Obrigado meu Deus pelas Respostas

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⁠Deus não fala como homem, mas como Deus. Seus pensamentos são muito profundos, e daí o serem suas palavras de inexaurível virtude.

John Wesley
Explanatory Notes upon the New Testament (1755).
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A única coisa que a visão Arminiana da soberania de Deus necessariamente exclui é Deus como o autor do pecado e do mal. Os seguidores fiéis de Armínio sempre creram que Deus governa todo o universo e toda a história. Nada, de jeito algum, pode acontecer sem a permissão de Deus, e muitas coisas são especifica e diretamente controladas e causadas por Deus. Até mesmo o pecado e o mal não escapam do governo providencial na teologia Arminiana clássica. Deus permite e os limita sem os desejar ou causá-los.

Roger Olson
Arminian Theology: Myths and Realities (2006).
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⁠A falácia teológica calvinista é no mínimo bizarra; pois nela Deus decreta o pecado de Adão, e por causa do pecado de Adão todos nascem destinados ao inferno, e então o deus calvinista em um surto de “bondade” sorteia alguns para serem salvos do próprio decreto de pecado que ele decretou. Eu tenho certeza que o diabo morre de inveja desse plano.

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⁠A soberania de Deus não é apenas uma manifestação da Sua vontade. Alguns, infelizmente, assim a têm interpretado e, devido a essa errônea interpretação, resvalaram noutro erro, o de supor que Deus pode predestinar um para a salvação e outro para a condenação. Se a soberania de Deus se firmasse somente na Sua vontade, talvez assim pudesse ser, mas a soberania de Deus ou a Sua iniciativa na salvação do homem é uma manifestação de todo o Seu ser, e não apenas da sua vontade.

A. B. Langston
Esboço de teologia sistemática. Rio de Janeiro: Convicção, 2019.
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⁠O Problema do Mal
O paradoxo de Epicuro:
- Deus, enquanto onisciente e onipotente, tem conhecimento de todo o mal e poder para acabar com ele. Mas não o faz. Então não é onibenevolente.
- Deus, enquanto omnipotente e onibenevolente, então tem poder para extinguir o mal e quer fazê-lo, pois é bom. Mas não o faz, pois não sabe o quanto mal existe e onde o mal está. Então ele não é omnisciente.
- Deus, enquanto omnisciente e omnibenevolente, então sabe de todo o mal que existe e quer mudá-lo. Mas não o faz, pois não é capaz. Então ele não é omnipotente.
Uma resposta ao paradoxo de Epicuro usando a resolução de Agostinho de Hipona baseada na analogia com a sombra:
Assim como a sombra é a ausência ou privação de luz em uma determinada região, o mal é visto como a ausência ou privação do bem.
Agostinho argumentou que Deus é a fonte de todo o bem e, portanto, não pode ser a causa direta do mal, assim como a luz não é a causa direta da sombra.
Quando um objeto bloqueia a luz, cria-se uma sombra na região oposta, onde a luz não pode alcançar. Da mesma forma, quando os seres humanos se afastam do plano divino e fazem escolhas que se desviam do bem, o mal surge como uma consequência dessa privação.
Nessa analogia, o mal não é uma entidade ou substância real em si mesmo, assim como a sombra não possui uma existência independente da luz. Em vez disso, o mal é considerado como a falta ou a ausência do bem, assim como a sombra é a ausência de luz.
Agostinho também relacionou o livre-arbítrio humano ao problema do mal. Assim como os objetos podem bloquear a luz e criar sombras com sua presença física, os seres humanos têm a capacidade de escolher entre o bem e o mal através do livre-arbítrio. Essa escolha pode resultar em ações que causam sofrimento e privação de bem, assim como a sombra é resultado do bloqueio da luz.
Portanto, a Resolução Agostiniana sugere que o mal não é uma entidade independente, mas uma privação ou ausência do bem que surge quando os seres humanos se afastam do plano divino. Essa abordagem busca reconciliar a existência do mal com a crença em um Deus todo-poderoso e todo bondoso, apontando para a importância do livre-arbítrio e das escolhas humanas na manifestação do mal no mundo.
Pense nisso, cuidado com os predestinacionistas e ateus, e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠O Calvinismo e a Oração
A oração não muda as coisas:
Sabemos que Deus predestinou todas as coisas que acontecem. Ele faz todas as coisas conforme o conselho de Sua própria vontade. É difícil reconciliar a oração e a vontade imutável de Deus. [01] James O. Wilmoth
A oração não muda as coisas, nem a oração muda Deus ou Sua mente. [02] David S. West
O que Deus predestinou acontecer sempre acontece conforme Ele propôs, e por mais que alguém ore, nada vai mudar isto. Não, a oração não muda as coisas; entretanto, ela nos muda. [03] Dan Phillips
Ninguém pode crer na gloriosa doutrina bíblica da predestinação e acreditar que a oração muda às coisas. As duas são incompatíveis. Elas não se harmonizam. Se uma é verdadeira, a outra é falsa. Visto que a predestinação é verdadeira, segue, como a noite segue o dia, que a oração não muda as coisas. [04] Joseph Wilson
Você entendeu porque esses teólogos e pastores calvinistas estão afirmando tal absurdo e heresia? Porque a doutrina heterodoxa deles logicamente leva ao determinismo e fatalismo que eles fazem de tudo para esconder com jogos de palavras e narrativas falaciosas.
Entenda de uma vez por todas, o calvinismo não é bíblico! O calvinismo não é ortodoxo! O calvinismo é o antigo maniqueísmo com uma roupagem cristã.
Pense nisso e cuidado com os heterodoxos!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Referências:
[01] James O. Wilmoth, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276.
[02] David S. West, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276.
[03] Dan Phillips, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 277.
[04] Joseph Wilson, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 277.

