O Silencio de uma Tela em Branco
"Há uma ponte meio quebrada e muito velha sobre o rio que se avista da minha janela e foi dali que joguei uma pequena pedra sobre as águas. Formou-se um círculo seguido de outro maior e muitos outros sendo que o último atingiu a margem oposta. Agora sei que o meu gesto pode alcançar distâncias muito maiores do que a minha força".
O amor é uma canção interna, que é cantada pela paixão...É esse anseio, que nos faz buscar o amor, dentro das trilhas da vida, aceitando o desafio de amar, sempre, por toda a vida...
Cada vez, que dizemos sim ao amor, fazemos a vida girar...
Nossa imaginação vai além do que esperam de nós... Nada supera uma mente brilhante!!! Lembre-se: somos nós que fazemos o sol brilhar ao nosso favor!
Mari Ford ( Maria da Conceição Bezerra de Souza Ford Xavier
"...Não me agrada lombo chucro quando caio e levo a crina
Pois me lembra uma rodada que levei de uma china
Me transformo com a lua quando nas nuvens se some
Não tenho parte com o diabo mas sou sempre lobisomem
Tenho muito de rio manso ou de sanga de água pura
Quem não nasceu com raiz há de camperear lonjuras
Sou tropeiro de mim mesmo meu destino vou norteando
Na defesa de um amigo posso até morrer peleando
Me agrada um trago de canha oitavado num bolicho
Pois o pensamento andeja recordando algum cambicho..."
Instruir é para muitos, mas ensinar é uma dádiva do Professor(a) (Mestre(a)), pois educa o que aprende.
Quando penso em razões para evitar o amor de uma pessoa tenho conflitos por discordar de todas as razões que a razão conhece, pois se o amor rompe todas as barreiras e os limites, é possível que a razão precise rever seus conceitos.
a manhã estremece, traz o corpo
atordoado de uma rosa
as aparas de sol, as mãos estreitadas
numa carícia solitária.
*
the morning quivers, brings the
stunned body of a rose
the flickering sun, the gathered hands
in a lonesome caress.
(Translated by Bernarda Esteves)
“Ser homem é honrar os sentimentos mais puros de uma mulher. Realizá-la.
Ser humano é honrar os sentimentos mais puros de um outro ser humano. Compreendê-lo, respeitá-lo em suas diferenças.”
As lágrimas expressam profundos sentimentos. Quando me emociono diante de um poema, de uma imagem, de uma situação, meu coração bate mais forte, minh’alma fala pelos olhos e se expressa pelos dedos, ao criar poéticas prosas, românticos contos. A lágrima é uma das expressões do amor incondicional. Quem não lagrimeja ao ouvir "Eu te amo?" Ao ver o dia amanhecer? Ao respirar profundamente com o sol a pino ou ao se enternecer, no magistral anoitecer?
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Penso que não exista uma aula ideal. Mas poderá haver uma aula descontraída, agradável, arejada, em que alunos e professor(es) ali estejam por gostarem de ali estar, por quererem estar ali.
Com papos desobrigados, cada um buscando contar um pouco de sua experiência. Trocando figurinhas para crescer. Cada um desfrutando de tudo o que o outro traz para o convívio.
Algo o mais parecido possível com um bate-papo informal, contudo o assunto de cada encontro já estaria combinado e preparado anteriormente pelos membros: todos vêm já inteirados do que se conversará nesse dia. E com conteúdo e material para falar e discutir sobre o tema.
Os assuntos seriam sempre avaliados de acordo com a necessidade de todos os participantes, e de cada um deles, permitindo o compartilhamento do conhecimento de cada um por todos os membros do grupo. Tudo seria dividido irmãmente, cada um aprendendo com todos os outros.
Isso me parece algo próximo do que deveria ser uma Aula Ideal.
Embora não saibamos o que poderá acontecer no futuro, uma coisa é (quase) certa: se nada plantarmos no presente, por conseguinte, nada colheremos no tempo vindouro.
"A família se isola
deixando-nosde lado. Sozinhos quando somos encarcerados em uma prisão." 25/08/2010 - 22/11/2010
"A cela destinada a presos com Prisão Administrativa é uma grande ilusão, porque de fato ela não existe."
25 de Agosto de 2010
"O QUE EU POSSO DIZER atrás das grades, trancado e privado de minha liberdade.
Em uma cela fechada cheia de mofo."
