O que Nao Elabora se Repete Freud

Cerca de 612313 frases e pensamentos: O que Nao Elabora se Repete Freud

Não existe Estado de Direito onde a lei é rigorosa para os fracos e negociável para os poderosos.

Uma sociedade não se corrompe quando alguns violam a lei, mas quando muitos passam a considerar a violação normal.

A corrupção não destrói apenas recursos; destrói critérios.

O maior inimigo da justiça não é a injustiça declarada, mas a injustiça administrada como rotina.

Toda corrupção que não é punida deixa atrás de si uma autorização invisível para a próxima.

O jurista não deve perguntar apenas qual lei foi violada, mas que estrutura tornou possível violá-la.

A grande vitória do Direito não é punir os corruptos; é construir instituições nas quais a honestidade deixe de depender de heroísmo.

O Direito que não dialoga com a filosofia torna-se mero tecnicismo. O Direito que não dialoga com a vida torna-se formalismo. O Direito que não dialoga com o futuro torna-se obsolescência.

O clima não conhece fronteiras; por isso, a justiça climática também não pode conhecê-las.

O planeta não precisa de direitos escritos contra a natureza, mas de leis que compreendam que a natureza é condição de todos os direitos.

Não existe desenvolvimento sustentável quando o lucro é privado e o risco climático é socializado.

A natureza não comparece aos tribunais, mas todas as futuras gerações comparecerão para julgar nossas decisões.

“O verdadeiro patrimônio da humanidade não está no que acumulamos, mas no que impedimos que desapareça.”

A crise climática revelou uma verdade antiga: a natureza não é propriedade da humanidade, é a condição material de sua existência.

O Direito ambiental não protege apenas árvores, rios e oceanos; protege a possibilidade de haver alguém amanhã para exercer direitos.

O futuro não pode processar o presente, mas pode sofrer suas consequências.

A impunidade ambiental é uma sentença contra pessoas que ainda não nasceram.

A natureza não precisa de representação simbólica; precisa que o Direito reconheça sua indispensabilidade.

O crescimento que consome o futuro não é prosperidade; é antecipação contábil da ruína.

Não há direito adquirido à destruição ambiental.