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⁠Todo líder sem intimidade com Deus usa o entretenimento e o ativismo para substituir a presença de Deus nos cultos. Quanto mais entretenimento é ativismo eles dão para o povo, menos o povo sente a falta da presença de Deus.

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⁠O maior benefício do deserto não é a vitória no final da jornada, mas é em quem Deus te transforma após o processo do deserto.

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⁠Muitas vezes o fim de um relacionamento é modo que Deus usa para que não seja o fim da sua história

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⁠Eu vejo alguns líderes dizendo que estão pedindo que Deus manifeste Sua Presença nessa geração, mas então eu me pergunto:

Como Deus vai se manifestar em altares completamente bagunçados?

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⁠Poderá haver momentos em nossa caminhada de fé que, Deus nos colocará em algumas situações que não teremos nenhum controle; isso para nós mostrar que quem está no controle é Ele.

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⁠Não confunda: Deus é tolerante – principalmente no sentido progressista do termo, pois Deus é longânime, e, sobretudo justo.

Veja: Aquele que crer e for batizado será salvo. Todavia, quem NÃO crer será CONDENADO! Mc 16.16.

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⁠Para um relacionamento dar certo é preciso três pilares básicos:

No tempo de Deus, do jeito de Deus, e a pessoa tem que ser de Deus.

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⁠Deus não está em silêncio! É você que abandonou o lugar secreto e parou de ler a Bíblia.

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⁠O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.

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⁠A insanidade da doutrina calvinista da expiação limitada é que se Deus não amou a todos
(João 3.16; Rm 5.8; 1° João 2.2), logicamente, você também não precisa amar a todos
(Mt 5.43-48; Mt 22.36-40; 1° Ts 3.12).

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⁠Quanto ao Teísmo Aberto:
O teísmo aberto é uma doutrina pela qual Deus não controla meticulosamente o universo e não conhece todas as coisas efetivamente, absolutamente e exaustivamente!
Tampouco Sua presciência seria absoluta, infalível ou inevitável. Ou seja, o futuro realmente está aberto, pois ele ainda não ocorreu, e por não ocorrer da perspectiva humana ele está aberto.
Segundo os teístas abertos, o futuro não está disponível a exaustiva presciência de Deus. Trocando em miúdos, o que eles estão afirmando é que até Deus pode ser surpreendido pelo futuro. Partindo desse pressuposto, quando ocorreu a queda, Deus levou um susto, foi pego de surpresa pelos atos de Adão. Fica claro que esse ensino é antibíblico e heterodoxo!
Os criadores dessa heterodoxia foram os teólogos pós-evangelicais americanos da década de 90, Gregory Boyd, John Sanders e Clark Pinnock.
Quais os problemas do teísmo aberto?
1° ele prejudica nossa confiança na crença da Bíblia.
Como entenderemos o Salmo 139? E todas as passagens que afirmam o conhecimento e a presciência de Deus (Jó 24:23; Sl 33:13-15; 139:13-16; Pv 15:3; Jr 16:17)?
Deus não conhece somente o passado, o presente e o futuro, mas também os contrafactuais (contingências), o reino das hipóteses; como se tivesse acontecido X teria ocorrido Y; se tivesse ocorrido Y teria acontecido Z. Portanto, Deus não conhece somente o passado, presente e futuro de modo exaustivo e pleno, mas também todas as milhares de combinações hipotéticas que poderiam ter ocorrido, mas que por N razões não ocorreram (1° Sm 23:9-13; 2° Rs 13:19; Sl 81:14-15; Is 48:18; Mc 11:21). Portanto, Deus sabe de tudo.
2. O teísmo aberto prejudica a reputação de Deus como governante supremo do universo!
Um dos pré-requisitos óbvios é necessários para que um ser governe absolutamente todo universo, no caso Deus, é que Ele conheça absolutamente todas as coisas, porque senão, Ele corre o sério risco de ser surpreendido por um evento qualquer a todo momento ou instante. Portanto, o Deus da Bíblia não é pego de surpresa por nada! Deus conhece exaustivamente e absolutamente todas as coisas, e até as contrafactuais.
Deus sabia que Adão cairia? Lógico que sim! Sabendo dessa queda Deus provisionou desde (ou Antes) a fundação do mundo (1° Pd 1.18-21; Ap 13.8) o remédio para o pecado! A criação já nasce no ambiente da redenção, com graça para todos! Deus não é pego de surpresa!
3. O teísmo aberto prejudica a nossa confiança em Deus.
Como podemos confiar em um Deus que não conhece todas as coisas? Como confiaremos em Deus limitado? Um Deus onde o futuro o surpreende? Como podemos confiar em um Deus que não sabe o que vai ocorrer no futuro ou com nossas vidas? Como podemos confiar nossas vidas a esse Deus? Pois ele pode ser pego de surpresa com algum evento?
Dito isto, o deus do teísmo aberto não é o Deus bíblico e ortodoxo!
Pense nisso e cuidado com as heresias!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Lembre-se:

Se Deus não te abandonar, o resto você supera.

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⁠Na qualidade de cristãos, somos privilegiados por receber agora de Deus o que não é senão uma prova antecipada de uma manifestação plena do Reino de Deus que está por vir (Hb 2.4). Esse desdobramento da escatologia bíblica - o aspecto "já e ainda não" do nosso estado atual - é um lugar de tensão santa no qual todos os cristãos deveriam desejar permanecer.

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⁠Ore! Nada está tão fora de controle que Deus não possa por em ordem.

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