O que as Pessoas Querem que a Gente Seja
Há momentos da vida da gente que, por mais que o tempo insista em nos arrancar, permanecem... em lembranças e em um sorriso que surge inesperadamente. Dá-nos uma sensação de fuga para o passado, como se pudéssemos repetir a cena, tal qual ela foi pintada. Um abraço, um toque, sorrisos, corpo, alma. Então, o coração acelera e se alegra na medida da tristeza em estar distante (e ao mesmo tempo, perto). Sorri. E se contenta com a certeza de que cada momento do qual se sente saudade foi lindo. É lindo. E sempre será! Sempre...
Tem gente q sente raiva sem motivo, que sente tristeza sem estar triste, que chora sem dor, q ri sem ter havido nada engraçado, que sente-se seguro em meio a insegurança e que sente-se inseguro quando está em segurança. Tem tanto tipo de gente que a gente pensa que conhece a gente e não conhece gente nenhuma.
Tem gente seguindo meus passos...
se olho pra tráz eu o espanto..........
se corro eu perco este encanto...
E agora o que eu faço?
mel - ((*_*))
Dizem que se não houver altos e baixos na nossa vida, a gente morre. Então, acho que deve ser melhor viver algo baixo do que não viver nenhuma das opções. Pois sendo assim, você morre. É assim que eu me sinto. Morta. Pois nada acontece aqui. A vida simplesmente para.
Minha complexidade se desfaz quando me deparo com um sorriso despretensioso e gratuito de gente simples, mas com conteúdo.
Continuo me surpreendendo de como tem gente bacana por ai...
TEM GENTE QUE PENSA QUE AMA
Tem gente que pensa que ama uma pessoa, mas ama o que a pessoa representa, a condição de vida que a pessoa lhe pode dar, o status que a pessoa lhe confere, o sentimento que experimenta ao estar ao lado da pessoa, e até mesmo ama ser amado ou amada pela pessoa, mas não ama a pessoa.
Tem gente que pensa que ama uma pessoa, mas ama um kairós, um tempo e uma circunstância, uma estação da vida, ama bolha que se forma e envolve um conjunto de variáveis onde a pessoa que se pensa amar é apenas um dos ingredientes da cena, da situação e do momento, que logo se dissipa, e a pessoa outrora iluminada pela magia do momento volta aos seus tons de cinza, e o que se imaginava amor se perde na poeira da rotina.
nós somos muito diferentes,mas somos diferentes de um jeito que eu acho perfeito.
porque a gente se complementa.
Ao nos decepcionarmos com uma pessoa, dizemos que ela morreu pra gente. Mas, vez ou outra, nos deparamos em frente ao seu túmulo perguntando porque teve de ser assim. Então percebemos que a pessoa não está morta o suficiente a ponto de te deixar neutro do que você sentia (na verdade, ainda sente) por ela. Isso acontece porque talvez você ainda a ame. Talvez você ainda sinta uma pontinha de esperança de que tudo ainda pode dar certo, de que o jogo ainda não acabou. Então você percebe que é a esperança que é cega, burra, e não o amor.
Mas no fim das contas o único que pode dar a cartada final nesse enredo é o tempo. Ele que tem poder para fazer do maior sentimento apenas uma vaga lembrança de que tudo na vida passa. Ele que sempre sussurra o tempo todo: "Espera, vai passar. Sempre passou, lembra?"
Então você aprende que a tristeza é só uma fase. E que a alegria também. Percebe que o amor é apenas aquela plantinha que você conserva no quintal de casa, e que basta você parar de regar para ela morrer. Mas o pior de tudo é se convencer disso, parar de encher o recipiente com água e parar de regá-la.
Me perdoa, me perdoa mesmo!, eu pensei que a gente pudesse dar certo ,mas agora eu vi que sempre estive enganado.
menina encantadora, juízo de adulta, mas doçura de uma criança, sonha que nem gente grande, não desiste do que quer, segue em frente independente do que vier.
Guilherme Sarate
