O Tempo Passa e a Gente nem Percebe
Que foi? Não achou que eu iria ficar aqui, durante tanto tempo, esperando você deixar de lado essa falta insuportável que você faz questão de não esquecer, não é? Não achou que eu iria ser a pessoa que aceitaria amar, mas nunca ser amado, não é? Sempre esperando que você pelo menos prestasse mais atenção no agora, em mim, do que em algo que já se foi. Eu não preciso aguentar isso, até porque uma hora a paciência acaba, o amor próprio aparece e o esquecimento toma conta.
O tempo de hoje é sufocante. As pessoas são sufocantes, elas não encantam mais, elas são mais máquina do que carne, são acostumadas a fazer o que fazem e não mudam, não buscam a si mesmas, não buscam a sua identidade que as diferenciaria da maioria.
O tempo é o melhor remédio para curar e apagar as cicatrizes que a vida vai deixando ao longo dos anos.
Bem meu, minhas memórias, são todas feitas de saudade e ao mesmo tempo, repressivas. São o que me mantém viva nesse vazio intenso de querer ser mais entendida, menos corrida. As lágrimas que rolam ao escrever, nem querendo você vai conseguir sentir, porque a dor é descomunal ao meu e ao seu tamanho.
Me sinto presa, vigiado por pessoas adultas demais, o que nunca fui e nem quis ser.
No meu olhar ainda existe o brilho da criança que caiu branquela no chão como um pedaço de nada, ali, parado, abandona até que alguém pudesse me por no colo e levar até o socorro mais próximo. Ainda há muito de uma pobre alminha segurando na blusa do pai para que não machucasse novamente sua mãe. Há também duas ou mais músicas que meu irmão cantava para mim dormir e o silêncio de querer sempre fugir de tudo, porque a vida nunca foi fácil, nunca foi rala. Resgatar as poucas bonecas sorridentes e correr pra longe de qualquer remoinho de maldade... fugir.
Por isso é que não quero mais o sentimento dolorido de ser gente grande, corrompida, cheia desses pedaços de tristeza. No meu olhar, ainda tem escrito muita coisa que eu nem sonho em dizer, porque a lembrança é uma faca de dois gumes. Dentre tais coisas, suspiro para acalmar o coração que insiste em doer. A verdade repugnante é que os erros cometidos por pessoas que amei são as dores mais profundas da minha alma... são os pesos mais reais que tenho, são as lágrimas mais molhadas que tomam meu rosto.
E nada disso para, pois enquanto me viro do avesso e corro na pista molhada de chuva só pra segurar sua mão, o teu semblante se fecha no mais puro vendaval e me deixa chuvosa, sozinha... E a culpa é exclusivamente minha, que enquanto me perco ainda assim te encontro, te busco. No escuro apalpo as estrelas mortas de um céu ainda tentando sobreviver, enquanto ninguém abre a janela para me deixar entrar... Só trancam quando mais preciso recolher a bagunça, quando mais preciso olhar-me no espelho e ver que sim, estou viva, de carne e osso, e que meu olhar é o mesmo que o de treze anos atrás. Por essas e outras dores é que não sou entendida. Talvez nunca seja, quando amor ainda mora em mim, só me resta sentir o naufrago desse comodo vazio e abraçar a solidão como prova de que o halito fresco que despejei na sua boca, foi mais que uma troca de juízos, foi me declarar, ainda que pequena e sem folego, independentemente sua e misteriosamente minha.
Sou o mesmo de todos os tempos
Sou único, sou sincero
Tempo corre , tempo voa
Natureza acolhedora
De um ser que anda, navega e voa
Na busca de um sonho bom, se entrelaçar e viajar.
