O Sol e o Vento

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A felicidade está onde menos se espera. É a razão pela qual vivemos. É o pôr do sol por qual esperamos.

E depois de tudo, o Sol continua nascendo e se pondo. Nada mudou além de nós.

Tão linda quanto a lua,
Tão quente quanto o sol.
As estrelas... que cintilam conforme a batida de nossos corações.

Tão puro quanto a verdade,
Tão vivo quanto a natureza.
O momento... que se ergue sobre nós.

Acalme-se, amor, ainda caminharemos juntos, mãos dadas, corações grudados, pôr do sol a frente e o amor transbordando na gente.

Que ao se abrirem as pálpebras do dia teu interior seja luz; tão branca e exuberante como margaridas desabrochando no campo ao primeiro toque do sol. E ao cair da tarde quando o dia já não for mais do que lembranças que o crepúsculo aquarele o teu riso com as cores da gratidão.

Apenas viver não é suficiente, disse a borboleta,
É preciso ter sol, liberdade e uma pequena flor.

Eu sempre penso que o que precisamos é da luz do sol e de bom tempo e de ar azul como o remédio mais confiável.

Vincent van Gogh

Nota: Trecho de carta a Theo van Gogh, escrita em 29 de setembro de 1888.

"Feliz dia para quem é o igual do dia".
"Saúdo-vos e desejo-lhes sol, e chuva, quando chuva é precisa".
"E olho para as flores e sorrio...".
"Que pensará o meu muro da minha sombra?".
"Que triste não saber florir!".
"Amar é a eterna inocência".
"Sejamos simples e calmo, como os regatos e as árvores".
"A minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer".
"Eu sou do tamanho do que vejo".
"Dá-me uma mão a mim e a outra a tudo que existe, vamos os três pelo caminho que houver".
"Pega-me tu ao colo e leva-me para dentro da tua casa".
"Sou um guardador de rebanhos. O rebanho é os meus pensamentos".
(Citações de poemas de Fernando Pessoa extraídos de "Fernando Pessoa - Obra poética II" - Organizado por L&PM - Porto Alegre, RS - 2010)

Respeite o meu tempo nublado, aquele dentro de mim. Há dias que irradio sol e outros que sou tempestade.

Raros eclipses

Eu o sol
Você a lua
Nossos encontros
Raros eclipses

O amor platônico mais lindo, o sol e a dona lua!
Ele raia, pra ela luar...
Eles cintilam, eles se amam, sem se tocar!

Dias ruins.

Já houve dias ruins,
Dias sem sol,
Dias de temor,
Dias de terror,
Dias que me faziam implorar por um fim.
Houve sonhos partidos,
Flores secas e murchas,
Dores, cigarros,
Ruas e mais ruas.
Noites sem sono,
Noites de dramas,
Noites e noites sem cama.
Já sentei no escuro e esperei a luz,
Já pedi em pensamento agarrando-me a cruz.
Já pedi de olhos cerrados,
Com olhos abertos e molhados,
Já pedi, já perdi...
Mas o que eu queria era o fim.
Nem chance, nem fé, nem amor,
Incerteza, fraqueza,
Simplesmente a dor.
Passou, passou, ... passou.
Eu não vejo o fim,
O que o tolo falou,
Já passou, passou...
Graças a DEUS.

velhinhos na praça
só a tarde
não envelhece

Dança da mulher molhada
Ao vento o galho
Orvalho nas pétalas.

Rio seco
silêncio sob a ponte
apenas o vento.

o vento a correr
leva a lua
na ponta de uma cana

Folha de jornal
vem no vento ao meu pescoço;
cachecol de letras.

Num banco de praça
a sombra de um velho assombra
o vento que passa.

O bebê resmunga -
Zune nas venezianas
O vento do inverno.

Com o vento frio percebo:
Semanas e semanas
Sem ouvir insetos.