O que Passou Passou

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“O homem passou a vida tentando dar um preço ao tempo, sem perceber que o tempo sempre teve apenas um fim.“

Para mim, não importa o que passou, nem o que vai ser, e sim o que está sendo.

O que passou não importa, pois já passou, não existe mais; o que importa é o que está sendo agora.

A letra com pressa botou o verso,
calçou a palavra, passou pergunta,
vestiu o sentido, penteou a ideia,
olhou no contexto e saiu pro universo...
nesse pulinho longe do pé letra
tamo nessa...




(Leonardo Mesquita)

A pandemia passou pelo corpo, mas ficou no coração.
A gente aprendeu a se proteger tanto — do toque, do outro, da perda — que muitos não conseguiram voltar.
Não é que as pessoas ficaram más.
Elas ficaram cansadas, desconfiadas, com medo de sentir de novo.
Antes:
a conversa era ponte
o café era desculpa
a visita era afeto
Depois:
o silêncio virou hábito
o celular virou escudo
a distância virou conforto
O coração não esfriou de repente.
Ele foi se fechando devagar, para sobreviver.
Mas ainda tem algo bonito nisso tudo:
quem percebe essa frieza… ainda sente.
Quem se incomoda com a falta de conversa… ainda tem calor por dentro.
Talvez agora a gentileza precise ser reaprendida.
Como quem volta a falar depois de muito tempo em silêncio.

Você não passou bilhões de anos sofrendo porque ainda não existia. Simplesmente não havia uma experiência subjetiva daquele período.
A possibilidade pode assustar enquanto estamos vivos porque somos seres conscientes tentando imaginar a ausência da própria consciência. E isso é quase como tentar usar os olhos para enxergar a própria ausência de visão.
Talvez por isso a morte seja um dos maiores mistérios humanos.

forte, fechei o que passou e conquistei o que é meu. Ciclos se fecham para que grandes vitórias aconteçam.

A gratidão não muda o que passou, mas altera a forma como olhamos para o amanhã

⁠Desde que a FIFA passou a pensar com os pés, a torcida com as cabeças dos outros, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.


Talvez o problema nunca tenha sido exatamente o futebol, mas o que fizemos dele.


Um jogo que nasceu como expressão espontânea de corpo, inteligência e improviso foi sendo lentamente capturado por interesses que preferem o automático ao criativo, o previsível ao genial.


Pensar com os pés, nesse contexto, deixou de ser metáfora poética da habilidade e virou sintoma de uma inversão: decisões tomadas longe do campo, desconectadas da essência do jogo.


A torcida, por sua vez, que antes era extensão pulsante da arquibancada, passou a reproduzir discursos prontos, terceirizando até suas próprias emoções.


Já não se vibra apenas pelo que se vê, mas pelo que se manda sentir.


E quando a emoção deixa de ser autêntica, ela facilmente se transforma em massa de manobra — barulhenta, intensa, mas pouco consciente.


E os jogadores?


Esses parecem cada vez mais pressionados a cumprir roteiros invisíveis.


Entre contratos, estatísticas e expectativas infladas, o improviso — que sempre foi a alma do futebol — vai sendo sufocado.


Jogar com a cabeça, no sentido mais nobre, exige liberdade para pensar, arriscar e errar.


Mas, em um ambiente onde o erro custa caro demais, a criatividade se torna um luxo perigoso.


No fim, talvez estejamos todos participando de um jogo que já não reconhecemos completamente.


Um jogo onde se corre muito, fala-se demais e pensa-se de menos.


E aí, ironicamente, aquilo que sempre nos encantou — a inteligência que nasce do corpo em movimento — vai sendo substituído por uma coreografia previsível, eficiente… e cada vez menos humana.

⁠Desde que a CBF passou a pensar com os pés, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a alma, nem a cabeça.


E isso é tão provocativo quanto uma bicuda do meio de campo, mas toda provocação nasce da inquietação diante de uma realidade que insiste em se repetir.


O futebol brasileiro, que durante décadas encantou o mundo pela criatividade, pela inteligência e pela irreverência, parece ter trocado a ousadia pela burocracia, a inspiração pela previsibilidade e a identidade pela conveniência.


O futebol nunca foi só um mero esporte para o Brasil.


Sempre foi uma manifestação cultural, uma linguagem natural.


Cada drible era um ato de liberdade, cada passe revelava inteligência, cada gol carregava a alegria e a esperança de um povo que transformava dificuldades em espetáculo.


Mas, em algum momento, essa essência começou a flertar com agendas ocultas pelos corredores do poder.


Quando quem dirige o futebol demonstra falta de visão, planejamento e compromisso com um projeto de longo prazo, essa pobreza de ideias inevitavelmente chega ao gramado.


Jogadores passam a executar mais do que criar, obedecer mais do que interpretar o jogo.


O improviso deixa de ser virtude para se tornar risco, e o medo de errar sufoca a coragem de tentar.


Os pés, antes instrumentos da genialidade, tornaram-se mecânicos.


A cabeça, que fazia do improviso uma estratégia, passou a seguir fórmulas prontas.


E a alma — aquela chama que transformava partidas comuns em momentos inesquecíveis — parece ter sido deixada para trás, substituída por um futebol eficiente apenas na aparência, mas incapaz de emocionar.


