O Valor da Imperfeição
vida real
Aprenda a administrar o dinheiro sem apegos ou imprudência.Busque o verdadeiro valor
das coisas,para ter mais segurança no futuro.Seja mais determinado consigo mesmo.♥
Às vezes é necessário aprendermos com nossos erros, para dar mais valor as coisas que estamos vivendo!
Vivendo e aprendendo ou sofrendo???
Alguma coisa me diz que nada que vc falou era verdade...
Pensei em voltar ao passado e acabar com esse sofrimento, mas morrerei com essa duvida de reviver teus erros e perdoa-los
mas não quero perdoar você nem ninguém...
Você não merece meu amor, você não merece nada de ninguém!!!!
Pois esquecerei vc, ainda tenho amor próprio e não irei descer ao teu nível!
Jamais ganhara meu perdão te coloquei pra fora do meu coração!
Ninguém morre de amor
a vida não tira seus méritos
Ninguém foge sem valor
sem falsos apelos inquietos
Amor é vida e partilha
não é sim, sim é não
Se a troca não é concebida
amor de mentira, é paixão
Quando tudo é menor que a dor
nem assim se pode morrer de amor
Quanto melhor se compreenda o valor da paciência, maior será a eficácia com que nos servirá o tempo, dando-nos, por outra parte, uma serenidade de espírito que o impaciente não conhece.
Dê valor a vida!
Tudo na vida tem um certo valor
Qual é o seu valor?
E o que TU andas fazendo da vida?
O homem que tem coragem de desperdiçar
uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Cuide mais da sua vida. É Tão bom viver dia a dia.
Tu Tenhes a chave e os cadiados que são necessarios.
A vida é a arte do encontro. Encontre-se!
Sem medo. Uma escolha, que pode te levar, ao recomerço ou fim.
Se não fizeres isto, quem o fará? Se não o fazes logo, quando será?
"O valor que atribuímos a nós próprios é a mais alta cotação que podemos obter; então, que não nos poupemos elogios!"(josé valdir pereira)
Minha mãe me ensinou a dar valor ao trabalho dos outros: "se você e seu irmão querem brigar, vão pra fora. Acabei de limpar a casa!".
O Valor da Vida
Vivia a vida vazia, devorando-lhe vorazmente a vontade.
Viciara em vagabundear.
Vez em vez vinha um vestígio vacilante de vontade de viver.
Viver por viver, para vadiar, vagar sem vicejar.
Voraz, veio o vento imprevisível do vaticínio...
Verdugo velhaco?
Preferível: virtuoso vaticínio!
Vira a vida, devolve a visão, removendo a viseira da vida semi-vivida.
Viva, à vida!
Viver sem vínculos de conveniência!
Viver para viver as vintequatrohoras da vida, bemvividas!
Viver com volúpia cada virada da vida!
Viver, visto que viver, é versejar
O Valor da Vida
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Márcio Funghi de Salles Barbosa – www.revistaconsigo.com
Desejo esclarecer o vaticínio citado: Há 34 anos, num sábado, estava almoçando e recebi um telefonema de uma cidade vizinha a Araras, de um filha dizendo que seu pai tivera sintomas do que intuí era um derrame cerebral. Sete dias de trabalhos e no sábado seguinte fui comunicado que recobrara os sentidos, mas estava morrendo. Corri ao hospital vi o neurologista fazendo o impossível, a família no quarto chorando e ao me aproximar do cliente, com o mesmo sorriso nos lábios que sempre tenho, ele me disse, com voz embargada: "Tire estes urubús daqui!" Referia-se à família e dizia que não precisavam chorar, pois viveram felizes fazendo o que fora possível fazer, nunca deixando de lutar para conseguir. A família se sentiu mais confortada e fui fazer o atestado de óbito no posto de enfermagem. No sábado seguinte novo telefonema, quadro idêntico: no outro sábado o cliente volta à consciência e desesperado pede para não morrer, aperta-me a mão desesperado, "pois não tinha vivido", só criara caso, distímico que era. A família estava fora do quarto conversando como seria o velório. Ao dar a notícia do óbito, a esposa ensaiou um chorinho, que mais parecia um samba-cançao de alívio. Saí para fazer o atestado de óbito e "tcham-tcham-tcham!": ambos tinham o mesmo nome, a mesma idade, vinham da mesma cidade, morreram em conseqüência de arteriosclerose, que ocasionou o acidente vascular cerebral hemorrágico.