CAUSOS PÓS CORONAVÍRUS 2020
Uma vizinha do meu condomínio interfonou: “-Alô, é o Dr. Jota? Me desculpe, aqui é a Leda do apartamento 122, a gente nunca se falou antes, mas me disseram que o senhor é uma pessoa muito legal. Preciso falar com alguém. Ouvir vozes, pelo menos, já que não podemos nos abraçar.” Pasmo, quedei mudo, por instantes. “Doutor, o senhor está me ouvindo?” Mesmo sabendo do risco, decidi Compartilhar: “-Sim estou ouvindo sim Dona Leda. Fique à vontade para conversar. No que eu posso ser útil?” Mal falei e me arrependi. Soou igual aos atendentes das lojas. Dona Leda prosseguiu: “Posso te chamar de Jota? É mais íntimo...” Vixe. Agora que ela ouviu minha voz (grave, envolvente), vai ser difícil administrar. Mas vamos lá, a causa é humanitária. A solidão é atroz para muitos idosos. Mesmo tendo familiares não muito distantes, a maioria é ignorada pelos parentes. Não é por maldade, apenas cada um tem suas próprias preocupações e prioridades. Poucas pessoas (Anjos de Luz) dedicam algum tempo àqueles mais frágeis, mais vulneráveis. Interessante notar que muita gente faz doações (em espécie ou em dinheiro) para instituições e causas diversas, mas nunca pensaram em saber como vivem alguns familiares menos afortunados. Duvido que vocês não tenham pessoas próximas que se comportam assim. É rápido e confortável fazer doações pelas redes sociais e ou transferências bancárias, sem necessidade de “encarar a realidade”. Tudo bem, sem críticas, somos imperfeitos e cada um faz o que pode. “-Como o senhor está enfrentando esse confinamento? Eu sempre fui “rueira”, desde que me aposentei na Rede de Ensino Pública passei a sair com as amigas, ir aos shoppings quase diariamente, aos cinemas e teatros pelo menos uma vez por semana...” Pensei bem antes de responder, esse tipo de papo é o ideal para profissionais que cobram “por hora”, com pacientes confortavelmente deitados no divã, o que não é o meu caso. Decidi encurtar a conversa: “Dona Leda, foi prazer conversar com a senhora, mas estou com duas panelas no fogão que exigem minha atenção. Podemos falar em outro horário? Legal. Muito obrigado por ter me ligado. Saúde e boa sorte.” Ela foi compreensiva e se despediu, agradecida. E lá fui eu cuidar dos afazeres domésticos, afinal, há muitos anos moro sozinho e é preciso “se virar”.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Se quisermos fazer uma escola melhor, uma igreja melhor, um hospital melhor, uma sociedade melhor e, por conseguinte, um mundo melhor, então precisamos investir em pessoas e não em estruturas físicas.
Setembro chegando.
Quando Setembro chegar, quero começar a construir uma ponte, forrada de flores e arcos de Primavera. Ventos de setembro, que vêm do leste até o sul, para trazer a primavera. Tirando tudo do lugar, var rendo e expulsando as folhas, que foram deixadas no chão...
É primavera e tudo estará brotando, dando lu gar à alegria, essa felicidade, que invade nossa alma, nessa estação, que traz o perfume e a beleza das flores...
Em cores novas, novas ideias. Levando o velho e inovando o antigo, limpando as teias e a alma. Mas, trazendo com alegria a primavera, essa estação, que, junto com ela, vem o colorido...
Setembro da ventania, das flores, que vão nascer em cores mil, enfeitando a nossa paisagem, colorindo a nossa vida...
O vento sopra, batem as portas. As janelas teimam em balançar, as cortinas voam como se estivessem alegres...
Nos varais, as roupas dançam, parece até que estão bailando. Ventos de mudança, assim é Setembro, onde todos os anos, as flores nascem para alegrar os nossos olhos! Parece até que a nossa pele se renova, fica aveludada como as flores...
Ouvem-se as portas baterem, continuamente, é setembro avisando que está chegando...
A natureza, como nós, nasce e se refaz, se inventa. Os pássaros voltam de lugares distantes, para enfeitar a estação, que está chegando. Só o beija-flor é que não volta, pois, a visita desse passarinho, tão admirado por nós, só acontece no outono...
Antes que Setembro chegue, vou construir uma ponte, com muitas flores, bem coloridas, para que, ao transpormos o caminho pela ponte, ele seja alegre e alegre ficará a nossa alma...
E, por cima da ponte, o arco íris pintará no céu de setembro, uma poesia de luz e cores. E a terra será saciada pelas sementes, que desabrocharão em flores...
O mundo, por estar alegre, entoará um novo cântico de cor anil e as campinas, envolvidas no milagre primaveril, clarearão os caminhos, que vamos percorrer...
Quando chegar setembro, choverão do céu pétalas de flores, tocadas pelo vento,dançarão, clareando o nosso dia. Venha Setembro, traga consigo a primavera e renove a nossa vida,inventando, refazendo, assim, como você refaz a primavera, toda colorida...
Tomara que eu esteja com as portas do meu co ração abertas, para deixar entrar todo esse sol, toda essa luz, todo esse som, todo esse azul...
. Quando Setembro chegar, quero começar a cons truir uma ponte, forrada de flores e arcos de Primavera. Ventos de setembro, que vêm do leste até o sul, para trazer a primavera. Tirando tudo do lugar, varrendo e expulsando as folhas, que foram deixadas no chão... É primavera e tudo estará brotando...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Atravessando Pontes"
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