O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Seja você mesmo
Se eu começar a ser do jeito que as pessoas querem, estarei deixando de ser eu, e eu gosto de ser do jeito que eu sou mesmo que eu não agrade as outras pessoas.
Sabe o que eu quero agora? SER FELIZ!
Quero alguém pra mim, quero ser de alguém.
Preciso de alguém que demonstre o quanto me quer bem e que não me deixe duvidar desse sentimento. Quero alguém que não queira me perder, que fique triste ao me ver sofrer, que peça pra eu ficar quando eu quiser ir embora, porque o amanhã será bonito e melhor que o hoje. Anseio por tranquilidade. Meu coração quer paz, ficar quieto. É exaustiva a repetitividade de ter o coração partido. Nunca poder ter quem eu amo é horrivemente desgastante. Cansei de tudo isso. Cansei do 'tentar ser' e ao final não conseguir ser verdadeiramente feliz.
Pode ser que você que esta ai fora, não perceba o quanto eu ja vivi. Para você que esbarra comigo por essas esquinas e me acha estranho demais para pertecer a esse planeta, não sabe o quanto eu sei de você, e você nada sabe sobre mim.
E para todos que me veêm frequentando os mesmo lugares tão só, não tem ideia do que me levou a isso.
Saiba que não fiz nada de errado, afinal, não fiz nada mais do que dar o melhor de mim para ela.
É, ela tinha lindos olhos castanhos que tiravam um sorriso meu toda manha. Eles me passavam tanta felicidade, segurança e amor, que me levou a pensar que não ficaria livres deles nunca.
Sem falar da suavidade que aquela pele tinha. Não tinha como ficar perto sem ao menos deslizar meus dedos em sua face.
Costumavamos sair por ai sem destino, sem saber onde iriamos parar, e nada mais me importava, porque ela estava comigo em tudo, pra tudo. Muito tempo eu acreditei nisso.
Ela foi o tipo de menina-mulher que eu tinha escolhido para ser o meu " pra sempre". E toda aquela bagagem que ela trazia me fazia querer sempre mais. E de tanto querer fiquei assim.
Ela se foi, e depois de tanto calado sentido todo aquele amor ainda aqui dentro de mim, continuo na esperança de encontrar aquele sorriso outra vez.
Eu procuro minha felicidade,
algumas pessoas tentam destrui-la,
tempo perdido não vão conseguir pois
o que é meu ninguém me tira.
Quantas vezes eu quis te esquecer?
Quantas vezes eu quis colocar uma pedra no lugar do coração?
Quantas vezes eu me vir chorar porque eu te perdi?
Quantas vezes eu tentei me conformar que você esta feliz a lado de quem você realmente ama?
Mais também quantas vezes eu me vi parada e pensando que eu sem você, não sou nada além de mais um perdido e sem rumo nessa vida, por no fundo saber que realmente é o FIM
Vocês que sentem o coração pulsar.
Rasgar. Sangrar. Doer. Alegrar. Sofrer. Viver e viver.
Eu os admiro bastante e os invejo na mesma medida.
Porque com vocês, há aquela intensidade que ainda desconheço. É claro, existe o medo. Porém não é algo que os impede de sentir.
Vocês não se permitem perecer a medida que as coisas vão mal.
Vocês são sentimentais até a ultima gota, o ultimo gesto, o ultimo suspiro.
E é por isso que a minha admiração vem sempre à frente da minha inveja louca, de querer ser uma de vocês.
Eu quero ir embora
Bater minhas asas e voar
Deixar livre meu espírito
Que é nômade cigano
Aqui não é o meu lugar
E me sinto presa
Tal qual pássaro em gaiola
Que só faz trinar lamentos...
Pássaro engaiolado
Eu quero ir embora
Bater minhas asas e voar
Deixar livre meu espírito
Que é nômade cigano
Aqui não é o meu lugar
E me sinto presa
Tal qual pássaro em gaiola
Que só faz trinar lamentos
Quero a imensidão dos céus
Sobrevoar o azul do mar
Pousar em florestas para descansar
Beber água dos rios
Sentir o sabor do vento
E nele me deixar planar
Sem pressa nenhuma de voltar
Para esse ou qualquer lugar
Eu quero ir embora
Abrir essa gaiola
E sem medo nenhum
Me lançar espaço afora
Há tanto tempo aprisionada
Estou perdendo minhas asas
O meu jeito de voar
Mas ainda assim...quero tentar
Abram essa gaiola
Me deixem ir embora
Meu canto é tão triste
Que já nem sei se ele existe
O que sei é que o tempo é pouco
E se não abrirem logo a gaiola
Não me restará forças sequer
Para eu tentar...ir embora...voar
Eu tenho saudades.
Dele ?
