O Sol e o Vento

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meu coração quebrou, mas não tive tempo de reconstruir. Quando fui fechar a porta, o vento já tinha levado todos os pedaços que tinham ficado para trás.

Eu queria ser o vento e poder ir ao infinito, e assim poder com meus atos tornar o mundo mais bonito

Quanto tempo eu vivi como um Dom Quixote! Quanto tempo eu perdi lutando contra moinhos de vento! Passei a vida toda tentando amar em silêncio como se isso fosse possível. Mas o amor não se cala, nem quando escondemos dele todas as palavras. Qualquer tentativa de sufocar a sua voz será em vão. O amor é um grito que mesmo contido ecoará como um estrondo ensurdecedor no silêncio abissal da solidão.

Afasto-me, isolo-me por vezes de pessoas
Envolvo-me a bichos, a vegetal, ao vento
Na vontade de entender o que está acontecendo;
A dúvida me responde.

Requisito audiência com Deus,
Sou consciente do que fiz;
Quero apenas ter a certeza
Que um dia serei feliz.

A chuva acalenta, me sossega, me acalma e o vento que impele o ar sopra para longe minha angústia, meus medos, minha aflição. Essa chuva leva os sentimentos ruinosos depositados em meu coração durante todos esses - longos - anos, lava minh’alma e traz paz. Posteriormente chega o sol e traz consigo uma luz que me aquece e traz esperança. Esperança que estava adormecida, esperança renovada. Algo que de repente me faz sorrir, me faz esquecer de tudo aquilo que a chuva levou.

A porta, que tantas vezes estava abertaHoje esta fechada.Pelo impulso de um simples vento, jogada contra a parede, batendo e voltando a fechar-se.O frio que me consome, como se inverno fosse, da porta nada entra,é apenas um gélido coração congelado, de uma jovem apaixonada,cansada de sofrer.

“Faz frio aqui dentro e lá fora o vento canta. Queria entender o que traz em sua melodia. Ás vezes, chega a ser assustador, mas ele não para. As portas batem. A janela estremeci e eu,aqui, junto ao edredom aguardando o sono que teima em não vir. A cabeça doe. O estômago reclama e o coração? ah, esse já não tem explicação. O telefone poderia tocar, poderia tocar nesse momento. Como faria feliz quem agora deita na solidão"

Quero viver e de todas as possibilidades que o vento me sugerir vou tirar proveito de cada uma sem me perder completamente.

Destino

Soprava o vento
na vela de um veleiro
e o marinheiro
aportou em outro cais
fecha os portais
do coração aventureiro
que o verdadeiro
amor não se desfaz.

Tantas palavras jogadas ao vento, tantas mentiras, tanta ilusões. É assim que eu resumo um pouco da minha vida. Vivo rodeada de mentiras o tempo todo e todas elas me fizeram mais fria. Nunca pensei que crescer e ser uma adolescente pudesse ser tão ruim. Se eu soubesse como iria doer, teria escolhido ser uma eterna criança. Como uma eu não teria preocupações com amor, a única perda seria de meus brinquedos que pelo tempo seriam gastos. Seria da minha roupa preferida ter sido jogada por estar muito gasta para continuar a ser usada, seria o medo da cuca que vinha me pegar quando mamãe fosse a feira e o papai fosse trabalhar. Comparo a cuca no meu tempo de criança com o amor no meu tempo de adolescente. Ele assusta e chega até machucar.O amor é assim, vem volta, acaba começa, é bom e ao mesmo ruim, é difícil mais impossível de se viver. Mais também não espere que a sua outra metade da laranja chegue para que você possa tentar ser feliz. Apenas construa os degraus para a felicidade, no topo da escada a surpresa será dada. Apenas viva e não espere que lhe tragam flores. A vida e amarga, mais sempre vai ter um pouco de mel para adoçar.

E o vento, que me carregue....

Hoje estamos vivos e presentes no mesmo instante que a chuva cai, o vento sopra e os filhos nascem. São dias gloriosos. Mas estão sendo dias de luta, lutas difíceis, porém a amizade nos une e nos fortalece de maneira tão limpa que nem nosso coração tem capacidade de enxergar, apenas sente, e admira essa pureza tão singela.

