O que Nao Elabora se Repete Freud
A vida não é política, e nem a política é a vida. Nos mantermos lúcidos, calmos e equilibrados é preciso. Não podemos absorver o lixo mental dos nossos líderes.
Toda a religião com compromisso espiritual sincero não adoece as pessoas, o quê adoece as pessoas é o radicalismo político em prol da luta pelo poder. Menos política e mais vida, porque nós merecemos.
Talvez uma das maiores forças de uma elite não seja apenas o poder que ela possui, mas a capacidade de convencer os outros de que estão lutando pelos mesmos interesses.
No Brasil, atravessamos séculos mudando governos, regimes e discursos, mas determinadas estruturas de poder e privilégios continuam encontrando maneiras de sobreviver. O que muda são os personagens; nem sempre muda a lógica.
E existe algo ainda mais intrigante: trabalhadores e pequenos empresários, pessoas que vivem diariamente os desafios de pagar contas, manter seus negócios e conquistar uma vida melhor, muitas vezes defendem interesses que não são os seus — como se pertencessem a uma elite da qual, na realidade, estão muito distantes.
Não há nada errado em defender aquilo em que se acredita. O perigo começa quando deixamos de perguntar quem realmente se beneficia das ideias que defendemos.
Porque discurso não paga salário.
Discurso não sustenta uma pequena empresa.
Discurso não coloca comida na mesa.
É preciso olhar além das bandeiras, dos partidos e dos discursos inflamados. Perguntar quem ganha, quem perde e quais privilégios permanecem intocados.
Talvez a maior armadilha seja esta: fazer o cidadão comum acreditar que está defendendo o seu próprio futuro, quando, na verdade, está apenas ajudando a preservar o passado de quem sempre teve poder.
Seja grato pelo que tem e pare de reclamar do que ainda não conquistou. Esse e o primeiro passo para a felicidade.
A liberdade individual e a participação democrática não são necessariamente adversárias; podem encontrar no Direito suas condições de coexistência.
A racionalidade não se limita ao cálculo de meios para alcançar objetivos; ela também envolve justificar normas que afetam a coletividade.
O consenso democrático não significa ausência de conflito, mas possibilidade de argumentação diante do conflito.
Peço desculpas por não ser exatamente quem você imaginava. A verdade é que as expectativas que criamos sobre os outros raramente combinam com a realidade de quem eles realmente são, e sinto muito se isso te causou alguma decepção.""Peço desculpas por não preencher a imagem que você tinha de mim. Reconhecer isso me faz refletir que cada um de nós é uma história real, cheia de falhas, e não uma projeção idealizada por outra pessoa.""Me desculpe se a minha verdade não correspondeu ao que você esperava. Aprendi que o maior erro que podemos cometer é tentar caber no molde dos outros, em vez de sermos honestos com a nossa própria essência.
Uma das maiores lições que aprendi é que pior do que tomar uma decisão errada é não decidir. O erro ensina; a indecisão paralisa.
A exposição demasiada da sua privacidade a torna uma privada pública, aí o kit cagada não surtirá efeito.
É clichê afirmar,que o bem deve ser feito independente da pessoa, seja boa ou má, isso não se aplica nos dias atuais.
Bens materiais não são permanentes, pessoas se transformam em robôs, mas se esquecem que há muita dependência dos seres humanos, sem eles não há Inteligência Artificial que sobreviva.
