O Vento e a Chuva
Agora a chuva cai lá fora.
O vento sopra forte, balançando e derrubando, levando embora as folhas e flores recém brotadas.
O cheiro da terra molhada é relaxante, a euforia é imensa, porém não é a mesma da qual se eu estivesse deitada sobre a grama, sentido o céu desabar sobre mim, e as gotas percorrendo pelo meu rosto e corpo, correndo pelas milhas e milhas de pele sem cor. Seria o significado liberal de liberdade.
Um dia eu já estive lá fora, já estive sentindo a liberdade, já senti a euforia, a vida e a paixão, mais esse ... Não é esses dias.
Hoje eu continuo a olhar pela janela.
Poema:
Natureza
Chuva e vento que trazem a sinfonia de uma nova melodia,
trovões e relâmpagos demonstram a dança de uma nova alegria.
A natureza com sua força e vigor aos poucos pede seu brilho porque o homem lhe roubou.
Roubou riquezas e nem ao menos se arrependeu,simplesmente ignorou o choro da terra que clamava por amor. O ser humano alheio ao seu próprio egoísmo esqueceu que tudo que se planta simplesmente colherá,
então a natureza em seu furor simplesmente devolve o que o homem causou.
Tempestades e destruição,catástrofes e perigo não por maldade que a natureza faz mas pelo peso das pancadas que ela traz.Um dia o homem aprenderá a respeita-lá ou simplesmente ela se defenderá como sempre faz....
Autor: Jefferson Allmeida
Gosto do inverno...
do frio, da chuva,
do vento gelado na cara em dias de sol
de me enrolar nas mantas
de me aninhar num outro corpo quente
da lareira acesa... se a tivesse
Poeta não é só aquele que escreve poesia
Poeta faz da chuva, do vento
Da tristeza da alegria
Da noite e do dia
Uma eterna poesia
Anjo
Sou a chuva que cai,
e molha teu coração
Sou o vento que sopra,
e leva tua solidão
Sou a estrela que brilha,
te mostrando a verdade
Sou um anjo realizado,
por te trazer felicidade
Quero tomar banho de chuva, quero lavar a alma e quero sentir aquele frio na espinha quando o vento bate com a água fazendo a pele arrepiar.
Quero que faça sentindo tudo o que disse e o que ainda tenho a dizer.
Quero troca beijos e olhares. Mãos entrelaçadas e todo o resto, tudo o que eu puder ter.
Quero nostalgia em cheiros.
Quero a verdade sobre os sentimentos e sobre as pessoas.
Quero a certeza de todo uma vida e mesmo que demore, eu quero você nessa vida.
Deus é tudo que você vê...
A água na torneira
O vento
O Sol e o calor
O frio e a Chuva
As árvores e os animais
As coisas mais simples da vida vem dele porque Deus é simples...
Sopra o vento contra os ouvidos e ensurdece. Cala os gritos que te querem de volta.
Pinga a chuva contra a pele e umedece. Camufla as lágrimas e chora. Projeta a luz contra os olhos e ofusca. Apaga o farol que me conduz e afunda. Estampa um sorriso contra o peito e queima. Queima saudade, lágrima e farol, o amor que era acabou — e só sobrou sua marca, enganosa, que te vende a mim, eternamente.
A chuva pode encher o riacho até transbordar,
mas o riacho continuará no mesmo lugar.
O vento vem em tempestade, a mil por hora,
e ainda assim, a montanha permanece firme no mesmo lugar.
O sol pode aquecer tanto
a ponto de não sobrar vida em nenhum lugar,
mas basta a água tocar a terra
para que a vida floresça outra vez.
Tudo tem um propósito,
mesmo que não compreendamos o verdadeiro sentido
da vida vivida.
Como o vento a entrar pela janela.
"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver
Sentido e nem valor
O que vale na vida é o amor
Amar é enxergar a beleza
E sentir o seu sabor
Na água da chuva que cai
Na beleza da noite
É olhar-se no espelho
Poder ver a sorte
Pela imagem refletida
Ser somente uma ilusão
Por mais bela ela seja
Pois a imagem verdadeira
É o Sol no céu
Numa mente que o veja
E que sejam todos nossos sonhos
Bem assim
Como o Sol que brilha
A beleza na vida é o olhar que trilha
Confiante
Encarar de frente a todas as vicissitudes
Como quem sorri perante o espelho
E entender que o velho Sol é também uma ilusão
Como a chuva que se torna tempestade
O que vale na vida é o amor
Que se vai, que voa e que evapora
E que volta maior quando retorna e que te invade
Como o vento pela janela
No momento em que transforma a brasa em chama
E a chama da vela em nada
Nada além de uma vela apagada
E teu quarto em escuro
Era tudo o tempo todo uma questão de proporção
Pense, que o futuro continua a pertencer a Deus
Apesar de tua ilusão ao olhar pro espelho
Pois, em toda tempestade que cair
O Sol vai estar brilhando lá no céu
Talvez leve algum tempo pra entender
Que a beleza mora lá no olhar
Que sorri quando chora e está aqui
Mas que olha e não vê. "
Edson Ricardo Paiva.
