Objetos
Somos máquinas de carne...
Num mundo de máquinas
Somos copilidos a ser objetos...
Ovelhas cegas conduzidas por lobos...
Ainda assim vivemos história a beira da fogueira. Contamos histórias,
Somos copilidos por máquinas que tem
Alienação de dados e informações fraudulentas fragmentos da verdade que vivemos numa sonho de otupia.
Para tais os amante de sonhos são expostos e condenados pois ignora é simplicidade abandonado da compreensão.
Fatos são mentiras expirou a muito tempo a verdade não enche o patrocínio de ninguém, o patro vazio é retrato do abandonado mais maquiado é o prato do dia. ..
Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.
Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.
As memórias afetivas se escondem em objetos sem nome. Um copo, uma folha, um bilhete rasgado. Eu os encontro e reconheço, aqui vivi. Eles não falam alto, apenas lembram com calma. E eu, como bom ouvinte, aprendo.
Uns precisam de músicas, momentos, ou objetos específicos para lembrarem de alguém. Outros, como eu, precisam apenas estarem vivos para saber que você existe dentro de mim.
Não faça da sua vida um filme. Filmes têm roteiros, falas ensaiadas, dublês,objetos cenográficos,tapas de mentirinha... faça da sua vida um show ao vivo.
Me deprime olhar fileiras e mais fileiras de seres humanos , ricos em todos os tipos de objetos desnecessários e extremamente pobres e qualquer tipo de bom senso ou inteligencia , doce zoológico humano .
Não vejo motivos pra se guardar uma caixa com objetos antigos, prefiro esvazia-la e ter aquele espaço preparado possibilitando que coisas novas possam ser organizadas e utilizadas.
Que eu nunca desista de aprender a transitividade do verbo amar, apesar dos imprevisíveis objetos que já tentaram me servir de complemento.
Felicidade não se resume em objetos materiais, nem dinheiro e nem em qualquer outra coisa em que nós seres humanos construimos de valor. Felicidade se resume em um sorriso seu quando se quer fazer uma pessoa se sentir bem, num abraço de urso quando se agradece pro algo ganhado ou apenas uma palavra que te consola. felicidade entretanto é, jestos de carinho, afeto, amor, cosolação...Ajir de modo natural não é um defeito, é apenas qualidades que hoje em dia são difíceis de se encontrar.
ENVELHECER PODE SER LINDO!!!
As pessoas têm o hábito cultural
de envelhecer objetos
em nome de algum embelezamento
decorativo e superficial...
Por que não admirar a beleza
no envelhecimento das pessoas?
Quando nada daquelas que fizeram
ou fazem história conosco?
(Se não, tudo se faz tão tosco!)
Curtamos cada ruga na pele,
que elasteceu, enrugou,
mas não perdeu o calor
nem a capacidade de nos reconhecer...
Mesmo que já tenham perdido parte da,
ou, toda a visão, algo próprio à própria velhice,
mas, sem desperceber-se do seu amor por nós, no nosso cheiro ou pelo tom da nossa voz...
Caso contrário, é de se tirar chapéu
o quanto o ser humano é cruel
conquanto, o próprio ser humano,
que ama ver corações sangrando!...
É um verdadeiro desprezo
a esse ser que fizeram inútil
ou será que a juventude não passa
de um tempo fútil?...
No meio destes objetos nômades
Meu coração é estrada, sem placas, sem sinal
sem faixas e com multas altas
Uma estrada longa com sol insistente
e tal, como ele, meu amor ainda caminha
E quando é noite, o céu é estrelado
tão claro, que parece dia
e a gente dorme junto, mesmo longe
A saudade faz carinho
enquanto o sono não vem
E eu te desejo boa noite
e toco no seu rosto em pensamento
Então você me abraça forte
me diz que tudo vai ficar bem
e eu fecho os olhos...
Minha coleção não é de objetos, é de amigos, até o fim de minha Vida ou começo de outra pretendo completá-la.''
Quando as paixões são vivamente abaladas pelos objetos presentes, os mais sábios discursos, a enlouquencia mais arrebatadora, as verdades mais sublimes, não passam, para elas, um freio impotente que logo despedaçam.
Cansei sabe ? Cansei de algumas pessoas, de alguns costumes, de algumas roupas, de alguns objetos, de algumas músicas,
pra dizer a verdade, cansei de uma parte de mim, aquela parte compreensiva, que estava sempre disposta a ajudar, a ouvir e entender.
Cansei, não porque sou egoísta, cansei porque nada é pra sempre, e se eu continuasse a manter esse lado, acho que nunca me mostraria por inteiro ao mundo, acho que só eu ia me conhecer por inteiro e algumas vezes ia duvidar do que eu mesma era, pois pelo fato de tanto ajudar, compreender, ouvir etc, a parte de mim que precisava ser ouvida, compreendida, ajudada etc, seria esquecida, seria encoberta, sobrecarregada por problemas alheios que eu tomara para mim, sendo assim, eu não seria eu, não viveria para mim nem um pouco, eu seria de todos, e ninguém seria meu.
Dar nomes a objetos, criaturas, atitudes e sentimentos equivale a suprimir boa parte da poesia, que é feita gradativamente por dedução, sugestão e sensação. Eis a magia.
"Os sonhos são como objetos valiosos por trás de uma vitrine. A maioria das pessoas olham e desejam tê-los, mas poucos são os que pagam por eles."