Mudei minha vida e escrevi a aliteração. Quero pensar como o primeiro cliente, ao morrer: saber que tentei sempre.
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www.drmarcio.com
POR QUÊ? (WY?)
Pouco tempo depois de ter escrito “O VALOR DA VIDA!”,
descobrindo que a vida sem conveniências era a mais saudável, percebi o entendimento do por que a sociedade exigia tanto de seus participantes a ponto de obrigar-lhes a levar uma vida tão vazia.
Passei a ver pessoas assustadas, como baratas que fogem do inseticida; mudos que apenas fingiam não poder falar; gente que sofria de torcicolo crônico, de tanto balançar a cabeça, concordando com seus donos; homens fingindo serem poderosos; vi mulheres posando de vítimas submissas (que não o são); os jovens querendo fumar, beber, usar drogas, viver como manda o figurino; vi a lógica irracional do por que era preciso comprar o lugar no céu; ter um senhor da fé que os engane dizendo que tem a chave, quando a chave que tem é a do cofre, onde esconde suas pilhagens, para de poderoso, esperto, camuflado de enviado da Sabedoria suprema.
Entendi também por que tudo é envolto em mistérios, tudo tem peso e tudo é contado.
Penso no mundo recalcado, nas pessoas que servem sem sequer se dar conta que são massa de manobra. Penso nos infelizes políticos que crêem enganar a humanidade, a morrer de câncer ou outra doença grave, para sua autopunição.
Sofro quando vejo a destruição do nosso paraíso, por causa de dinheiro, poder...
Aí olho para a vida e sinto vontade de gritar: “Burros, estamos sendo burros ao trocarmos a felicidade por metas, que só servem para tentar causar admiração à nossa pessoa, mesmo sabendo que somos pequenos e que os pequenos é que são maravilhosos”.
Sei que os acomodados me chamarão de burro, que o que estou falando é mais velho que fazer as necessidades de cócoras; que não acrescentei nada.
Precisamos olhar para dentro de nós, nos vermos e nos aceitarmos sem a ditadura da INSEGURANÇA. Precisamos ao invés do medo, ser espontâneos, olharmos a fundo, enxergando, entendendo que temos livre arbítrio e que nossas buscas podem ser feitas sem medo à crítica, ou ao julgamento dos tacanhos.
Entendamos a ajuda valiosa, num pensamento de Millor Fernandes que abre muitas portas : "A leitura amplia minha ignorância".
Eles querem que trilhemos o caminho das pedras, porque se acharmos outro mais fácil, eles se desesperam...
A vida é tão simples, como quando em Minas os ingleses que levando nosso ouro nos inquiram sempre, buscando entender nossa paciência: _Wy? A resposta vinha sempre: _ É por que uai, é uai, uai!
Simples, espontâneo. Como o divino, uai!
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drmarcio@drmarcioconsigo.com
'...Da mesma maneira que tudo foi perdendo seu verdadeiro valor, foi perdendo a importância de um dia que hoje não passa de mais um dia...qualquer(...)'
"Vivemos como máquinas... Não damos valor ao simples, nunca está bom. A satisfação é uma meta quase nunca alcançada!"
a verdadeira educação nao desconhece o valor dos conhecimentos cientificos ou aquisiçoes literarias
mais acima da instrução aprecia a capacidade e a bondade de caráter o mundo não necessita tanto de homens de tanto intelecto ,mais de nobre caráter.
a formação do caráter é q já foi confiada aos seres humanos e nunca dantes o seu diligente estudo foi tao importante como hoje.
Eu sou o garoto arrogante daquela escola chata com um bando de gente sem um pingo de valor.Sou a pessoa mais nojenta daquela agencia que me fará artista um dia.Sou o cara de sombrancelha em pé quando dança.Que acaba sendo melhor .Quer vocês queiram ou não.
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