O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
A verdade é que eu não queria ouvir a voz dela. Eu queria ouvir a minha voz com a presença dela no fundo.
Porque a gente aprende a falar diferente quando é ouvido com amor.
E desde que ela foi embora, eu desaprendi até a me explicar.
Eu sofro com um medo ridículo de te encontrar por acaso e o coração me entregar antes do olhar.
De você me tratar com a leveza de quem já esqueceu tudo — e eu ainda carregando cada detalhe como se fosse ontem.
De te ver feliz demais… e perceber que quem te fazia mal era eu.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
O que eu posso, eu não posso como quero!
Se eu não posso modificar a vida, quero deixar que a vida me modifique. Se a gente obedece a regra da cicatrização, a gente acorda melhor no outro dia. Porque a ferida parou de sangrar um pouco. Não significa que a dor deixou de existir dentro de nós,
não significa que o problema deixou de existir, não! Só que há um jeito diferente de lidar com isso agora, e eu preciso descobrir que em cada momento da minha vida há uma ferida a ser cicatrizada.
E essa é a sabedoria!
Hoje você não tem o direito de ir dormir sem pensar naquilo que você precisa cicatrizar dentro de você.
Não amanheça amanhã do mesmo jeito que você amanheceu hoje.
Não importa o quão escuras as coisas pareçam. Crie suas possibilidades!
IDENTIDADE
Precisamos da alteridade e do estranho para moldar o nosso eu, mas não precisamos abrir mão do nosso nós para fazer isso.
Eu amo a Bíblia.
Eu levo a Bíblia.
Eu creio na Bíblia.
Eu leio a Bíblia.
Eu pratico a Bíblia,
porque a Bíblia é a sabedoria de Deus.
Desde que eu me tornei cristão parei de me preocupar
com coisas fúteis, medíocres e fictícias, porque a fé
supera as crises, ansiedades e incertezas.
Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?
Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.
Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.
Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.
O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.
Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.
Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.
E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.
Eu desci da estação. Não foi fácil, não foi leve, mas foi necessário. Deixei o trem seguir sem mim, e junto com ele, tudo o que não era mais meu, tudo o que me prendia e me fazia duvidar de quem eu realmente sou. Não preciso mais correr atrás de algo que nunca foi para mim. Não preciso fingir que estou bem, não preciso lutar para ser mais do que sou. E isso, de um jeito estranho, me traz paz.
Eu desci carregando cicatrizes que ainda ardem, mas são minhas. Eu as aceito. Não vou mentir: ainda dói. Despedir-se de algo que um dia fez parte de mim sempre vai doer, mas agora eu respiro. Pela primeira vez em tanto tempo, respiro sem sentir o peso esmagador no peito. Não preciso mais medir minhas palavras, não preciso mais pisar em ovos. Não estou curado, não estou inteiro, mas estou livre. E essa liberdade, por mais amarga que tenha sido a conquista, é minha.
Aqui fora, a estação parece imensa. Mas não me assusta mais. O trem que seguiu em frente me deixa para trás, e tudo bem. Eu não preciso continuar naquele caminho. Finalmente, eu estou no meu próprio. A dor ainda me acompanha, sim, mas ela não me define mais. Eu a sinto, mas ela não dita meus passos. O horizonte é vasto e desconhecido, mas ao invés de medo, sinto um leve alívio. Não preciso saber o que vem a seguir, só preciso seguir.
Agora posso ser quem eu sou, sem medo, sem forçar um sorriso, sem tentar me encaixar em algo que nunca coube em mim. E por mais que isso traga uma espécie de solidão, ela é mais confortável do que qualquer máscara que já usei. Eu não preciso ser mais do que sou. E isso, finalmente, me basta.
Eu tento viver o amor
E fujo de todo o mal
Ao saber que nesses dias
A medida é desigual
Por isso Deus me convida
A ser que nem luz e sal!
A história verdadeira
Não houveram mistérios e nem dramas,
eu na Terra do Nunca e você em Nârnia...
E mesmo assim atravessamos a parede de tijolo da distância,
entre a plataforma 9 e 10 , Londres ficou pequena... E nos encontramos.