Na sublime utopia, seja curta ou longa
O que importa é sua magia,
Quem sentiu sabe o que vou falar
O quanto é bom amar
Tão contemplado quem ama
Encantador quem se sente amado
No momento tudo que nos impede de desfrutar
O sabor de um beijo, o calor de um abraço
Nós deixamos de lado
Para sorrir com o coração, falar com emoção
O que o amor traz cumplicidade, sinceridade e união
O pedaço de uma paixão, a fatia de uma atração
Para que todos amem um só coração
Precisamos um pouco mais de compreensão
Sobretudo deixar de lado a razão
e mergulhar no mar chamado emoção
para chegar ao fim dessa viagem
com aquilo que todos buscam...alguns enxergam,
mas poucos conquistam
a ilha chamada Amor
A maturidade, seja ela da consciência ou do tempo, cada vez mais me surpreende...
Ajuda a nos libertar de coisas que antes nos aprisionavam... mas nos “aprisiona” a coisas dais quais não nos importávamos...
Faxine a memória, o coração, se dê tempo de sentir os detalhes, as pessoas, apague algumas lembranças, faça novas lembranças. Não é um novo amor que vai fazer isso por você. É o amor que você tem por tudo que vai. Eu sei que você tem muito amor, mas antes de dá-lo a alguém, dê um pouco dele á vida. Porque quando você começa a aceitar, você passa a receber.
E eu... Ah! Eu.... Eu estou adorando receber...
Não existe o tempo da ignorância depois de Jesus, o ultimo sacrificio pelos erros das pessoas. Existem pessoas que ainda não sabem o certo ou errado? Essas pessoas não são de Cristo, servem ao mundo que não conhece as coisas de Deus e fazem tudo aquilo que separa, a luz das trevas; vivem na escuridão.
Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.
Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.
A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.
Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.
Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.
Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.
E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?
Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.
Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?
Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.
Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.
Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.
Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.
Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?
A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.
Achamos que o tempo é longo na Terra, mas na verdade o tempo é curto. Por isso você precisa descobrir a maneira certa de viver para receber a glória de Deus.
Eu andei muito perdida nesse meio tempo que se passou. Acabei esquecendo certos valores, como também, deixei de lado certas pessoas. Acabei desistindo de certos sonhos, me acomodando, me acostumando com o pouco, o superficial e o normal. Hoje eu percebo tudo isso. A gente acaba se tornado alguém que não gosta de ser, acaba gostando do que não se é pra gostar, acaba se satisfazendo do fútil. Gostando da aparência, alimentando a vaidade. E isso cada vez mais destrói quem você é. Como diria Cazuza “aquele garoto que ia mudar o mundo, agora assiste a tudo em cima do muro” me banalizei, me limitei, escorreguei. Deixei que as coisas passassem e se transformassem, tudo isso sem notar. Acabei me esquecendo de mim. E no lugar, me transformei naquela pessoa mais focada no parecer, do que no próprio ser. Me preocupei tanto com “o que falar”; “o que fazer”; “como agradar”; que esqueci de me cuidar. Me abandonei, me deixei de lado, escondi tudo o que sinto e coloquei uma máscara. Máscara que hoje me sufoca. Porque eu não sou assim, não é esse meu objetivo e não é isso que eu quero, não é essa a vida que eu sonhei. Quero ser o alguém que eu era antes. Mais simples, mais descomplicada, mais amorosa, mais feliz, mais sorridente, mais verdadeira. Menos orgulhosa, menos fria, menos egoísta, menos complicada, menos superficial, menos mal humorada, menos preocupada. Quero um sorriso, mas dessa vez, um sorriso realmente verdadeiro. Quero conversar com as pessoas e me interessar pela conversar. Quero gostar, amar mais o próximo, apreciar mais o que está ao meu redor. Parar de desejar tanto, reclamar tanto, me irritar tanto. Leve, desejo mais do que nunca, ser leve. E olha que contraditório, desejo me tornar uma pessoa nova: querendo voltar à ser o que era antes
