Copérnico nos tirou do centro do universo!
Darwin nos tirou do centro do reino animal!
Marx nos tirou do centro da história!
Freud nos tirou do centro de nós mesmos!
"Mocinhos danadinhos"! isso foi genial!
Afinal, quando nos conscientizamos de que não estamos no centro de nada, somos capazes de respeitar o espaço do próximo.
Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Nota: Trecho adaptado de "Fausto: tragédia subjectiva", de Fernando Pessoa.
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A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.