chora ao perceber que os milagres não mais existem.
E que as enfermidades escurecem o amanhecer.
Toda sua tristeza percorre-lhe novamente à alma como um menino nascendo.
E lembra do pequeno parto que é a vida,
dos pequenos verbetes que lhe atingem a alma olhando fotografias antigas.
Pequenas descobertas parecem tão reais,
triviais,
fortalecendo o percurso.
Ele toma seu café da manhã como se fosse o primeiro,
talvez o último.
Cheiro de 'novo'.
Mas novamente faz o mesmo decurso,
cheio de atalhos,
sem pássaros para mostrar-lhe as melodias.
Percursos que ainda podem reviram um coração cheio de dor...
'ANÁLOGO...'
Análogo, repetitivo. Ele caminha observando as mesmas imagens. Plantou sua imortalidade nos filhos. Acreditou naquilo que poucos acreditam: cogitação perpétua...
Análogo, símile. Ele acorda às seis da manhã e dorme após às duas da madrugada tentando encorajar seus congêneres. Poucos sabem, mas ele é reticências...
Análogo, tem dormências diárias. Não contraria o acaso. Mas ver-se disperso fitando início, meio e fim. Quebra espelhos! Mas espelha-se no semblante abatido e cansado na qual todos tornam-se...
Análogo, fitando o absurdo. Ele é mudo nas horas hostis. Observa a sobrevivência das orquestras cantando as mesmas canções há milênios. Melodias antifônicas que fazem parte do mundo, sobrevivendo e enraizando as almas...
"Tem gente que aprende observando; tem outros que aprende apanhando, não obstante, há gente que nem apanhando aprende."
Anderson Silva
Estava observando nós meus vídeos, no YouTube, eu contando histórias ... As vezes na gravação eu fecho os olhos e da faço uma cara feia,. E que são lances que vem na minha cabeça, naquele momento e não consigo evitar, e um loop, tipo castigo, de saber que , tipo vejo um vulto, de um rosto que se aproxima no meu, e a boca vai abrindo e se aproximando para encostar nis meus lábios e beijar, e o louco sofrimento em questão de segundos e saber que essa boca está se aproximando de outra boca que não é minha, dói muito no coração, saber que ela ama outro, e terrivelmente doloroso e penso não pode ser verdade!!!??
Paz e amor!!!
Ele estava observando o casal que se amava na ponte
Não tirava os olhos
Mas o casal nem ligava
Ficavam se amando
Como se no mundo não tivesse mais nada
E não tinha
Talvez fosse um cenário para eles
Ou uma moldura
A coisa era certa
Os dois esqueceram o mundo
E se bastaram ...
Tão perfeito te ver observando o mar ...
Cada curva de teu corpo
Tendo como moldura a imensidão azul
O sol se eclipsa em teu rosto
Dando formas perfeitas
A tua perfeição
Como é lindo ver a taça na sua mão
Enquanto brindamos nossa vitórias
Na vida, que mesmo sendo perfeitas
Não se comparam a felicidade que tenho em te amar
E deitar com você ao luar
Ver seu corpo brilhar
Sentir a tua pele e teu cheiro
Você é perfeita
Tão perfeita que só sei viver a te amar
Passei a vida observando que todas as pessoas de Sucesso tem algo em comum, elas são gratas a quem as ajudou. Também percebi que os ingratos nunca vão para frente na vida.
VIVENDO CONTRA NÃO VIVER
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Observando a ética e preservando a lei, decidi bem cedo jamais deixar de fazer o que me desse desejo; por mais estranho, incomum ou descabido que fosse. Como apesar de tudo, nunca desejei algo sobre-humano ou que me custasse dinheiro, até hoje cumpri meu propósito. Fiz tudo aquilo que o coração, muitas o impulso me levou a fazer.
É desnecessário dizer que foram muitos os erros cometidos. E não há como ninguém ter se magoado em alguns momentos, às vezes muito, mas nunca deixei de puxar para mim as consequências dos meus atos inconsequentes. Fato é que nunca fui de não fazer o que arbitrei para minha vida ou pelo menos para muitas fases do existir.
Sempre foi latente a minha caça de liberdade. A questão de não permitir buracos no tempo. Não deixar para trás as vontades; os projetos. Não ter sonhos limitados ao sono; à sonolência gerada pela preguiça de ousar. Houve ocasiões em que foi rotina quebrar a cara; muitas vezes ainda quebro, mas não tentar seria quebrar o espírito.
É por isso que trago nas veias, nos olhos, nos traços do meu rosto e até no eventual silêncio, este grito estampado. Esta inquietação contra o deixa estar, a resignação e a obediência. Minha forma íntima de ser evoluiu para não aceitar uma fôrma de ser. Uma imposição externa para o meu comportamento pessoal; particular ou público.
Cresci sem grades. Com limites talvez, porque limites têm a ver com o próximo. Quando existem para preservar o próximo, alguns limites me detêm. Grades, não. Minha formação é livre; democrática; indignada com preconceitos, mordaças e temores. Para mim, é difícil viver nestes tempos reinaugurados em primeiro de janeiro de 2019.
Sentado à beira da praia, observando a lua cheia
Escrevo versos apaixonados, pensando na amada que meu coração anseia.
A saudade que mata e ao mesmo tempo incendeia
Faz meu coração cansado bater forte e acelerado quando vejo minha sereia.
Linda sereia do cabelo loiro e cacheado, ao som do teu canto mergulho esse mar agitado.
Linda sereia do cabelo loiro e cacheado, na saliva do teu beijo quero morrer afogado.
