O Vendedor de Sonhos
Venderia todos as minhas ideias, todos os meus sonhos para que todas as crianças pudessem ter acesso a habitação, a uma boa escola e alimentação
A fabrica"
A fabrica, fábrica ilusões
Que vende a você...
A fabrica, fábrica sonhos
Que você consome...
A fabrica, fábrica estatus
Que você deseja ter...
Fábrica matéria,
Ela fábrica poder...
A fabrica, fábrica tudo
A seu redor...
A fabrica, fábrica tênis
Carro, combustível,
Roupas, transgênicos,
Remédios e, até veneno...
A fabrica, fábrica guerras,
A fabrica, fábrica armas,
Fábrica corrupção,
fábrica alguns ricos,
Muita miséria e, doenças...
Oque a fabrica fábrica
A TV....
E, a TV fábrica noticias
Ela também vende
Oque a fabrica, fábrica
E, você compra...
Só não fábrica...
Oque sua alma precisa!
Se nossas padarias, em vez de sonho, vendessem juízo, talvez fôssemos um povo mais sensato e menos sonhador.
Não seja apaixonado pela ideia de vender os sonhos de outra pessoa...
Apaixona-se na ideia de acreditar em si mesmo.
Tome cuidado para quem você conta os seus sonhos. Porque até os próprios irmãos de José o venderam.Você não pode confiar em todas as pessoas
"Sonhei que pegava tomates de um caminhão, eu pegava eles para vender, porque no sonho eu tinha uma banca e eu iria ajudar o senhor a vender, porém quando ele percebeu que eu havia pegado, ele foi atrás, reclamou e pegou de volta os tomates, eu fiquei desnorteada e triste, por ele não aceitar que eu o ajudasse. "
Agosto de 2024
Os vendedores de sonhos e esperança
No mundo moderno, há um comércio silencioso e invisível — um mercado que não expõe vitrines, mas seduz multidões: vende-se sonhos, negocia-se esperança. E quem domina essa arte, prospera. Enriquece não apenas de bens, mas de influência sobre almas cansadas.
A humanidade, em sua essência mais profunda, tornou-se carente do divino poder de sonhar. Aos poucos, vai perdendo a esperança, e muitos, já exaustos, desistem até de si mesmos. É nesse terreno árido que surgem os chamados vendedores de sonhos — raros, eloquentes, envolventes. Com palavras bem construídas, acreditam transformar destinos. E os que ouvem, sedentos de sentido, creem ter sido salvos por discursos. Mas, no fundo, há um equívoco silencioso: ninguém pode vender aquilo que já habita o interior do outro.
O homem carrega dentro de si uma chave invisível. Quando acionada, ela não abre portas externas, mas desperta mundos internos. É ali, no íntimo, que a verdadeira transformação acontece — não pela voz de outro, mas pelo eco que essa voz encontra na própria essência.
Entretanto, o mundo moderno parece empenhado em sufocar o sonhador.
Arranca-lhe a esperança de viver, de se reinventar, de ser livre. Um sistema sutil e dominante molda pensamentos, condiciona desejos e ensina a se contentar com migalhas — migalhas emocionais, espirituais, existenciais.
E assim nasce uma dependência perigosa: a necessidade constante de alguém que diga o que sentir, no que acreditar, para onde ir. Até a fé — que deveria ser livre, gratuita e íntima — passa a ser moeda. Negocia-se o sagrado como se fosse produto, quando, na verdade, foi dado sem preço, sem barganha, sem troca.
Multiplicam-se os discursos, os palcos, os mediadores de ilusões. Muitos, com dons refinados de oratória, se erguem como guias, quase salvadores, oferecendo sonhos em larga escala. E em troca, pedem algo sutil, porém profundo: devoção, dependência, idolatria.
Que ironia dos tempos… Sonhos e esperança, outrora essência da alma, tornaram-se mercadoria. E aquele que pregou o amor, o perdão e a misericórdia — Jesus Cristo — que nada vendeu, que tudo doou, inclusive a própria vida, hoje tem seu nome muitas vezes usado como selo de comércio.
Vivemos dias em que a alma humana é leiloada em parcelas de ilusão. Dias em que a liberdade interior é trocada por conforto emocional imediato.
Caminhamos, lentamente, rumo a uma escravidão invisível — não de correntes nos pés, mas de amarras na mente e no coração.
Mas a história… ah, a história já foi escrita.
E quando o silêncio cobrar das palavras,
quando a verdade se impor sobre os discursos,
quando o homem, enfim, olhar para dentro de si…
a conta chegará.
Atila Negri
Na compra de uma franquia, o marketing te vende o sonho, mas é nas 90 páginas que você ignorou da COF que costuma morar o seu pesadelo.
O político vende sonhos de uma vida melhor e o eleitor compra pela necessidade de acreditar nessa possibilidade.
Primeiro,
Nos vendem sonhos
Nos vendem amores
Nos vendem a liberdade.
Depois,
Nos tiram sonhos
Nos tiram amores
Nos tiram a liberdade.
No resumo,
Você vive pra se encaixar nesse sistema.
~ ou ~
Você vive pra destruir esse sistema.
No fim,
Você não vive, só fim.
Os que mais vendem sonhos, são aqueles que, no " hospital psiquiátrico ( sociedade ) " são chamados de dementes.
Meu bem meu mau
Um vendedor de sonhos
Na sua banca a gritar,
vinde a mim encontre seu sonho,
leva-o contigo
Gritante a muitos ouvintes
escutem o meu chamado,
Aquele que de mim ganhar seu sonho
levarás contigo o realiza-se de sí
Ver-lo ali, me faço a sonhar,
como é seu mundo sóbrio a verdades
em continuo vencedor dos sonhadores
Olhante ao seus mitos,
dei-lhe ao sonhador um justo motivo a vender,
Por que sonhas em realizar sonhos alheios,
elege-se arcanjo dos sonhadores.
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