O que Nao Elabora se Repete Freud
Você não pode viajar pelo que é seu.
Sabiá sã
Sabiá só
Sabia eu
Em cada cubo um quadrado ser perdeu.
Em cada um, um quadrado que é seu.
o ser humano
Nao entende o ser humano.
A confiança
É um bolo gourmet
Em forma de escudo
Cortado por uma faca de dois gumes.
A vida
É um lampejo
Arde
Desbota
Luz de vagalume.
A evolução humana
Detem-se do reflexo do passado
Mais sobretudo das quebras
Dos paradigmas antigos
No presente.
O ser humano
Nao entende que o ser é humano
E capaz de aceitar o ser.
O lugar mais lindo de se morar, não é no coração de alguém.
É onde você se sente bem, e isso não se obriga, não se pede, não se força.
Eu não acredito em magia. Mas em algumas ocasiões na minha vida eu vi coisas. Coisas que não sei explicar.
Esqueçam as cidades perdidas, lugares exóticos e escavações. Não usamos mapas de tesouro, e um "X" nunca marca o lugar certo. Setenta por cento de toda a arqueologia acontece em bibliotecas.
Sou um assíduo leitor dos clássicos da literatura e cheguei a conclusão de que não preciso procurar por um livro sagrado, mas sim, procurar pelo sagrado em todos os livros, isto é ascensão, isto é amplitude, isto é espiritualização; aprendizado sempre e para sempre.....
Sobreviver ao CAOS é um exercício insano, não conseguimos enxergar a luz no fim do túnel e nem vestir o nosso desespero de esperança, é só dor e sofrimento.
Edelzia Oliveira
Autismo, uma infinita possibilidade, de um abraço ou não, de beijos ou não, de olhares ou não, mas temos uma única certeza, que seu amor é infinito, sinônimo de amor.
Eu ainda não sou quem eu preciso ser, também não sou quem eu queria ser, tô bem longe, mas tem uma coisa; eu já não sou mais quem eu era.
ALÉM DO ÓBVIO
Não me contenho com as verdades pré-estabelecidas nesse mundo; minha alma chama distante, meu espírito busca na saudade, o portal para casa.
A verdade que carrego, expande-se além do plano material, além da baixa gravidade, além das estrelas que mesmo, distantes, ainda permeiam sua luz fina e elegante na terra.
Somos constelações em outro universo, somos o amor universal, somos o brilho que outrora se esvanecia com o tempo.Na morte te encontro e no vento estou presente; teu choro inocente marca a entrada de uma alma que anseia sua casa; teu choro colhido da respiração e também da chegada do oxigênio, é o marco da tua perca de consciência, e da ressignificação da tua memória, para que tão somente o mundo brilhe ainda mais, seguida na luz da estrela que te guia.
Sou o acaso, e tu és obra do acaso. Em ti, estou, pois, de ti, desenhei todos os traços, enquanto chorava a disposição que teve ao se entregar nesse mundo cruel — que ainda carrega o amor nas entrelinhas — as entrelinhas criadas pelas minhas lágrimas, perante a criação das tuas linhas.
