Obrigação
Mais um ano então iniciou
amar não virou uma meta
e sim uma obrigação.
Porém desejo muito mais amores
prováveis do que os improváveis.
E o que no passado só tinha me aborrecido
hoje caminho sem tropicar, com um enorme desejo de amar...
Mais um dia se renova no ar.
Ser feliz é muito mais que uma simples rotina e sim uma obrigação.
Dia após dia vivendo intensamente.
Jamais se esquecendo de um passado,
já ultrapassado porém sempre lembrado.
Dos antigos erros, desta vez será diferente.
contornarei o indesejado pisarei com mais cuidado....
Não é obrigação da pessoa que foi ofendida pedir perdão. Essa obrigação é de quem ofendeu. A obrigação do ofendido é liberar o perdão.
Ser grato não é apenas dizer 'obrigado' por obrigação, mas demonstrar gratidão através de gestos genuínos, vindos do fundo do coração.
Favor você faz quando é possível, viável. Seja para quem for, favor não é obrigação, é circunstancialidade. Observe que quando você diz não, você desagrega. Se você pode comprar um serviço, não peça, compre-o. Favores são como cartas para serem usadas no futuro por quem os faz. Raras são as pessoas que não usam favores como moeda de troca. Seja raro.
Fazer o bem por vontade própria gera mais satisfação do que por obrigação. Se algo lhe é dado por obrigação, de alguma forma isso não é bem recebido. Quando há generosidade espontânea a felicidade é amplificada.
Temos a obrigação de carregar nossa inteligência onde quer que estejamos. Cérebro não tem interruptor. Aja com inteligência até para desfrutar do seu lazer.
O "sentido" é subjetivo. Não quero ter a obrigação de ser conciso para uns e difuso para outros. Cada um que me interprete como lhe aprouver.
Promover uma educação pública de qualidade não é um 'crime'; sem dúvida, é uma obrigação, um direito! Portanto, não se deve torná-la uma tortura para aqueles que a servem com dedicação e comprometimento moral.
Nunca esqueça de ser grato. Afinal, você tem o dever e a obrigação de agradecer todos os dias por tudo que você tem de bom na sua vida.
Você não tem a obrigação de agradar a ninguém. Porém,você tem a obrigação de respeitar,ser agradável e gentil ,até mesmo com aquelas pessoas indesejáveis e intoleráveis que não são,nada agradáveis com você."
---Olívia Profeta---
Petite...
É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer!
Petite...
É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer!
Por amor...
Pensando bem, não existe amor que supera tudo.
O que há são pessoas que se sujeitam a tudo por ausência de amor.
Amor próprio.
Le Retour!
Talvez se eu pudesse voltar a um lugar onde nunca fui, quem sabe eu conseguiria dizer onde eu gostaria de ficar...
Está tudo tão diferente...
Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos...
Se algum dia eu a tiver...
Mas, sabe de uma coisa?
Está tudo tão diferente...
Eu sou mesmo assim… É assim mesmo que eu vivo, entre o limiar do que você imagina ser insanidade e o que eu considero tão somente normal! E prá continuar no meu mundo, há apenas duas possibilidades: ou você embarca em minhas loucuras, ou crie você, as suas. Porque é assim que eu gosto de viver! Loucamente!
E assim, não mais que de repente, ela descobriu que a felicidade não se curvava às suas auto-sabotagens. Então, ela seria mesmo obrigada a ser feliz!
Malditas lembranças que ainda teimam em me fazer prisioneira da tua imagem.
Malditas!
A minha loucura tem nome. Um nome próprio.
Doutes
Sabe, cansei-me da minha roupagem velha. Cansei-me dos meus vestidos, dos meus sapatos, das minhas nuances, das minhas emoções, das minhas dores, dos meus amores. Preciso de outros ares, alcançar outras estrelas, navegar outros mares. Mas, na verdade, ainda não sei onde quero ancorar. Aliás, também não sei se quero mesmo ficar. Então, ficarei em preto em branco. Por enquanto não correrei o risco de me entediar com outras cores...
And the oscars goes to
Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.
