O que os Olhos não Vêem
É impossível enganar um homem de olhos bem abertos e de ouvidos bem aguçados. A mentira só absorve quem ainda não está integralmente desperto.
Enquanto insistir viver o que te fez chorar ontem, irás sempre estar com os olhos nublados de lágrimas e coração nebuloso de mágoa, te impedindo de ver e viver quem te fez sorrir hj.
uma hora você vai deixar de sofrer menina...enxugue estás lagrimas dos seus olhos ....você não merece passar por isso..você ainda vai ser tão feliz que nem você mesmo vai acreditar...
sabe aquela pessoa que você amou tanto....ela vai se arrepender ,por ter perdido a grande menina mulher que você se tornou.
Hoje queria dizer; nem uma lágrima doeu tanto quanto à última que dos meus olhos caíram, descobri que tinha lhe perdido de uma vez! Apesar de não querer mais as lembranças do passado, elas fazem questão de mostrar-me o que outrora fui. Na angústia de tentar repeti-lo me perco cada dia, porém a única certeza que meu coração tem, é eu tentei!
OLHE nos olhos das pessoas
e permita que olhem os seus.
FALE suavemente e sinta a vibração
das palavras que ouve e diz.
TOQUE e se deixe tocar;
gestos também falam.
SINTA a energia dos outros e transmita
a sua vibração mais positiva a todos.
"Gestos simples que refletem a partícula sublime
existente em todas as almas..."
Cika Parolin
Bem o raio dos teus olhos me encandeia o cupido da flecha
Me rodeia há tempo pra nos dois
Nosso tempo
Se algum dia você passar por mim e eu não olhar nos seus olhos, não fique zangado, Chame a minha atenção, e tire-me de meus devaneios,,,
mel - ((*_*)) 2010
Olhe!
Veja bem,
A poesia está nos olhos
Na alma de quem a tem.
Escute!
Ouça bem,
A poesia está na voz
E já no eco, além.
Fale!
Diga meu bem,
A poesia está no Verbo
Na Palavra que poucos têm.
Toque!
Sinta também,
A poesia está no sentir
E não no desdém.
Ajude!
Doe o que tem.
Eis a verdade:
Poesia é caridade,
E religião é fazer o bem.
Todos nós iremos fechar os olhos quando morremos.
Mas tem pessoas que estão vivas e já estão de olhos fechados.
Temos que ter visão de águia, temos que abrir nossa visão espiritual.
Vamos abrir os olhos pra vida, que é tão linda!
NOSSO OLHAR
SOBRE O ESPELHO DOS MEUS OLHOS
PAIRA A TUA IMAGEM A ME FITAR
SENDO ASSIM SÃO OS MEUS OLHOS
QUE DOS TEUS NÃO CONSEGUE DESVIAR.
MEL - ((*_*))
Só mesmo fechando os olhos para senti - lo juntinho de mim...E assim eu te Abraço, e nos beijamos para então fazermos amor em um sonho que talvez jamais venha a realidade...Eu ti amo!
A consciência da perda da inocência.
Fico sempre um pouco aflito quando vejo nos olhos de uma pessoa (amiga ou paciente) que ela começou a perceber a cadeia de comportamentos dela mesma ou de outra pessoa, e que os fatos, antes isolados e pouco relevantes, passam a se tornar uma história bem amarrada, indicativa de uma escolha, consciente ou não.
Em geral é um olhar para um vazio, recheado de significados, meio espantado, às vezes triste e às vezes portador de uma satisfação por desvendar aquele enredo.
Fico aflito pois esta é uma fronteira que nunca sabemos se, quando ou como cada um irá atravessar.
E após realizar a travessia se torna bastante difícil retornar.
Como dizia um paciente: "é impossível desver."
E de fato, algumas coisas após a conscientização são impossíveis de serem acobertadas, pois deixa de ser um ato inocente, para um ato deliberado.
Se antes não tínhamos culpa, ou ao menos, nos desvencilhávamos dela por alegar não saber, após sabido, seremos responsáveis por nossa omissão.
Tomar consciência é abrir mão da inocência, uma inocência que podemos questionar se algum dia existiu, mas que muitas vez convenceu a quem a portava.
E assim, enxergando, escutando, sentindo e percebendo se ganha o direito e o dever, o prazer e a dor do livre-arbítrio.
Temos o direito e o prazer da liberdade, mas com a dor e o dever de renunciar a cada decisão.
Por isso a resistência em crescer, em enxergar, em escutar e em saber, inclusive com isso se perceber pequeno e impotente diante de tantos não-saberes.
Mas é através destes confrontos, destas tensões que nos colocamos no mundo enquanto singularidades.
E por mais que perder a inocência seja desagradável, a existência fora dela é que tem sabor.
Bruno Fernandes Barcellos