Não, de mim. Daquela menina que eu era, que não tinha medo de se apaixonar, de mostrar os sentimentos, de amar. De não ligar para o que os outros pensavam ou não ouvir muito as opiniões alheias quando eu realmente gostava de alguém, aquela que acreditava, sabe. Ele me ensinou a desconfiar, a ter raiva, a sofrer, a me condenar, me culpar, me ensinou a não poder confiar em ninguém, me ensinou coisas que as vezes eu gostaria de não ter aprendido, ou vivido. Mas se não fosse com ele talvez fosse com outro. Eu tinha que aprender, não é mesmo ? É uma pena. Já que ele mesmo me ensinou a amar, talvez ele nem sabendo como é que seja isso, me ensinou a dar valor, mesmo ele nem dando tanto, me ensinou a se importar e se preocupar cada vez mais, mesmo que as vezes ele esquecesse de fazer isso... Ao menos eu aprendi.
...Então roubava de mim mesma
E escondia a maioria
E essas...ahhh...essas eu não dividia
Comia sozinha e escondida
As minhas jujubas preferidas
Deus e as muriçocas
Porque cada vez que eu tento
Algo dá errado
Destrambelha tudo
A vida perde o reio
O cabresto envieza
O cavalo perde o rumo
Sente o arreio frouxo
Me derruba da sela sem ferrolho
E trota livre sem direção
Rumo ao desconhecido
Me deixando assim, no chão...
E vejo sonhos desfeitos
Objetivos perdidos
Lutas vencidas
Lágrimas derramadas
Luzes apagadas
Músicas emudecidas
Poesias sem rimas
Telas borradas
Desejos contidos
Gritos calados
Viagens interrompidas...
E me pergunto a todo instante
O que é certo e o que é errado
Se persisto ou se paro
Se acredito ou duvido
Das promessas de um cara
Barbudo e onipotente
Que se diz protetor da gente
E me testa o tempo inteiro...
Ou sou o seu inferno
Ou estou no meu inferno
Um dia, por mais distante
Eu vou te encontrar
E aí...vou te perguntar
Olhando na sua cara
Para-quê servem as muriçocas???
Eu quero paz quando tudo fica confuso
Eu quero esperança que estou decepcionado
Mas realmente eu quero você .
São frases de Autoria minha que eu crio
por desenpenho, todos tem oque quer,
mais tudo que eu quero eu não tenho.
Choramos, por uma certa pessoa...
[...]Mais sera que essa pessoa
choraria por nós ? Eu digo...Só Jesus chorou
Eu abri a porta do meu coração para vc .
E vc o que fez , fechou a porta e foi embora .
Não me deixe só , nessa escuridão da noite .
POIS EU PRECISO DE VOCE .
Nuances
Não me perca...e nem deixe que eu te perca
A vida tem dessas coisas...
Pessoas veem e vão.
Não deixe que nos percamos....
Preciso tanto de você comigo.
Mas somos seres mutantes
E adaptável a todas as nuances
E é por isso que insisto...
Não permita que eu te perca pela vida a fora.
Quero estar contigo mesmo que não presente
Saber que estou guardada num cantinho do teu ser
Sentir tua presença cada vez que a saudade bater
Sem me sentir excluída pelo tempo
Não deixe que eu me perca de ti...
Porque sou volúvel em meus sentimentos
Sofro, choro e me rasgo...
Até que exaurida me esqueço.
E quando me esqueço...já não volto mais atrás
Caminhos percorridos, não fazem mais parte de mim
Por isso, não se perca de mim...
E tão pouco permita que eu me perca de você
PRESO
Como eu poderia ter-me em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixei lá atrás nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés
Que por minhas mãos nunca consegui prender.
Um só sequer. Apenas um para tê-lo em casa
Já numa arca de embalagem
Transparente pressenti-lo de perto
Em carícias por ele pelo lado de fora.
A minha boca ficou no desejo da manga rosa
Dos cajus no seu tempo, onde experimento
Qual o mais doce ou qual o mais acre.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na forma de toda a ansiedade
Na menininha irrequieta e tímida
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te ofertar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos no azedume das frutas ruins
De ternuras que foram desta maneira
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
Tempo que faço
Hoje eu tenho tempo
Para olhar e conseguir enxergar
Coisas que não via
Mas que insistia em olhar
Hoje eu tenho tempo
Para entender os erros que cometi
Por tanto querer acertar
E por nada..., me stressar
Hoje eu tenho tempo
Para não mais me deixar levar
Pela emoção descabida
Que só faz a mágoa acalentar
Hoje eu tenho tempo
Para sorrir e até para viver
Já não tenho amarras a me prender
E assim...aprendi a não sofrer
Hoje eu tenho tempo
Para com todos vir brincar
Sentar na mesa desse buteco
E com carinho, aos amigos rabiscar
Hoje eu tenho tempo
Para não mais perder meu tempo
Nada e nem ninguém merece que eu perca
Um só segundo do meu tempo
Sem estilo
Eu não tenho estilo
Rabisco o que quero
E como quero
Não me prendo a estilos
Até tentei ter um
Mas não tenho nenhum
Minha mão é livre
Discorre sem cabresto pelas palavras
Não se deixa dominar
Não se prende, só escreve
Tem seus dias de lirismo
Dramatiza meus momentos
Decanta amores e amigos
Inferniza quem se opõe no caminho
Eu não tenho estilo
Sou indefinido
E sem esse tal de estilo
Eu escrevo com estilo
Meus rabiscos descabidos
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