Uma noite no copo de Vinho .
A noite chegou , a chuva também , o vento está forte lá fora , aqui em casa me encontro nessa mesa , uma vela acesa e um copo de vinho , me vejo sorrindo ..
Buscando sair da escuridão e da solidão , um vinho doce me faz refletir muito longe daqui , em um lugar onde possamos sentir a vida mais feliz .
Nossa luta é diária , mas gente!? Nos resta entender que pra vencer há sempre um caminho , e quem sabe no copo de vinho , ele é doce e sereno ,não ! Não é veneno, pelo contrário , ele acalma nossa alma .
Entenda ! Estou nessa mesa , sem tristeza, na leveza , no último copo de vinho, que me fará dormir e sentir uma noite de sono tranquila.
Amigos , amigos , a vida é contínua, sigam na luta e lembre-se, que em nossa mente , tudo surge de repente, numa noite no copo de vinho.
SENTIMENTAL.
Antes que a chuva molhe meu peito quero que o vento arrepie o meu corpo, antes que as lágrimas escorra pelos cantos dos meus olhos, quero quer saiba o motivo que me fez chorar. Se nada do que tô sentindo faz sentido para você seguir seu rumo. Quem não será capaz de se importar com minhas lágrimas, também não terá motivos para se importar com meu o sorriso.
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O vazio
A gota de chuva no telhado
A vaca que munge
Os vizinhos que conversam
O vento frio que toca o meu corpo na varanda
O pensamento nele e o olhar no horizonte
Questionando se sente o mesmo que eu
A chuva cai, mas o vento é canção
O tempo ensina a ter mais paixão
Entre tropeços, risos e paz
É contigo que tudo se refaz - Frase da música Dia Após Dia do dj gato amarelo
Quero de Volta
Quero de volta minhas noites de chuva, minhas estrelas, meu céu nublado e o vento cortado.
Minha lua em todos os estágios. Nova, crescente, quarto crescente, cheia, minguante e quarto minguante.
Deitar na grama, na areia ou na terra para viajar no espaço e ver as figuras que se formam com o movimento das nuvens. Balançar na rede e embalar a rede.
O papo solto, os assuntos proibidos, os assuntos leves e também os pesados. As verdades de qualquer estirpe.
As músicas de qualquer espécie. As espécies que falam da gente e que falam nada. Que fazem sentido e que sentido não tem.
Quero de volta o acordar mais tarde com o peso do teu corpo e o carinho de um beijo.
O roçar de dedos, de mãos, de pernas, de narizes, línguas e corpos, do roçar das mentes. Os prazeres, arrepios e gozos.
As pernas que pesam umas sobre as outras, as pernas que descansam umas nas outras. As pernas que seguem as mesmas trilhas, que caem e se levantam, que se cortam e se cuidam.
Os pés que acariciam outros pés. Os olhos e olhares diretos, furtivos e de lado. O cuidado do corpo, da alma, das feridas, dos achares e dos pensares.
As brincadeiras sem graça com grandes risadas, risadas que não acabam e risadas da seriedade.
Quero de volta a honesta palavra e a atitude honesta. O reto, sem subterfúgios, as escolhas diretas, a prioridade, o correto jeito das coisas.
A transparência das roupas, da alma e da mente. As corridas, os treinos, a endorfina, o prazer da diversão a cada passo, a cada papo, a cada abraço, a cada pingo, pingo de suor, suor que encharca, encharca o corpo e a alma.
Quero de volta meus sonhos, meus pesadelos, minhas ilusões, minhas desilusões, fantasias, viagens e imaginações.
Quero de volta as surpresas feitas, as surpresas recebidas.
Quero de volta a alegria pura, a felicidade gratuita, o encontro por acaso e também o descarado.
Quero de volta o namoro na chuva.
Será que a lua se lembrou do sol,
Ao ver a chuva se atirar no mar,
Enquanto o vento abraçava
Os girassóis,
Sei lá.
Será que o sol gritou pra ela escutar,
Ao ver no horizonte ela partir,
Enquanto ele acordava
Via o luar
Dormir,
Sol e lua, vi vocês daqui.
Noite fria, chuva martelando o telhado, vento que uiva nas copas. As ruas estão vazias, a cidade ilumina apenas o que é frio, que não tem vida, não vejo ninguém, como se a cidade tivesse recuado para dentro de si. Caminhar nessa chuva é rasgar-se por dentro, poucos têm estômago para esse abandono.
