O que Nao Elabora se Repete Freud

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“Quando estiver num labirinto, lembre-se de olhar para cima, não é o desespero, mais sim, a luz que conduz até a saída.”

Sonhe, mas não se esqueça de lutar.

Escolha ser alegre e feliz, lute e não se esqueça: Deus é tudo!

“As palavras da profecia não devem ser seladas, porque o tempo está próximo. Como também os selos, as trombetas, as vozes, a ceifa, os flagelos, o Armagedom e o júbilo dos Céus. Assim falou um anjo.”

O sonho é de graça
O que custa caro é não tentar.
Levanta e faz.
O mundo é de quem sonha acordado.

Fácil é determinar que a causa de nossos problemas é externa, difícil é admitir que não é.

Profeta: pregue a palavra de Deus, não a sua.

Não é só ela que eu perco nesse casamento. É uma família inteira que também foi minha.

Quando a gente gosta,
é claro que a gente cuida.
Porque ainda não inventaram remédio pra saudade.

Quando as preocupações quiserem te sufocar, lembre-se de que estou aqui, sempre. Você não precisa carregar tudo sozinha; divida comigo o peso dos dias. Afinal, ouvir também é uma forma de ajudar e amar. E, mesmo quando o silêncio falar mais alto, estarei cuidando de você, porque quem ama acolhe, faz do abraço um abrigo e da presença uma promessa de nunca deixar o outro se sentir só.

As pessoas não mudam porque você quer, portanto, não é inteligente esperar por ela.

“Reikiano, não se deixe enganar pelas aparências nem pelas palavras de alguns que se apresentam como Mestres do Reiki. Use o discernimento: observe suas atitudes, seu caráter e, principalmente, se vivem aquilo que ensinam. Os verdadeiros Mestres do Reiki são reconhecidos pela coerência entre suas palavras e ações, pelos valores que vivenciam e, sobretudo, pelos exemplos que oferecem.”

“Não se deixe enganar pelas aparências nem confunda ilusão com realidade. Cultive o discernimento para reconhecer o que é verdadeiro e não coloque em risco aquilo que realmente tem valor.”

​O frio é tão baixo que não suporta nos ver abraçados.🫂🛌🏽
🤭

Algumas vezes, ele aparece. Não é anunciado, não pede licença. Surge em tardes frias, em noites sombrias, silencioso, mas com a intensidade de um grito interno. Eu o chamo de O Vazio.

Sentir O Vazio é sentir a morte por dentro — mas não aquela morte física, simples e final. É uma morte diferente, mais sutil, mais antiga, que insiste em me lembrar de algo que eu já fui, de algo que já senti em outros lugares e tempos. É como se minha existência, fragmentada e atravessada por cicatrizes antigas, estivesse sendo revisitadas por sombras que o presente não consegue alcançar.

Quando O Vazio chega, não estou no tempo. Estou fora dele. Não é uma sensação que se possa controlar, ou mesmo compreender completamente. Ele se apresenta segundo suas próprias regras, segundo sua própria vontade. E, quando vem, parece sussurrar que meus passados — não apenas o imediato, mas todos os que deixaram marcas — têm algo a me dizer.

São cicatrizes que ainda latejam. Memórias que não pertencem mais a este instante, mas continuam a pulsar no corpo da alma. Não é daqui. O Vazio me remete a algo distante, quase irreal, perdido no tempo e no espaço, mas que insiste em permanecer. É a prova de que a experiência humana não é linear, e que o que fomos, mesmo quando esquecido, ainda vive dentro de nós, às vezes em silêncio, às vezes com a força de um choque inesperado.

Talvez O Vazio seja um portal para o que ainda não compreendemos de nós mesmos. Talvez seja um aviso, um chamado ou apenas a lembrança de que a alma carrega impressões de lugares e tempos que o corpo jamais atravessará novamente.

No encontro com O Vazio, aprendemos algo essencial: que a vida não se mede apenas pelo que fazemos ou sentimos agora, mas também pelo eco das feridas antigas, pelo rastro dos nossos passados que insistem em conversar conosco.

E, quando ele parte, resta a consciência de que fomos visitados por algo maior do que a dor momentânea: fomos confrontados com a própria eternidade da memória, com o peso do que já fomos e, de certo modo, com a promessa de que ainda somos.

Casar e ter filhos foram as duas melhores coisas que eu não fiz na vida.

Há janelas que não obedecem ao vidro.
Às vezes deixam o mundo entrar em silêncio, como quem abre cortinas para um sol tímido que ainda não sabe se é manhã ou memória. Outras vezes, sem aviso, devolvem o olhar com força: viram espelho e mostram aquilo que a gente tenta fingir que não vê.
E há dias piores, em que a mesma abertura se desfaz em abismo — não por maldade, mas por profundidade. Como se a paisagem tivesse desistido de ser paisagem e resolvesse encarar de volta.
Talvez não seja a janela que muda. Talvez seja o olhar que aprende, ou se perde, no que ela decide refletir.

A cidade não é neutra: ela legisla silenciosamente sobre quem merece abrigo e quem deve sobreviver à margem.

Quando o Estado não acolhe os invisíveis, ele não apenas omite — ele escolhe uma forma de abandono juridicamente sofisticada.

Os animais de rua não pedem direitos; eles expõem a falência moral de uma sociedade que já os reconheceu apenas como sobra.