Obrigado meu Deus pelas Respostas
Enquanto você se afastava lentamente de mim,sentia como se meu coração começasse a despedaçar lentamente,e eu sabia que esses pedaços iriam sempre pertencer a você.
Eu sinto que eu to viva a cada lágrima que corre pelo meu rosto. Meu coração esta despedaçado mas cada pedaço dele bate por vc, e a cada batida eu lembro, e sofro...
Ao meu amor Platônico (...)
Amo!
Dentro do que sinto não cabe outra nomenclatura... Amo seu jeito único de sorrir, a forma carinhosa que me chamas, o teu olhar...
Poderia passar a vida mergulhada nestes olhos, isso me bastaria...
A tua voz... A tua voz é inconfundível, a reconheceria em meio a uma multidão...
E esse cheiro que emana de você, é maravilhoso, cheiro de música, envolvente, viciante, calmante...
Esse teu jeito acolhedor, que cativa e encanta todos que te cercam...
Poderia passar a vida a falar de todas as qualidades que encontrei em você...
Poderia lamentar não te ter... (Lamento...)
Mas, entendi que o que tenho de você é perfeito, e que até imaginar o sabor dos teus beijos me enche de prazer tal qual se o provasse...
Que imaginar o calor dos teus braços me faz suspirar de emoção, imaginar tudo o que não vivemos, me faz viver... E eu tenho medo, medo que a realidade me furte essa perfeição e que me restem lembranças rotas de um equívoco...
Então, congelo essa versão tão minha para me manter viva, pois não sei se perdendo tudo, resistiria...
Não sou rosa, não sou pura
Não sou dele e não sou sua
Meu caminho tem mais espinhos
Que a própria rosa nua
Digitais que marcam meu corpo
feito tinta que o amor não apaga
tatuagem de esperança
laço que não se corta
nó que não desata.
As minhas mãos em suas mãos
entrelaçadas.
Quem irá dizer
Que isso não se chama amor
E vai me convencer
Que o meu coração se enganou
Se a cada passo que eu ando
Eu só penso em você
O teu olhar lindo me filmando
Um sorriso bobo por me ver
A bênção, Bahia
Olorô, Bahia
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia
Nós viemos dormir no colinho de lemanjá!
Nanã Borokô fazer um Bulandê
Efó, caruru e aluá
Pimenta bastante pra fazer sofrer
Bastante mulata para amar
Fazer juntó
Meu guia, hê
Seu guia, hê
Bahia!
Saravá, senhora
Nossa mãe foi-se embora pra sempre do Afojá
A rainha agora
É Oxum, é a mãe Menininha do Gantois
Pedir à mãe Olga do Alakêto, hê
Chamar Inhansã para dançar
Xangô, rei Xangô, Kabueci-elê
Meu pai! Oxalá, hepa babá!
A bênção, mãe
Senhora mãe
Menina mãe
Rainha!
Olorô, Bahia
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia
Nós viemos dormir no colinho de lemanjá!
Volta pra mim meu amor, a vida não é a mesma sem você, eu te amo demais e ninguém serve em seu lugar.
Eu faria tudo pra te ter de volta por que eu te amo demais.
Não pode haver em mim nem maquiagem nem dissimulação, e jamais se percebe em meu rosto as aparências de um sentimento que não esteja em meu coração. Enfim, sou em toda parte tão semelhante a mim mesma que ninguém poderia me ocultar...
" Meu desejo sincero e com alma é que nunca lhes falte viço na plantação. Que jamais a vida lhes negue um abraço, um sorriso, uma sorte, uma luz...
Meu humor depressivo acalenta algumas almas e atormenta outras. Ótimo. É exatamente isso que espero.
O Meu Destino
Vivo de inquietações…
De sombrios desejos…
As minhas ambições,
andam traduzidas
nos rúbidos lampejos,
dos meus olhos em fogo!
Não cedem à agonia do meu rogo…
Andam fugindo ao meu destino.
