O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Se eu fosse a chuva
poderia eu me conectar com o coração de alguém assim como ela pode unir
os eternamente separados, terra e céu?

Sem Deus, meus filhos, minha família e você, meu fã, eu não poderia te feito isto tudo, seu amor, seu apoio e lealdade fez isto tudo ser possível. Você estava lá quando eu realmente precisei de você, seu sempre e presente amor ajudou-me e enxugou minhas lágrimas e carregou-me. Eu precisarei da sua devoção e apoio para sempre. Você é minha inspiração.
Com amor...
(comunicado escrito no dia do seu julgamento para os fãs)

Se eu pudesse dizer que eu te amo

Estou só e trsite,
quase abandonada.

Se ao menos tu estivesses perto de mim,
se ao menos pudesse ver seus olhos
tristonhos e misteriosos
e esse teu sorriso lindo.
Se ao menos pudesse ver teu rosto,
se pudesse ouvir tua voz...
Se estivesse aqui para me dizer
algo que me animsse.

Mas tu estás tão distante...
e eu aqui tão sozinha.

Sozinha?
A tristeza,esta ngústia e a saudade de ti
me fazem compania,
E neste momento em que a solidão me envolve,
eu gostaria de estar contigo,nos teus braços...
e olhar bem dentro dos seus olhos
e dizer baixinho só para nós dois
- "Eu te amo!"

Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei;
O que só agora vejo que deveria ter feito,
O que só agora claramente vejo que deveria ter sido —
Isso é que é morto para além de todos os Deuses,
Isso — e foi afinal o melhor de mim — é que nem os Deuses fazem
viver …

Se em certa altura
Tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita;
Se em certo momento
Tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
Tivesse tido as frases que só agora, no meio-sono, elaboro —
Se tudo isso tivesse sido assim,
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro
Seria insensivelmente levado a ser outro também.

Mas não virei para o lado irreparavelmente perdido,
Não virei nem pensei em virar, e só agora o percebo;
Mas não disse não ou não disse sim, e só agora vejo o que não disse;
Mas as frases que faltou dizer nesse momento surgem-me todas,
Claras, inevitáveis, naturais,
A conversa fechada concludentemente,
A matéria toda resolvida…
Mas só agora o que nunca foi, nem será para trás, me dói.

O que falhei deveras não tem esperança nenhuma
Em sistema metafísico nenhum.
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonhei,
Mas poderei eu levar para outro mundo o que me esqueci de sonhar?
Esses sim, os sonhos por haver, é que são o cadáver.
Enterro-o no meu coração para sempre, para todo o tempo, para
todos os universos.

Enquanto chove...

É uma noite tão fria...
E eu voltei pra casa sozinha,
enquanto a chuva caia,
E molhava minha roupa...

E tudo estava tão escuro
E vazio...
E triste...
E não havia ninguém pra me escutar...
O silêncio permanecia,
Mesmo se eu tentasse gritar...
Não iria ouvir as palavras que eu queria...

Cada gota de chuva que caía,
Juntava-se a uma lágrima,
De medo...
De dor...
De ódio por todas as coisas erradas...
E após rolar, as gotas partiam...
Como todas as coisas,
Como todas as pessoas
Como todos os momentos...

E já diziam que não há nada permanente...
A não ser a mudança...
Ou talvez algum indício de dor...

E eu sou apenas uma criança...
Que tenho medo de tudo,
que choro quando perco a esperança
e quando vejo que tudo termina,
quando tudo e todos se vão...
Restam apenas as lembranças,
Resta apenas eu contra eu mesma...

E a tempestade lá fora...

"Charlie: Eu entendo...
Alan: Sério?
Charlie: Na verdade, não.
Alan: Então pq diz que entende?
Charlie: Pq as pessoas gostam de ouvir isso. Veja bem Alan, se eu digo que entendo não quer dizer que eu entenda, nem mesmo quer dizer que eu esteja prestando atenção... Alias, nem quer dizer que eu queira saber!"

"...Passou tempo e eu não esperava que, um dia, chegasses. Mas passou tempo. Um dia, chegaste.
Caminhávamos na rua. Eu pensava em qualquer coisa que não era a ideia de chegares,
como uma avalanche que arrasta tudo à sua passagem, como uma multidão a pisar cada pedaço
de terra. E a rua ficou deserta quando nos aproximámos. Éramos desconhecidos no instante
em que olhámos um para o outro. Passou esse instante e, dentro de nós conhecemo-nos.
Chegaste. Eu não te esperava. Contigo trouxeste a ternura, o desejo e, mais tarde, o medo.
Chegaste e eu não conhecia essa ternura, esse desejo. Em casa, no meu quarto, neste quarto,
revi os teus olhos na memória, a ternura, o desejo. E, depois, aquilo que eu sabia, o medo.
E passou tempo. Eu e tu sentimos esse tempo a passar mas, quando nos encontrámos de novo,
soubemos que não nos tínhamos separado..."

Deixa que eu te ame em silêncio.

