O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
17 de julho de 2025
Hoje minha esposa me pediu, com tanto carinho, que eu lavasse os pés dela.
E eu não pude dizer não.
Nem todo homem tem o privilégio de servir uma princesa.
Eu tenho.
O mundo espiritual é real.
Se você vivesse 1 dia
do que eu vivo aqui,
seu joelho não
levantaria mais do chão.
Antes de resolver,
EU ORO.
Antes de reclamar,
EU ENTREGO.
Levo meus problemas a DEUS
em oração.
#DependênciaDeDeus
"Se dissesse que Jonas foi engolido por uma piaba, ainda assim eu acreditaria.
Se o homem precisa encaixar o milagre na lógica humana para aceitá-lo, então não está tentando compreender o milagre, está tentando reduzi-lo ao tamanho da sua própria razão."
“Quando meu amigo e eu vemos alguém mimando quem gosta, sem saber que ela troca ideia com outro.”
Mac Jhogo
"Meu amigo e eu vendo alguém mimando quem gosta, sem saber que ela troca ideia com outro."
Mac Jhogo
Eu me reinvento todos os dias para não me entregar.
Às vezes, certas mudanças são necessárias para preservar aquilo que ainda resta de quem você era antes do caos se instalar.
Não é deixar de ser quem somos.
É aprender a proteger o que sobreviveu.
Quem sou eu? Essa pergunta é primordial para o seu sucesso pessoal e profissional. Se você não sabe quem é, jamais terá autenticidade e nem autoconfiança.
Shalimar Farias da Silva
Eu nunca comprei um barco
Eu nunca comprei uma lancha
Eu nunca comprei um jetski
Eu nunca comprei um iPhone
Eu nuca comprei um jatinho
Eu nunca comprei um helicóptero
Eu nunca comprei um carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém
Que orgulho eu tenho de mim!
[ecos]
O Eu original foi desconectado
e tudo o que restou fomos Nós
(esses Eus sem paradigmas),
no escuro de uma tabela periódica,
crédulos da ciência e dos teísmos,
cultivadores de rótulos, diplomas e de imóveis habitações.
Lisa Alves — Arame Farpado (2015)
(...) Já cedo, antes de maçãs caírem
eu sentia o poder da gravidade
(meu pai sempre caía e eu o seguia)
Primeiro porre aos doze.
[entre quedas e newtons, mordo a maçã]
Lisa Alves — Arame Farpado (2015)
13
Eu sempre votei nos direitos
que como povo eu quero ter.
Sempre votei para poder
nos fortalecer.
Eu sempre escolhi votar no Lula
porque sei que ele é o melhor.
Não adianta querer tudo para mim
e deixar o Brasil na pior.
Tem gente que diz que ele é bandido,
mas ele provou inocência
e não está atrás das grades não.
Quem está no xilindró é o verdadeiro ladrão.
Eu voto em Lula pelo melhor do Brasil.
É Lula cá, é Lula lá, Lula lá de novo.
Ele é tetracampeão
com o meu voto e o do povo.
É o Nordeste quem vai salvar
mais uma vez o Brasil.
Eu estou com Lula,
a estrela que brilha
para que também nós possamos brilhar.
13 vezes, se eu pudesse,
em Lula eu iria votar.
Nildinha Freitas
Eu fecho os olhos e estou andando, sabe? É um lugar escuro, frio, e no chão há muita água.
E sabe que eu, quando suspiro, escuto o eco do meu vazio, e é DE UMA IMENSIDÃO TÃO EXTENSA que chega a ser reconfortante estar em um lugar onde o vazio parece ser menor que o meu. Fecho os olhos e percebo que os meus pensamentos me consomem, que sentimentos me levam a caminhar cada vez mais por um caminho escuro, ao invés de procurar um apagador e acender a luz.