Eu andei muito perdida nesse meio tempo que passou. Acabei esquecendo certos valores, como também, deixei de lado certas pessoas. Acabei desistindo de certos sonhos, me acomodando, me acostumando com o pouco, o superficial e o normal. Hoje eu percebo tudo isso. A gente acaba se tornado alguém que não gosta de ser, acaba gostando do que não se é pra gostar, acaba se satisfazendo com o fútil. Gostando da aparência, alimentando a vaidade. E isso cada vez mais destrói quem você é. Como diria Cazuza, “aquele garoto que ia mudar o mundo, agora assiste a tudo em cima do muro”. Me banalizei, me limitei, escorreguei. Deixei que as coisas passassem e se transformassem, tudo isso sem notar. Acabei esquecendo de mim mesma. E no lugar, me transformei naquela pessoa mais focada no parecer, do que no próprio ser. Me preocupei tanto com “o que falar”; “o que fazer”; “como agradar”; que esqueci de me cuidar. Me abandonei, me deixei de lado, escondi tudo o que sinto e coloquei uma máscara. Máscara que hoje me sufoca. Porque eu não sou assim, não é esse meu objetivo e não é isso que eu quero, não é essa a vida que eu sonhei. Quero ser o alguém que eu era antes. Mais simples, descomplicada, mais amorosa, mais feliz, mais sorridente, mais verdadeira. Menos orgulhosa, menos fria, menos egoísta, menos complicada, menos superficial, menos mal humorada, menos preocupada. Quero um sorriso, mas dessa vez, um sorriso realmente verdadeiro. Quero conversar com as pessoas e me interessar pela conversa. Quero gostar, amar mais o próximo, apreciar mais o que está ao meu redor. Parar de desejar tanto, reclamar tanto, me irritar tanto. Leve, desejo mais do que nunca, ser leve. E olha que contraditório, desejo me tornar uma pessoa nova: querendo voltar a ser quem eu era antes.
Eu andei muito perdida nesse meio tempo que passou. Acabei esquecendo certos valores, como também, deixei de lado certas pessoas. Acabei desistindo de certos sonhos, me acomodando, me acostumando com o pouco, o superficial e o normal. Hoje eu percebo tudo isso. A gente acaba se tornado alguém que não gosta de ser, acaba gostando do que não se é pra gostar, acaba se satisfazendo do fútil. Gostando da aparência, alimentando a vaidade. E isso cada vez mais destrói quem você é. Como diria Cazuza, “aquele garoto que ia mudar o mundo, agora assiste a tudo em cima do muro”. Me banalizei, me limitei, escorreguei. Deixei que as coisas passassem e se transformassem, tudo isso sem notar. Acabei esquecendo de mim mesma. E no lugar, me transformei naquela pessoa mais focada no parecer, do que no próprio ser. Me preocupei tanto com “o que falar”; “o que fazer”; “como agradar”; que esqueci de me cuidar. Me abandonei, me deixei de lado, escondi tudo o que sinto e coloquei uma máscara. Máscara que hoje me sufoca. Porque eu não sou assim, não é esse meu objetivo e não é isso que eu quero, não é essa a vida que eu sonhei. Quero ser o alguém que eu era antes. Mais simples, descomplicada, mais amorosa, mais feliz, mais sorridente, mais verdadeira. Menos orgulhosa, menos fria, menos egoísta, menos complicada, menos superficial, menos mal humorada, menos preocupada. Quero um sorriso, mas dessa vez, um sorriso realmente verdadeiro. Quero conversar com as pessoas e me interessar pela conversar. Quero gostar, amar mais o próximo, apreciar mais o que está ao meu redor. Parar de desejar tanto, reclamar tanto, me irritar tanto. Leve, desejo mais do que nunca, ser leve. E olha que contraditório, desejo me tornar uma pessoa nova: querendo voltar a ser quem eu era antes.
Vovó escondeu por muito tempo, suas rugas, seus seios caidos,sua surdez. Escondeu também sua falta de visão, seus esquecimentos, seus cabelos grizalhos, sua artróz e artrite. um dia descobri que vovó possuia exatamente a idade de sua certidão de nascimento. ele também era velho.
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