O Tempo Passa e a Gente nem Percebe
A gente precisa, com urgência, deixar o egoísmo de lado. Olhar para a vida e enxergar o que está ao nosso redor de fato. Sem véu, sem máscara, sem make up. Olhar nu, olhar cru, olhar limpo. E entender que a luta é diária. Que nem sempre é fácil viver. Que tropeços virão, sim. Que apesar de tudo vale a pena. E que a gente não precisa aprender da forma mais difícil e dolorosa.
Os que morrem vivem para sempre,
Se a sua causa é de toda gente.
Morte amedronta espíritos dormentes,
Fortifica alma lutadora para sempre.
Um dia a gente aprende que pessoas especiais passam por nossa vida a todo instante, mas cabe a nós termos sensibilidade e percepção pra não deixá-las partirem, sem antes dizermos que elas também se tornaram especiais para nós!
A gente precisa ter alguém que a gente possa cuidar e que cuide da gente também. O nome disso é sobrevivência. Mas se você coloca um encantamento nesse pensamento, aí já não é mais sobrevivência, é amor…
COMUNISMO E NAZISMO
Tem gente que ainda acha que o Nazismo foi o mais horroroso dos fenômenos políticos do século XX, tão virulento e contagioso como injustificável. Mas poucos se atentam para o fato de que o Nazismo (doutrina do Partido Nacional-Socialista Alemão) nasceu de uma interpretação nacionalista do projeto Comunista, enquanto a União Soviética, de Stalin, adotava uma visão internacionalista (que visava a abrangência supranacional do Comunismo).
O que o Nazismo pretendia fazer com judeus, ciganos, negros e homossexuais, os comunistas marxistas, que veneram até hoje monstros como Lênin, Stálin, Karl Marx, Che Guevara e Fidel Castro, pretendiam – e ainda sonham – fazer em todos os países do Mundo, com todas as pessoas, de todas as raças e línguas. E o fizeram com mais de 150 milhões de pessoas, assassinadas das formas mais infames na vigência do comunismo em países como URSS, China, Coréia do Norte, Vietnã, Camboja, Cuba, etc.
Não é bem assim...
Lã
Muita gente acha que sou fria no meu modo de pensar e agir...
Mas... acredite... não misturo minha vida pessoal com minha vida profissional...
Aprendi a fazer isso na "porrada"...
Durante o meu dia... posso pensar muito em você... e até sorrio... mas meu trabalho está em primeiro lugar nessa hora...
Quando estou em casa... ai sim... posso até me afogar nos meus pensamentos...
E se acha que sofro por você... e isso te angustia... como você mesmo disse... relaxa...
não é bem assim...
Sofrimento é doença... e se choro quando penso em você... choro por ser normal...
Mas não paro minha vida...
Sei o quanto sou especial...
Na verdade você já sabe o quanto quero você comigo... o quanto adoro você...
Mas você se sente pequeno... um lixo...
Você mesmo disse isso... e só me resta respeitar...
Aqui não existe proposta... e sim vida...
Fica ao seu entender...
Aqui não existe sonho... é realidade pura
Aqui não existe o "não posso fazer"... ou então... "acho que não vai dar certo"...
Aqui se faz... se acredita... podemos ficar mal algum mês do ano... mas a vida inteira?
Nem pensar... não faz parte do meu ser... (graças a Deus)
Se você quer ser meu... e me quer para você... estou aqui...
Se não... vamos ser sinceros... e resolver o que queremos...
"um caso..."
"Um de x em quando"...
Mas sem cobranças...
Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.
Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.
Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.
Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.
Se lutar por quem a gente ama for sinal de fraqueza, morrerei lutando pra pelo menos não ser covarde ao desisitir de um grande amor!
Coisa boa é gente simples e educada.
Sabe ser grata, agrada e transmite gentileza;
Fala com o coração; oferece café, sorriso, atenção e histórias mágicas.
Coisa boa é gente simples e educada, não segue rótulos, ri de si mesma, olha nos olhos, se coloca no lugar do outro e a quem precisa estende a mão;
Aprende, ensina, dá conselhos, valoriza a amizade e o conhecimento.
Coisa boa é gente simples e educada; sua alma e energia reluz; ama os animais, ama gente e ama a vida.
Gente assim, não é ser menor ou maior que ninguém, é apenas SER. Que não seja raro, porque gente simples e educada, faz muito bem e é sempre necessário.
A gente cansa, sabe? Cansa de ser romântico com quem não sabe o que é amor. Cansa de ser compreensivo pra quem só é intolerante. Cansa de ser gentil pra quem é arrogante. Cansa de falar o que sente porque vamos ser ignorados.
A gente cansa de tantas coisas… E eu simplesmente cansei.
Se o ar não se movimenta, não tem vento; se a gente não se movimenta, não tem vida.
E é tanta gente desinteressante, tanta hipocrisia, tanta gente vazia, tanto assunto inútil, que ando com preguiça para sair de casa.
Gente que diz que tem um relacionamento complicado. Um conselho: descomplique. Ou então, siga em frente. Vá ser feliz. A vida é muito curta para insistir no que não tem mais jeito. Sem mais.
A gente esquece
Que em alguns momentos,
tudo parece ser contra,
tudo apenas parece...
A gente sempre esquece que esquecer,
é uma questão de querer.
Quando se deixa esquecer...
um dia a gente esquece.
(Que queria esquecer)
Ha momentos na vida que a gente para e pensa: vou desistir! .. mas por mais que seja dificil não desista, dizem que as coisas mais dificeis são as que mais valem a pena. só desista quando você ver que realmente aquilo que você esta fazendo não vai dar em nada. o que quase nunca acontece porque tudo que você faz tem retorno. as vezes de uma forma positiva, outras de uma forma negativa. só depende da sua atitude. as vezes você esta só confuso. talvez nem seja aquilo que você quer mas o que o deixa interessado não é o que você vai conseguir e sim a conquista, o fato não ser uma coisa facil. parte de tudo na vida consiste em treinar o nosso coração a destinguir o amor verdadeiro de um mero capricho é ai que a gente descobre que o que não era pra ser. Nunca sera. E que o que vai acontecer vai ser melhor do que imagina. você pode se impressionar com as peças, confusões e com o final feliz que a vida te reserva ;)
A gente não pode viver a vida olhando para o que passou. Ninguém tem a obrigação de fazer você feliz. Não posso querer que alguém satisfaça meus desejos. E não devo, de maneira alguma, colocar na mão do outro a minha felicidade.
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