O que os Olhos não Vêem
A obscuridade dos olhos daqueles que veem a verdade é diferente daqueles que se calam perante a uma mentira. Se pensas que o temor é o que faz mal, nunca vistes a angústia dos que sofrem.
O seu corpo expõe aquilo que sua mente deseja. Sua mente deseja aquilo que seus olhos veem. Seus olhos veem aquilo de que o seu coração quer se encher
E para os que pensam que: o que os olhos não veem o coração não sente, jamais passaram pela experiência da saudade...
" INCONFORMISMO nada mais é do que o que os nossos olhos vêem e o coração não quer aceitar "
( Elsie Ellen Marinho Caputo )
A Mentira são agulhas apontadas em olhos de cego, os outros veêm por você. O olho é seu, cego surdo ouve mudo.
Lutando contra minha natureza, estou aprendendo
a não questionar tudo que meus olhos vêem.
No final eu sei que ainda sou míope em percepção.
Dizem que: "O que os olhos não vêem o coração não sente". Eu te digo, se amas de verdade, não precisa ver para sentir, pois o coração se torna o mesmo dentro dentro da pessoa que amas.
O que os ouvidos não ouvem, o que os olhos não vêem e o que as mãos não tocam, o coração não sente!!!
Olhos que tudo veem, me ajude, me diga qual a diferença entre eles? Suas histórias, ideias, valores? Pois estou cego, neles não vejo nada; puro vazio espiritual
Olhos que tudo veem, me responda; o que fiz para merecer essa dor inconsequente, este silêncio ensurdecedor e este olhar descontente? O que sinto por ti palavra nenhuma pode descrever, consequentemente estas não podem me fazer sofrer, mas o vazio incoerente, infinito sem igual, percorre sobre minhas veias me fazendo muito mal, por ti mudo o mundo, mudo eu, mudo tudo. Admito, a chama que acendeu este vasto sentimento veio de uma paixão, porém este estopim já aconteceu, no mesmo dia que você me conheceu e enfim não completou, transbordou. Não te peço palavras, somente um olhar, a palavra Amor é muito pequena e superficial para explicar o que sinto, por você eu esqueço de ti...
JULIANA
Os olhos vêem mais que um homem subindo a ladeira
Ao relatar o acontecido, dos olhos: água, sal e dor
Onze anos; quase doze, mas é para o espírito que se esgueira
À tona vem, ao ver o homem, todo o seu esplendor
Talvez cansado, mas o homem vai trabalhar
Mas ela vê, lê, crê e superlativa o que pesa
O que pesa nos ombros, no lombo, no caminhar
E ela relata, entorna o que na página da sua alma reza.
Ele chora o que ela chora o que dela aflora
E ele sorri triste ou feliz; ele sorri
Mas nele dói o olhar que ela tem dele
Do sofrimento, do tormento e fala do que há de vir
A ladeira, o peso dos livros e a leveza das palavras
Nada existiria sem aquela face rubra que retrata a alma alva
E tudo vale apena diante daqueles olhos que não deveriam chorar
Mas é subindo a ladeira que o homem busca o que salva
É trabalhando que o homem quer fazer Juliana sorrir
É caminhando que o homem quer fazer Juliana caminhar
É na subida que o homem mostrará pra ela o luzir
Mas que ela seja feliz ali, aqui ou onde quiser estar.
o que os olhos não veem o coração não sente, ou seja.. O sorriso que você vê no meu rosto, talvez não seja o que sinto, assim como as atitudes que tomo, não é o que realmente quero!
