O que Nao Elabora se Repete Freud
Eu não faço o que as pessoas esperam. Pra que viver do modo que as pessoas esperam, se eu posso viver do meu.
Já não faz diferença, sua indiferença pairando no ar
arranjo outro caminho pois junto e sozinho, assim não vou ficar!
Eu tô caindo fora e tô abrindo as portas do meu coração
O seu lugar tá vago, eu já tô liberado pra uma nova paixão!
Cansei das frases feitas...
Cansei da tua ausência...
E já não me respeita, foge e não aceita o amor que eu tenho pra te dar
E agora nem adianta, você me procurar
Agora quem não quer sou eu, amor!
A fila tem que andar!
Escura nostalgia
Dou voltas e voltas na cama
não sei para onde me virar
a minha vida está em drama
não sei quando vai acabar…
quando acabará esta dor,
este sofrimento,
deste tormento,
da minha vida sem cor?
De cores alegres e brilhantes
estão os meus sonhos
pintados a meus olhos
reluzindo como mil diamantes…
mas minha vida esta tao importuna
vejo-m é sem força pra continuar
contra este infortúnio lutar
estou fraca sem cura…
estou em desespero total
não consigo dormir
com este mal
mas tenho que competir…
preciso de descansar
pra força mental ter
e me erguer
para contra ele lutar…
Eu não estou certa de que este é o mundo em que eu pertenço. Eu não tenho certeza de que eu quero acordar.
(Mia)
Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o seu essencial.
Olhe ao seu redor. Olhe o que o homem não consumiu. Olhe o que o homem não destruiu. E pense o que ninguém parou para pensar, que Deus nos deu riquezas brotando em todo lugar.
Quando se sentir sozinha,
não estarei mais ao seu
lado.
Apenas a saudade do
amor que não volta mais.
As lágrimas então te fará
lembrar que já não faço
mais parte da sua vida.
• O Paradoxo Elementar
Não está no óbvio a verdade. O aparente sempre se mostra concreto, mas padece de constância, padece de bases que fundamentem sua própria aparência. Logo, aquele que se apega ao aparente, ao sólido, ao permanente, ao palpável, ao literal, ao racional, ao complexo, ao marcado, ao soberbo, ao justificado, ao confiável; este caminha cego rumo ao precipício de sua própria ilusão.
A solidez fascina o ego, e aquele que alimenta o fascínio do pequeno eu, se preenche do ilusionismo do mundo, da sociedade e do moral coletivo. As respostas para as perguntas mais profundas não existem nas formas que se lhe atribuem. As respostas não são respostas, são sensações que se fundem ao caráter do Ser.
Logo, não há respostas, há experiências, uma vez que não havendo separação entre a pergunta e a resposta, não pode haver de fato nenhuma das duas. A resposta está na pergunta e a pergunta é a resposta.
Quem disso se dá conta, começa a entender a natureza do universo, mesmo que ainda por detrás da barreira físico-mental. Vê ele então que o Um inevitavelmente comporta os vários; e que os vários é que transformam o Um. O corpo é um, mas as células são várias. A humanidade é uma, mas os homens são vários. A galáxia é uma, mas as estrelas e os planetas são vários.
O paradoxo elementar é a natureza da Criação. Nada que é grande realmente o é. Nada que é pequeno realmente o é. Nada que é quente realmente o é. O finito se encontra no infinito; e o infinito transpassa o finito.
Deste modo, quem busca sua emancipação compreende que o ego é um produto do Eu Profundo, sendo um canal do que transcende através do limitado. Não há então de se negá-lo devido a suas tolices e confusões, todavia viver sob seu poder é diminuir-se.
Aquele que vive pelo ego, não viverá para sempre, não transcenderá a morte, não sublimará a matéria. Far-se-á refém das ilusões de um mundo adoentado.
Quem se engrandece por meio do ego na verdade está se encolhendo rumo ao seu próprio desaparecimento no limitado. O caminho para a liberdade é estar no próprio centro, silencioso, amoroso, desprendido e liberto da necessidade de segurança.
Logo, quem permanece discreto em sua verdade está, de fato, se engrandecendo rumo ao ilimitado. Este sublimará ao infinito, e o egoico se destruirá no finito.
Se é da natureza terráquea dar valor demasiado ao que não possui, Freud que explique. A questão é evitar experimentar uma das dores que mais dói: a de não ter destinado valor suficiente ao que não se tem mais, quando se tinha.
Certa vez Sigmund Freud disse: “Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.” Encontrei um antigo amigo meu, dos tempos de meninos na rua, e começamos a falar sobre o passado. Dio, lembra que Jogávamos bola no asfalto, bola queimada, pique esconde, porta bandeira, caçávamos passarinho com estilingue, nadávamos nos córregos, bolinha de gude! Não tínhamos pressa, nem cobranças, nem compromissos. Ninguém queria ser melhor do que ninguém. Queríamos ser apenas nós mesmos, tolas e inocentes crianças. Isto me fez pensar sobre o que me tornei. Tantas contas, cobranças, peso, lutas, ansiedades, frustrações, uma luta à procura da perfeição e em ser o melhor; onde vou chegar desta maneira? Quando meu amigo foi embora me disse: Dio, a vida pode ser menos pesada, menos ofegante, menos dramática. Tudo dependerá de como e do que estamos correndo atrás e de qual o valor que damos a estas coisas! Pense nisto! Abraço!
Afinal de contas, você não pode ser uma cópia do Freud, do Einsten, do Jackson, do Jobs. O caminho "deles", "eles" percorreram. Não se aprisione. Liberte-se e aja naturalmente. O seu caminho é tão importante quanto o deles. Mas não se compare. Prossiga sua missão, simplesmente. Faça o seu caminho.
Penso no que faço, no que fiz, e no que vou fazer... hoje teu retrato só me mostra o que quero esquecer.
O guerreiro marcha enquanto outros andam.
Está em vigília enquanto outros dormem.
Seu esforço o fará ir além, sua atenção o mantém no caminho.
Não conduz o exército, inspira-o.
Não motiva porque treina para o ataque, mas porque ensina a proteger.
Onde se esperava um líder, ele se faz guia; onde se esperava um guia,
Ele se faz Estrada.
Deixa de lado todos os seus afetos e também sua compaixão humana e concentra as suas forças espirituais numa única meta: realizar a cirurgia o mais de acordo possível com as regras da arte.
Um sonho de uma criança é uma reação a uma experiência do dia precedente, a qual deixou atrás de si uma mágoa, um anelo, um desejo que não foi satisfeito. O sonho proporciona uma satisfação direta, indisfarçada, desse desejo.
