O Sorriso Adelia Prado
Diário de Junior (Um Turista que passou o réveillon em Prado)
Ano novo em Prado já virou tradição
Todo fim de ano, Junior e sua familia de malas na mão
É pura alegria, é pura emoção
Fim de ano Junior e sua familia é pra prado que eles vão
Todos felizes esperando essa hora chegar
Garrafas de chanpagnes, o branco se perde na beira do mar
Junior se deslumbra com tanta gente, e diz
Deve ser a cidade que a felicidade escolheu pra morar
Pois aqui todo mundo é feliz
A cidade cheia de gente, trio desfilando na avenida bandas no palco a tocar
E junior e sua família, dançando, e brincando sem parar.
Crianças, adultos, idosos, aqui não se importa a idade,
Junior mesmo que pequeno, comemorou com sua familia
Alegres, todos numa mesma felicidade
Prado tem a mais linda virada de ano, e junior a pular e cantando
Amigos e amigas todos comemorando
É fim de ano e um novo estará por chegar
E junior se diz, ano que vem pretendo voltar
Muitos sucessos, dinheiro e felicidades a se desejar
Junior sem se lembrar que teria que pra sua cidade voltar
Curtiu muito esse inicio de ano, pois esse dia era só pra festejar
Como é bom passar este dia na cidade de prado
Que tem um povo alegre, de muito amor, eita povo civilizado
Posso passar todos os dias do ano em BH, ou qualquer outro lugar
Mas vai aqui o meu recado...
Sempre estarei na festa do ano novo, na cidade do Prado
Pois sei que lá, a felicidade vai me acompanhar.
Civilmente
Joana Prado Medeiros
Visto caminhos e descalço vestígio
Deslindando feixes de luzes aos sabores da minha solteirice!
Pensei num prado de flores
Qual um colchão macio e de verdes espumas
pra que deitasse seu corpo-jambo
e te vi de braços sobre a cabeça
admirando o céu azul
foi assim foi isto que imaginei
não quis ver não poderia conceber
sendo de alguém que não eu
voei deveras, mas as asas do bem-querer
permitem que seja assim
pensei ser teu amigo pra sempre
e contente seguir os caminhos
Como? ne diz!
não quis...
quando me vi em ti somente em ti
me encontrei em mim em si maior
a sua pele seu cjheiro me invadiram
foi permitido que assim fosse
prisioneiro de ti!
não quis...
vejo o tempo correndo no relógio da parede
sem você sinto todas as coisas sem sentir
adormecido no asfalto frio da realidade
com você tudo era diferente
estava contente sem saber porquê
nem precisava pois eu tinha você em mim
não quis...
se sentisse saudade arranjava desculpas pra estar perto de seu calor
saber da sua existência me enriquecia
me aquecia nos dias de chuva
a presença tua
e nunca pensei que poderia ir
me deixar só andando nas estradas
na noite de estrelas incontáveis
sem ti sem vê-la nas alturas de mim
como viver sem seu ar com o cazio
que me toma a cada segundo que lembro de ti
como poderei?
eu não quis...
a presença cabal os olhares nas andanças
do dia-a-dia como poderei saber do fio que seria rompido, estourado
dói, dói muito ficar sem você
e não há remédios pra sarar
o que você deixou aberto em chagas
como andarei as estradas sem você
me diga me diga me diga
eu não quis...
a lágrima insiste em não cair
um tanque uma represa
e enquanto estou longe de ti
não derramarei nenhum pingo
de chuva em mim
pois sei que o que elevamos é maior
que nossas tristezas e por isso seguirei
sem derramar uma lágrima
chorarei se for de alegria quando te reencontrar
mas nenhuma lágrima derramarei
saibaque te amo
incondicionalmente
não sei explicar nem tentarei descrever
você me conheceu antes que nos vissemos
eu sei
comigo também foi assim e por isso
sei que é maior que nós mesmos
estarei sempre com você
mesmo que o tempo e o espaço digam não
estarei contigo estarás comigo eu sei
não quis...
enquanto houver um sopro de vida
nos pulmões da terra a esperança do reencontrar
persiste estarei com você
nos bons e maus momentos
mesmo que a distância impeça de tocar tuas mãos
o meu pensamento estará contigo
o teu pensar comigo
eu sei que nos amamos tenho certeza disso
como a última fé sobre o mundo
nem um segundo sem tua face a me alegrar
saberá que contigo estou
quando o vento soprar alto as folhas das árvores no norte
quando os rios correrem mais forte
abraçando as margens endurecidas pelas eras
os sinos angelicais nos dias normais saiba...
não quis...
tenha certeza e t a e t a
pra sempre e não tenha medo mais
meu coração está contigo estará contigo
nenhma barreira pode nos separar
fomos unidos por algo maior que nós mesmos
cumpriremos nosso papel nesse drama
mas a trama dos séculos não nos separará
isso acontece com aqueles que não sentiram
o que sentimos por admiráveis minutos
estou com você e sempre estarei
eu não quis...
mesmo que a tempestade caia tempestuosa
e nos arraste pra bem longe
nesse instante que anda mais pemsarei em ti
quanto mais distante muito mais me lembrarei do toque das tuas mãos sobre mim
do regaço em que adormeci
do tempo em que fui inteiro e completo e total
momento o qual a felicidade não me deixa esquecer
não quis...
ser íntegro é estar perto de ti
por isso sei que és minha alma gêmea
a mesma que amei em tempos imemoriais
só a intuição nos vem, mas é clara
teremos companheiros até legais
legais talvez
mais uma vez repito só você me preenche
das alegrias que me visto
e sei que nos uniremos eternamente eu sei
lembre-se o tanto que te amo
e saiba que mesmo distante apenas você
e nem sabia
eu não quis...
mesmo que não estejamos presentes fisicamente
és minha sou teu para sempre
nos dias alegres e infelizes
com você suporto o que vier
te amarei enquanto eu viver tenha certeza disso
quando as ondas do mar dos dias frios tiver fim
aí bem aí estarei a te esperar
serei teus braços sobre os teus cabelos
no prado florido
admirando o céu azul
foi sim foi assim que imaginei
enquanto houver sol saiba
que te amo!