Não faltam talentos ao Brasil.


O que falta é uma direção capaz de compreender que o futebol não se resume a números, esquemas táticos ou interesses meramente políticos.


Grandes jogadores precisam de um ambiente que estimule a inteligência, preserve a criatividade e respeite a personalidade de quem entra em campo.


Afinal, o futebol sempre exigiu pés habilidosos, mas jamais dispensou uma cabeça pensante e uma alma apaixonada.


Perder faz parte do jogo.


O que não pode fazer parte da nossa história é perder a identidade.


Porque títulos podem voltar, como tantas vezes voltaram.


O que será muito mais difícil recuperar é aquilo que fez o mundo olhar para o futebol brasileiro com admiração: a capacidade de jogar com alegria, pensar com inteligência e competir com coragem.


Enquanto a gestão continuar tropeçando nas próprias escolhas, continuaremos produzindo um grande paradoxo: um país que revela alguns dos maiores talentos do planeta, mas que insiste em desperdiçá-los por falta de direção.


E talvez seja esse o retrato mais triste do nosso futebol: não a ausência de craques, mas a escassez de ideias.


Porque, no fim das contas, quando quem deveria pensar passa a fazê-lo com os pés, sobra aos que jogam apenas correr.


E um futebol que deixa de usar os pés com arte, a cabeça com inteligência e a alma com paixão pode até vencer de vez em quando, mas jamais voltará a nos encantar como antes.

Por quantos traumas você passou para se tornar essa bizarrice que você é?⁠

⁠O tempo em que eu chorava por amor já passou; agora é hora de pensar em mim mesma.

O passado passou.


Tu pode revisitar suas lembranças, mas não pode voltar para reescrever o que aconteceu.


O que foi vivido já cumpriu o seu papel.
As dores ensinaram.
Os erros mostraram caminhos.
As perdas revelaram o que realmente importa.


O passado não precisa ser uma prisão. Pode ser uma escola.


Não carregue para o presente aquilo que deveria ter ficado para trás.


O presente é o único lugar onde tu ainda possui poder de escolha.


Então, em vez de lamentar o que não pode mais mudar, pergunte a si mesmo:


“O que eu posso fazer diferente a partir de agora?”


Porque o futuro não nasce amanhã.
Ele começa nas decisões que tu toma hoje.


Cada pensamento alimentado.
Cada atitude escolhida.
Cada oportunidade que tu decide abraçar.
Cada medo que tu decide enfrentar.


Talvez tu não possa mudar o começo da sua história.


Mas ainda pode mudar o próximo capítulo.


E talvez a grande virada não aconteça quando as circunstâncias mudarem.


Talvez aconteça quando tu decidir mudar a forma como se posiciona diante delas.


Não espere sentir-se pronto.
Não espere o momento perfeito.
Não espere que alguém venha salvar aquilo que somente tu pode transformar.


Decida.


Decida se perdoar.
Decida aprender.
Decida recomeçar.
Decida acreditar novamente.
Decida construir uma vida que faça sentido para ti.


Porque um futuro feliz não é encontrado por acaso.


Ele é construído, escolha após escolha, no presente.


O passado deixou o aprendizado.


Agora, a decisão é sua.

O tempo passou e muita coisa mudou. O coração muda, a mente muda. Um dia, tentei voltar ao passado, mas ele não me quis.
Do presente, recebi um convite novo. Aceitei. No meio dessa vida diferente, vi um sorriso novo — meu próprio sorriso, que eu não via há muito tempo. O tempo passou, mas agora ele me levou para um lugar melhor, mais calmo.
No futuro, um convite pra viver, pra começar outra vez. Aprendi que seguir em frente é o melhor caminho.
O tempo muda muita coisa...

🌹E se a pessoa que você passou a vida toda esperando para te acolher for você mesma? Pare de bater na porta alheia e volte para você 🌹

E se a pessoa que você passou a vida esperando para te acolher for você mesma? Não entregue o seu destino na mão de terceiros e nem deixe para amanhã. Para muita gente, o amanhã chega tarde demais. Assuma as rédeas da sua história hoje e seja o seu próprio porto seguro! 🙌🌱

"Era tão precavido, mas tão precavido que só passou a beber mate depois dos 80 anos de idade!"
Frase Minha 0183, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Meu vizinho passou a me cumprimentar, o que jamais fez em mais de dez anos. Ou o pobrezinho está pra morrer ou precisa de algum favor!"
Frase Minha 0368, Criada no Ano 2009


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"A moça finalmente passou naquele concurso e conseguiu emprego. Ela cha que foi por ter Estudado Muito. A mãe acha que foi por causa da Simpatia. A avó acha que foram as Preces. A amiga acha que foram as Cartas. O namorado acha que foi o Amuleto. O pai acha que foi o Horóscopo. Eu, sinceramente, acho que foi por isso que inventaram Robôs. Ainda bem e Amém!"
Frase Minha 0483, Criada no Ano 2010

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"Hoje, ainda na cama, sonhei que sentia saudade de ti. A saudade passou, tão logo acordei e vi que, felizmente, estava longe de ti. Que alivio!"
Texto Meu No.1022, Criado em 2021


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