Nem sentem os meus nervos estalar!
E os meus braços desgarrados
procuram em desatino –
sem nada encontrar!
Rasgo nas mãos doloridas,
escorrendo de luar,
as sombras espavoridas
que me ensombram o olhar!
Anda a loucura a desgrenhar-me –
o corpo e o pensamento…
As minhas horas, vão escurecendo
no destrambelho dos meus cuidados…
E eu vou andando
vagarosamente
os olhos roxos de sombra,
amargurados
demandando
tristemente,
o caminho,
do negro labirinto,
onde se perdem
os alucinados!
Te amo do fundo do meu coração, tão profundamente que toca a alma... Te amo almamente...
Te amo tão simplesmente, sem necessidade de esforço algum, com a simplicidade do amor terno, do simples ato e fato de amar...
Te amo com sorrisos de alegria, que alegram o meu dia essa felicidade de amar... Te amo com os olhos, com a boca, com o corpo inteiro.
Te amo por inteiro, do inverso ao verso, de janeiro a janeiro...
E mesmo se o mundo acabar, continuarei te amando, não importa onde eu estiver, não importa hora ou lugar. Te amo além da vida, além do amor, além da poesia e também da dor... Te amo e ponto. Ponto final. Ou reticências. Te amo e um suspiro. Um sorriso e volto pro chão. Suspiro de novo, uma lágrima brota da alma ao coração, escorre nos olhos. Ai que saudades. Te amo e pronto. Sem mais nem menos. Sem explicações nem condições. Sem restrições ou imposições. Te amo no começo, no meio e sem fim.
É humanamente impossível não fundir meu corpo ao seu, quando o desejo nos cala, aliciando a malícia, persuadindo o pecado, induzindo nossas mãos inquietas, instigando o desejo que arde em nossos recantos secretos, paraíso da luxúria, um pouco abaixo do umbigo.
Meu avô costumava me dizer que o futuro pode nos dar o que quisermos. Que se esperarmos tempo suficiente, o futuro irá criar o que queremos. Talvez através da tecnologia ou talvez apenas fazendo com que a gente não queira mais determinada coisa. De qualquer forma, a resposta está no futuro.
Meu coração é do tamanho de minha morada.
Posso comparar meu coração com o tamanho de uma morada?
E se posso, qual tamanho escolheria?
Seria uma casinha simples nos montes, ou uma mansão luxuosa nos alpes?
Se meu coração fosse do tamanho de uma morada, o que eu colocaria em seu interior?
Pessoas ou objetos?
Sentimentos ou razões?
Meu coração, minha casa, meu refúgio d’alma.
Para adentrar em minha casa, não será tarefa fácil, será necessário será bater palmas em frente ao portão da confiança, ah! Isso será requisito para visitar meu coração.
Ao escutar o bater de palmas, espiarei pela janela d’alma, observarei atenta e cautelosamente e, se o calor das palmas, ecoarem para o interior do meu coração, abrirei suas portas.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar.
Mas, educada, paciente e carinhosamente, peço a quem entrar que não estrague nada.
Não estrague minha morada, por favor, não me danifique.
Se arrastar meus móveis, que os coloque no lugar, se sujar, limpe, se estragar, conserte.
Habite nele como a um morador zeloso, cuide de quem lhe deu abrigo.
Ah! Como eu gostaria que minha casa fosse uma obra inacabada.
Se assim o fosse, derrubaria, reformaria e nem um estrago ficaria.
Com pesar e olhos marejados descubro que quanto maior minha morada, maiores cuidados necessitarão e, quanto menor, mais difícil sua habitação.
Meu coração, minha morada, se não pequeno nem grande, mas do tamanho dos conflitos de minh’alma.
Meu coração, minha casa, meu enterro d’alma.
Cansei! Não vou gastar nem mais um segundo do meu tempo com quem nunca tem tempo pra mim, nem se importa comigo.
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