O sorriso Dela
O som do riso dela é casa.
É colo, é chão, é horizonte.
Eu não preciso entender o mundo inteiro
porque o universo cabe ali,
no jeito que ela me olha..
um sonho,
um silêncio bonito.
E o tempo… o tempo se curva,
como quem entende
que não precisa correr
quando o amor chega..
Ali, entre o rio e as árvores quietas,
Eu sinto:
não há outro lugar onde devesse estar,
não há outra vida além desta,
não há outro amor além do meu por ela.
Cc
"Enquanto você não vem"
Enquanto você não vem,
eu tento não me perder de mim.
Seguro os cacos do que eu sinto,
e espero.. Sem saber se tem fim.
Não vou correr atrás do silêncio,
nem forçar palavras sem chão.
Meu amor é leve, é imenso…
mas também sabe pedir proteção.
Se um dia você voltar com verdade,
com vontade, com alma e olhar…
vai me encontrar aqui, firme,
mas só se for pra ficar.
Respeito ao Sentir Dela:
Porque onde eu queria estar… eu não tô,
E o mais difícil é nem saber se vou.
Te carrego em mim como um nó apertado,
Mas teu silêncio me deixa sem lado.
Grito por dentro, calo por respeito,
Te amo em silêncio, sem pedir direito.
Será que tu sente esse vazio também?
Ou sou só eu… me perdendo em alguém?
Planto presença sem garantia,
Te espero sem culpa, sem cobrança vazia.
E mesmo sem ter onde me ancorar,
Eu fico ... inteira ...no mesmo lugar.
🌒 "Te penso, te espero"
Eu era vento livre, riso sem medida,
hoje sou silêncio preso, alma consumida.
Te penso no escuro, te espero no dia,
e mesmo sem toque, tu és minha guia.
Não fui feita de espera, mas aqui estou,
a cada mensagem que não vem, me refaço e vou.
Teu nome ecoa onde o mundo cala,
e a falta que tu faz... meu peito embala.
Tua ausência dança no meu travesseiro,
e eu me perco em sonhos, de janeiro a janeiro.
Se a dor é poesia, eu rimo o que sangra,
e com cada palavra, meu coração desanda.
Por ti, através de mim
Eu choro com alma,
sem medo, sem calma.
Eu choro com dor,
no rastro de um amor.
Choro em silêncio,
choro em brado,
choro no verso
que nasce apertado.
Choro no peito,
no tempo calado,
no sonho desfeito,
no fim não falado.
Choro o que fui,
choro o que via,
choro Lucci —
chora a poesia.
Havia amor,
havia esperança,
restou a dor
na lembrança criança.
Mas mesmo chorando,
me ergo do chão ...
meu choro é semente,
meu peito é vulcão.
Quando eu for.. Amigo
levo na alma com quem caminhei,
os poucos que abracei e não soltei.
Amizade é casa que a gente escolhe, mesmo que o tempo nos desenrole.
Fui riso breve, flor no jardim,
mas plantei raízes em quem foi por mim. Se eu me ausentar, não é abandono, é só o ciclo mudando de dono.
Lembra de mim sem me prender,
que quem é real, não vai se esquecer.
Fui família que o afeto cria,
mesmo nos dias de ventania.
E se eu me for, sorri devagar:
sou brisa leve a te visitar.
Sim.... Eu Mudei!
Mudei a cor que dá brilho aos meus olhos!
Empoderei de tudo que me enriquece!
Pra Vida! Pra Lida!! Pra Estima!!!
Eu sou um homem que passou por muitas dificuldades na vida, mas nunca desisti de lutar e buscar o melhor para mim e para minha família.
Eu cresci sabendo que a vida não seria fácil, mas nunca perdi a vontade de seguir em frente. Foi com muito esforço que comecei a trabalhar e terminar meus estudos.
Eu queria entender a lógica:
Os comunistas atacam Israel por morte de bebês usados como escudos humanos pelo Hamas, mas acha um absurdo proibir uma mãe de matar seu feto?
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