Sinta o suave som do piano, com notas leves e bem preparadas. Agora sinta o vento batendo em seus cabelos, vento do qual lhe trás boas lembranças. Chore, agora o som está mais forte. A ponte se partiu, sempre terá alguém te esperando. Escreva suas lágrimas em grandes avenidas, onde eu me perdi um dia. Veja nas prateleiras pessoas feito lama, vindas de outro país. Seja deserto e bem prático. Lembra da música? Ela ainda toca, está no refrão...Escreva em grandes avenidas nomes dados as velas, tente colorir suas vestes com pequenas notas de música. A música agora está lenta, tudo passa devagar. Da muita vontade chorar, não chora até uma borboleta quando perde as asas não para de voar. Chega a uma rua, onde as pessoas te olham e você roda. Lembra da música, ela ainda não parou...Venha pra perto de mim, sente-se em algum lugar , observe os gestos faciais, todos querem alguma coisa. Todos querem desabar, cadê seu amor, cadê o meu amor. Venha me encontrar, estarei no mesmo lugar, junto as mesmas pessoas , ouvindo a mesma música. Só esperando você chegar...

Porque um grande amor o vento nunca será capaz de levar e o tempo jamais irá conseguir apagar.

A paixão e passageira com o vento mas o amor e duradouro e infinito e verdadeiro

“Como um Beijo,
Que com o sopro do vento
Foi roubado da imaginação. ”

Que os meus versos fiquem em ti como rosas, folhas...que o vento não carregue, nem apague com o tempo !

Aí você me encarou de um jeito súbito, causando a morte dos meus sentidos. Então o vento espalhou o teu cabelo cor de terra pelas nuances do teu rosto, enquanto teus olhos, tão fogo, me atraíram para um abismo raso de amor e ódio. Então, fico confuso! Confuso sobre o quanto teu corpo parece manipular todos os elementos de um jeito só. De um jeito só teu!
Naquele momento eu pensei em te amar como alguém que vê um cometa desprender do céu, mas que não sabe exatamente aonde ele caiu.
Tua língua ácida tão pura de inocência e, ao mesmo tempo, tão cheia de ilusões perdidas e frases tortas. Teu sorriso, tão cansado. Tua mania de gostar de sol e chuva competindo pela atenção do céu. Teu jeito de colocar o cabelo para trás da orelha. Ah!
O sol da manhã coloria o teu rosto tão pétala, da mesma forma que iluminava os edifícios do teu corpo. Aí eu te abraçava como quem tenta desarmar uma bomba. E me perdia entre os meios das tuas paredes de concreto e flores.
E a cada tarde, você dormia encostada no meu braço como se o meu corpo fosse a tua própria galáxia, Cometa! E bocejava lentamente, como quem planejou a vida inteira esse sutil movimento. E me induz a amar até o teu ronco baixo, assim como o paraíso dos teus traços, tão frios, tão calculados. Tão seus.
A tua sobrancelha arqueava na mesma intensidade em que o rubor das tuas bochechas dava o ar da graça. E eu achava lindo! Fez-me acreditar que, se amor fosse uma cor, seria exatamente aquela.
Tua respiração era uma sinfonia desregulada, cheia de contratempos ensaiados e melodiosos. Eu esquecia que era humano e flutuava ao menor dos teus toques, crendo que vivia em uma gravidade invertida e repleta de nuvens de ti.
Até que um dia, a linha da tua boca ficou muda. Tua cara de ponto final, tão cética. Tão linda. Tão longe. Teus olhos, antes réplicas de Capitu, dissimularam para um local distante. Teu ego claro inflou teus pulmões de dúvidas. Os olhos ardiam em chamas claras. O vento jogou tuas tranças para o lado oposto. Para o lado oposto do que sonhamos em ser.
Viramos cometas de galáxias distantes.
Viramos gravidades opostas.
Viramos apenas um ensaio de nós.

Nossa vida é como vela ao vento.

Até onde eu sei os problemas não param. O desânimo, a pressa de conseguir algo, o barulho do vento, o desgaste, as preocupações, a inveja e ambiçãos de algumas pessoas, essa crisse econômica que não passa, o querer de um ser mehor que o outro, a violência, o poder, tudo isso agrava a nossa vida. É preciso sermos fortes, termos coragem de encarar a realidade dura e crua. Temos que se ajoelhar diante do filho do pai e pedir muita força e proteção, paz e tranquilidade, bênçãos e luz todos os dias, porque nesse mundo de guerra e desamor, a nossa salvação está em Jesus cristo.