O Sol e o Vento
As vezes o sol abre espaço para q possa nublar e a chuva possa cair nem sempre é dia de sol,nem todo dia é d sofrimento,paciência.
O dia silencia o sol desaparece. Deixando uma noturna melodia Que seja assim, deixemos ir o que não nos agradou e,abracemos o que nos cativou e conduziu. Quando tudo parecer estar ao contrário, coloque mais otimismo, mais fé e esperança, para cumprir seus objetivos, metas e realizações. Sinta o encanto divino na noite que se inicia Sua persistência e obediência pode definir seu caráter, mas só sua fé lhe Dara a vitoria. Boa noite.
Cada boca que se abre, para proferir palavras de amor.É como se dela, emana-se o próprio Sol.Tamanha é a luz que esse ato proporciona.
O balanço do mar me fazia sonhar o balanço do mar me fazia sonhar. Vivendo sobre a morada do sol. Sobre aonde o sol nascia e morria. Eu então escrevia sobre tudo aquilo. Enquanto as gaivotas voavam sobre a linha do horizonte.
Como o sol ilumina a Terra . Como a Lua Beija o Mar. Como as ondas na Terra para sempre eu vou te amar. Ainda que caiam estrelas sobre mim, só o que ficar será a arte de te amar.
Eu deixava a estrada a me levar para onde fosse. Eu deixava a estrada a me levar aonde o sol sempre nascia. E igualmente conduzia minha mente a cada vez mais a sonhar. Em ser livre um grande homem... um homem livre.
PRA VOCÊ TER CERTEZA
Sabe o sol? Então quero que todos os dias quando ele nascer seja como prova que eu ainda amo você, e se o sol não aparecer, então a noite as estrelas irão as mesmas coisas te dizer, sim as estrelas também serão a prova de que ainda amo você e se elas também resolverem se esconder, então meu amor olhe pra baixo, a terra será testemunha do que estou a dizer, sim minha princesinha os astros serão o marco que te lembraram do meu amor por você.
E pra você não esquecer, lembre-se que em seu dedo estará a prova que vai te convencer, a aliança que fizemos, a qual vamos cumprir até morrer, no fim o que quero te dizer, te amo muito, muito mesmo, não pense que não vou amar você.
❤️❤️
20/02/18
Soneto Ao sorriso
Olho o sorriso esplendoroso
Teus olhos lindos de sol infindo
Como uma luz, vão espargindo
Por ser tão poderoso
E em teu regaço amoroso
Nosso amor vai fluindo
E de você eu vou fruindo
Me acalentando, dormindo
Amor meu, doce amor do meu coração
Nunca vi tamanha perfeição em teus traços
Que afeta a minha fala, e até minha respiração
E mesmo que eu esteja morrendo, caido, em pedaços
Por alguém que me dê, tanta inspiração
Se for pra morrer de amor, que seja nos teus braços
VIDA
No trilhar da vida.
Observe a luz do sol, das estrelas, da lua.
Incandesça a sua alma.
Afaste-se das mazelas
Envenenadoras do bom coração.
DO PLANALTO
Ó horizonte além do olhar atento
Onde agacha o sol na tua entranha
Escondendo o dia a teu contento
Rajando de rubro o céu que assanha
Chão de encostas e poeirado arbusto
Tal qual a composição de um verso tosco
És dos pedregulhos e riachos vetusto
De robusto negalho (cristal) luzido e fosco
Daqui se vê o céu com mais estrelas
Que poetam poemas que a ilusão cria
Debruçadas com a emoção nas janelas
De contos e "causos" que pela noite fia
Eu sou cerrado e sua rude serenidade
Eu sou da terra, e a terra é para mim
Dum canto que não tem início, metade,
e nem fim.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Por entre a sombra do bambuzal
Vazam os derradeiros raios de sol
O lago vai sombreando
Os pássaros recolhem-se
O dia se acaba de forma tranquila
Vento calmo de chuva que vem
Certamente, pelos clarões ao longe
Cheiro de umidade
Traz boas lembranças
De quando se era criança
Pingos no teto
Canção de ninar
Acalma a alma
Facilita respirar
Abrigado então
Fecho os meus olhos
Vejo as folhas, as flores
Acenando à criança
Que sorri ao passar
Responde o adeus
Retornando ao lar
Na face o sorriso
Mais sincero
Sorte a minha
Presenciar
Não irei susceptilizar sem receita.
Não serei abjeto sem abrrogar antes do sol nascer.
Ontem não será o bastante para amanhã.