Estou sentada à mesa, cercada por um mar de papéis — folhas pálidas que se acumulam diante de mim como fragmentos de pensamentos mortos. Afundo-me entre papéis espalhados, como se cada folha guardasse um pedaço esquecido de mim. A madeira permanece em silêncio, testemunhando o caos que lentamente me engole. Me sinto completamente soterrada por papéis que parecem lápides de pensamentos que nunca encontraram descanso.
AVISO⚠️
não tire nada do lugar
estamos falando da minha mente, ok?
sei onde cada coisa está.
Acabaram com o rádio,
com a tv,
agora estão acabando com o youtube,
é isso que eu pude,
com dó perceber...
O dinheiro atrai quantidade,
mas acaba com a qualidade!
Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.
_ Mafalda
Entre a
indiferença e a imposição,
eu fico com a que
fere menos:
a indiferença.
A imposição já chega fazendo barulho demais, atravessando vontades, atropelando silêncios…
Ela não pergunta, determina.
Não escuta, ordena.
E quase sempre se disfarça de cuidado, de verdade absoluta, de “é para o seu próprio bem”.
Mas deixam marcas — profundas, invisíveis e até persistentes.
A indiferença, embora gélida, ao menos respeita nossas fronteiras.
Dói, sim.
A ausência pesa, o vazio ecoa…
Mas nela ainda há espaço para respirar, para escolher, para não ser moldado à força pelo desejo do outro.
A indiferença não invade a alma; apenas passa ao largo dela.
Entre ser ignorado e ser violentado em nome de certezas alheias, há uma diferença crucial: um fere pela falta, o outro fere pelo excesso.
E excessos, quando impostos, quase nunca constroem — apenas nos quebram.
Talvez o ideal fosse o cuidado que escuta, o amor que propõe sem impor, a presença que respeita.
Mas enquanto isso não acontece, que ao menos nos poupem da brutalidade das verdades empurradas goela abaixo.
Entre a indiferença que não pede para ir nem ficar e a imposição que já chega metendo os pés na porta, que fique a indiferença.
Porque aquilo que não toca pode até doer,
mas o que força… costuma ferir demais.
Me abandone, mas não me atormente!
Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.
Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.
Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.
Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.
Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.
É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.
E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.
É Jacó mancando depois de muito insistir…
É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.
A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.
Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.
O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.
Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.
É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.
Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.
Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…
E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!
Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…
Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.
Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.
Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.
Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além.
E consiga se permitir se reinventar.
Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença emais humanidade.
Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.
E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.
Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.
Amém!
Noutros tempos, eu também já tropecei em vários infortúnios: o mais desonesto deles era me preocupar com opiniões alheias.
Alguns vinham disfarçados de acaso, outros de destino.
Mas o maior deles não caiu do céu nem brotou do chão:
nasceu do excesso de atenção às opiniões alheias.
Enquanto eu media meus passos pelo olhar dos outros, perdia o ritmo do que realmente era meu.
Cada julgamento externo virava régua,
cada expectativa alheia, uma pedra a mais nos ombros…
Mas não era o mundo que me limitava — era eu, entregando minha autonomia à aprovação de quem não podia caminhar meus passos, ainda que suportasse o peso das minhas sandálias.
É curioso perceber que o medo de desapontar
quase sempre nos faz abandonar a nós mesmos.
E, nessa tentativa constante de agradar,
vamos nos desencontrando do que sentimos, pensamos e somos.
O dia em que compreendi isso foi muito menos Libertador do que Honesto.
Doeu admitir que muitas quedas não foram empurrões,
mas escolhas deliberadas feitas para caber em opiniões que nunca me pertenceram.
Hoje, quando tropeço, sei diferenciar:
há infortúnios que ensinam,
e há distrações que aprisionam.
Preocupar-se demais com o que pensam de nós
é uma das mais silenciosas —
porque parece prudência,
mas cobra o preço da própria liberdade.
Definitivamente, é impossível bancar um aluguel tão caro por um imóvel sem a menor condição de habitar: a aprovação alheia.
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