Amém!
Meu Prado
Sou filho de Prado cidade onde nasce o sol
Onde barcos e redes seguem mar a fora
Buscando realizar sonhos de filhos e pais pescadores
É lá que parece que a alegria foi morar e nunca mais foi embora
Tenho orgulho e amo esse povo feliz que sempre soube apagar as dores
Por mais que o mundo quer que ele chora
Tão pequena é a cidade com grandes sonhadores
Terra que de uma aldeia de índios nasceu uma grande nação
Culturas indígenas, onde negros e brancos são das mesmas cores
O querer, o tentar e o poder sempre se dão a mão
Patriotas orgulhosos desta cidade de um rio tão belo
Em prado o povo vive de verdade com um grande coração
Os dias são lindos, as noites maravilhosas e o sol é bem amarelo
Os namorados se amam mais pois lá a noite, a lua é mais linda
Prado é na verdade um jardim onde flores e pessoas têm mais vida
Crianças tem a certeza do nascer e viver com a alegria
O povo sabe que viverá bem, não só um, mas em todos os dias.
Permitir a brisa suave,
as essências florais do prado,
buscar o fim do arco-íris.
Portar o vigor da juventude,
lutar pelo amor verdadeiro!
O que se pode esperar,
uma vida, desfrutrada por inteiro!
CERRADO EM PRIMAVERA
Como é divino ver a viçada primavera
do cerrado. O virente recama o prado!
A vida enflorada, a fascinação impera
O chão, o ar, o ser, olhar transfigurado
Cada canto ornado de cheirosa quimera
Na imensidão do céu, um céu estrelado
Como se poético cerne em tudo houvera
O encanto e benzer de Deus despertado
E vejo o cerrado de um florear ramado
Versos de sedução feitos de varias cores
Do sertão que a atração vai desenhando
Então, floresce meus versos em louvores
Em prosas, teores, e o belo multiplicando
Enformando o cerrado de copiosas flores
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Setembro, 2021, 10’06” – Araguari, MG
O sol aquece o prado e aquece o pomar, aquece também as flores que vivem a luz do dia, que vivem a luz do entardecer, e adormecem ao luar.
Momentos de felicidade são: fragmentos de primavera que florescem no coração e propagam-se no prado da alma.
Quero carregar em mim a leveza dos bons sentimentos. E no dia do lamento, lembrarei do livramento. Pois, no dia da ferida ensanguentada, eu terei o meu unguento. Não me alimento de sobras, mas posso servir-me das migalhas, do bom samaritano, vestido de pano de saco. Assim, um dia apenas que seja, assentar no chão, pode fazer-me descansar. Pois nem sempre o olhar panorâmico produz a visão ampla da realidade. Melhor é mesmo estar assentado, do que experimentar cair. Melhor ainda o silêncio sábio, do que palavras vãs. Nunca houve noite que pudesse impedir o nascer do sol e a esperança.
"Ah, e essa idéia imperfeita,
de iluminar sobre a mesa com um candelabro inventado.
E essa idéia bacana de uma luz que engana, e esconde o sorriso por trás dos lábios.
Você inventa o tom, e a cor do batom cria a luz e a rima, de um vazio que fascina e preenche a letra de uma música entoada em alguma esquina.
E enquanto a lua não sai, um copo sobre a mesa reflete uma estrela, que ilumina, a rima e acende o calor de uma luz contumaz.
E o candelabro inventado, aquece a chama e reflete no vidro de um quadro, numa parede qualquer.
E essa moldura que é torta, que não se sujeita e retrata a cor e a luz, de um candelabro inventado e improvisado.
E essa luz que se aceita, apesar de imperfeita,pois, acende a cor, o som e dá o tom, de uma idéia bacana em forma de chama .
Depois dos _ _ _ _ ENTA, a gente invENTA, reinvENTA, percebe o quão é forte e aguENTA. Fazemos parte do deixa pra lá e não mais esquENTA. Renasce, amadurece, mas, continua marrENTA.
Depois dos _ _ _ _ENTA, a gente vive e arrebENTA, gosta de trabalho que não dá trabalho, mas sustENTA. Corre menos, respira mais, não faz tantos planos, e sonha ser feliz até os novENTA.
Não há nada mais gratificante, que trilhar um caminho onde os contornos diários, testificam que estamos no rumo certo. O solo nunca será plano, ou totalmente íngreme, e as pedras nunca constituirão obstáculos para quem decidiu construir um ideal. É no trajeto que percebemos o quão somos fortes, e, é na subida, que verdadeiramente a "canela engrossa."
A persistência e o ânimo, concorrem para o exercício diário da fé, e, nessa toada, aperfeiçoamos o caminho para o êxito, que necessariamente não se constrói ou traduz apenas de vitórias.
Para cada desafio, uma estratégia. Para cada decisão, uma oração. E a cada dia, Deus cumpre em nós o seu propósito
"Não quero ser mais uma na vida,quero tratar as feridas.Não quero paginas coladas.Quero linhas bem traçadas,com inicio,meio e fim"
A ausência de humildade leva o ser humano ao escárnio da sua própria existência. Nossas vestes muitas vezes nos impedem de caminhar.