Seu Brilho
Você é como o sol
Além de se destacar pelo seu brilho intenso
Em extremo diferencial em comparação as outras estrelas
Nós não conseguimos viver sem ele
"Meu olhar azul..."
O seu olhar azul como o céu
É claro como a água ao sol
E se o sol mudasse para mais belo,
Pensar com quem anda a sentir com quem olha.
-
Na cara dos meus sentimentos
Eu fico confuso, perturbado, querendo perceber
A mão leve e quente da sua brisa
O que eu quero é flores e mais flores assim como você...
-
Para minha graças tenho olhos para de ver
A paz que sinto quando te vejo,
Que bate nas costas e me aquece...
Duvidas tenho até da verdade
Mas confio em meu amor.
No Recanto Abandonado
O sol ardido no meio da tarde pulsando sobre a cabeça despreocupada de quem anda pela secura do chão como se fosse um carneiro. Um caminho aleatório tomado em meio à grande planície vasta carente de vegetação, perdida entre serras e serrado, sob o céu azul sem nuvens estalando o capim marrom, que se mistura ao vermelho do chão qual o vento sopra poeira no horizonte camuflado pela distancia.
A boca seca, sedenta por um gole d'água, seca cada vez que o cigarro de palha é tragado insaciavelmente para dentro dos velhos pulmões batidos dependurados entre as costelas salientes da esguia figura andante. Muito ao longe ouve-se o ar calmamente balançando a fantasmagórica dimensão de terras infindáveis que estendem-se preguiçosas por quilômetros trazendo o som de alguns insetos perdidos e pássaros solitários á caçá-los.
Embriaga-se de espaço, de tempo e altas temperaturas. Cambalea-se pisando sobre as pedras soltas, esqueletos de outras terras, outros tempos. Vê turvamente uma sombra dançando à frente, uma pequena árvore avulsa tomando o eterno banho de sol do verão sem fim no mundo esquecido onde ninguém vai. Sentindo-se convidado a sentar-se à sombra, automaticamente tira mais um pouco de fumo e vai enrolando mais um longo palheiro, que é apetitosamente devorado em seguida.
Junto ao estreito tronco, sentado, magro, fumegando um rastro de fumaça aos céus, pensa que é capim, enraizado no solo árido onde nem rastos vingam. Como toda rara vegetação do lugar, deseja água, olha para o céu e não consegue ver nem uma nuvem, fecha os olhos e tenta apalpar as profundezas do chão, estica suas raízes até onde consegue alcançar, mas nada encontra. Torna a olhar para o céu, e fita a vastidão azul tão infinita e inacessível quanto a terra estendida ao longo das distancias incontáveis deste lugar nenhum.
O entardecer vai esfriando e entristecendo o coração de mato do pobre sujeito que adormece em meio a ventania que sopra areia sobre suas pernas como se fosse o coveiro dos sertões misturando-o, transformando-o em rocha, levando o pó de sua existência a se espalhar para além de onde se possa juntar. Adormecido, não vê a noite seca chegando aos poucos, matizando o céu profundo que se escurece atrás das cortinas de poeira.
Sonhando tão profundamente quanto suas raízes de capoeira, entra em contato com o pequeno grupo de plantas ao seu redor, aos poucos sintonizam-se e passam a relembrar das chuvas passadas, do alvorecer umedecido, do frescor da noite, das flores e dos pássaros. Logo protestam contra o clima, pois engolem seco o passar dos dias ouvindo chover nas serras ao horizonte na espera de que o vento traga algumas gotas, e morrem aos poucos pelo castigo da insensibilidade da natureza com aquele vasto recanto abandonado.
Passado algumas horas da madrugada tal manifestação foi surtindo efeito, os ventos cada vez mais fortes vieram varrendo ilusões das esquecidas planícies enquanto as nuvens relampiosas jorravam feches de luz escondendo toda escuridão embaixo dos pedregulhos. Em poucos minutos a água desabava ferozmente contra o chão fazendo levantar a poeira que era lançada pelos ventos em redemoinhos dançantes num espetáculo que aos poucos tornava-se medonho. Apavorado o homem desperta com os olhos esbugalhados, cheios de areia, e num pulo deixa de ser capim e passa a ser folha, flutuando pela tempestade, esperando pousar sobre um lago, se o acaso lhe desse esse prazer. Era a última coisa que desejava, para descansar em paz no fundo da água, tornando-se barro, alga, limo esquecimento.
Quando ouvires uma criança perguntando
Porque o Sol vem e se vai
Diz-lhe: "Porque nesta vida não há
Luz sem escuridão"