Não pergunte, não se explique, deixe

que nossas línguas se toquem, e as bocas

e a pele

falem seus líquidos desejos.

Deixa que eu te ame sem palavras

a não ser aquelas que na lembrança ficarão

pulsando para sempre

como se amor e vida

fossem um discurso

de impronunciáveis emoções.

Eu olho para trás e você ainda é aquele ali, parado na esquina, sorrindo meio desengonçado, esperando que eu abra o portão. Esperando que eu te abrace e depois te beije, e que te diga que sua camisa não combina com sua calça. Eu olho para trás e você ainda é o meninão que ri das minhas piadas, que passa a tarde inteira jogando cartas com minha avó enquanto eu faço as unhas, que sabe que odeio que mexam no meu pé (e que sempre o faz para me ver ficar brava). Eu olho para trás e você ainda é o homem que me faz mais mulher, que me arrepia o pêlo, que balbucia meu nome com fervor, que me segura pela cintura e aperta forte meu corpo contra o seu. Eu olho para trás e você ainda é o amigo que me ouve, o único que me conhece por inteiro, de alma, que conhece cada centímetro de mim. Conhece todas minhas manias, todos os meus sorrisos, todos os meus olhares. Eu olho para trás e você ainda é o confidente que sabe meus segredos, meus medos, meus crimes, meus sonhos.

Mas quando eu olho para trás, você está, atrás. E cada vez mais atrás, e diminuindo, e indo embora. E se tornando mais uma lembrança do que uma presença, mais uma foto no mural do que uma ida à praia, mais uma página do diário (algumas páginas) do que um filme no fim da tarde. Uma paixão que veio, fez tormenta, tirou o sono, fez o teto cair e o chão fugir. Devastador. Mas que resolveu partir, assim, sem mais nem menos, como quem não quer nada. Foi-se com a chegada do inverno. Eu olho para trás e vejo um amor de verão, um sonho bom, uma lembrança terna.

E de repente, bum! É hora de olhar para frente, e ver que a vida está acontecendo, e que há alguém pra se olhar. E eu olho para frente e despeço-me de outra vida, sorrindo com alegria e abrindo meu coração com emoção para a brisa de primavera que traz outra vida, outras emoções, outros contos, que traz mais prosa e poesia, e que traz meu amor.

Não são vilões que eu incorporo. Tudo isso faz parte da estrutura desse vaso ruim aqui. Que diferente do ditado, já caiu e quebrou. Hoje usa materiais inquebráveis e aderiu ao super-bonder. É assim que funciona. Eu não fiz por mal, mas foi um grande equívoco eu acreditar que pudesse viver de médias expectativas e sensações. Eu pra sempre serei a melhor amante, a pior inimiga, a maior injustiçada, a mais apaixonada, o teu mais terrível pesadelo, ninguém no mundo sofrerá mais do que eu e tão pouco poderá ser mais feliz.
Desse jeitinho mesmo. Potencializado e cheio de exagero.

(fragmento de um texto longo demis, mas eu gosto dessa parte)

Olha, estou escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir.
Eu não achei que ia conseguir dizer, quero dizer, dizer tudo aquilo que escondo desde a primeira vez que vi você, não me lembro quando, não me lembro onde. Hoje havia calma, entende? Eu acho que as coisas que ficam fora da gente, essas coisas como o tempo e o lugar, essas coisas influem muito no que a gente vai dizer, entende? Pois por fora, hoje, havia chuva e um pouco de frio: essa chuva e esse frio parecem que empurram a gente mais pra dentro da gente mesmo, então as pessoas ficam mais lentas, mais verdadeiras, mais bonitas. Hoje eu estava assim: mais lento, mais verdadeiro, mais bonito até.
Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse.

Caio Fernando Abreu

Nota: Trecho de "Carta para além do muro" de Caio Fernando Abreu

Eu nunca deixei de acreditar no carinho, companheirismo e amor. Eu gritava de forma estrondosa por alguém que me proporcionasse tais alegrias e por motivo do destino fomos apresentados um ao outro. Tu concordas totalmente com o meu modo de pensar, ambos sabemos que o amor não é só um contacto de lábios ou um abraço caloroso, e sim um sentimento que desperta lá no fundo dos nossos corações.
Sei que é muito cedo para falar de amor, mas não posso guardar só para mim um sentimento tão forte como esse que me estás a fazer sentir.
É um doce remédio que alivia as minhas preocupações e me dá forças para fazer da minha vida algo muito especial. O teu toque, o teu cheiro, a tua voz, a tua essência envolve o meu coração de sentimentos de aconchego e segurança que jamais pensei sentir. Esse teu olhar que me enternece e faz ficar muitas vezes sem palavras.
Esse teu aconchego que faz o meu coração juntar-se ao teu e ali namorarem e confessarem sentimentos de amor que jamais nossas bocas conseguiriam traduzir para palavras.
Às vezes na vida perdemos oportunidades magníficas de felicidade, mas esta eu não vou perder, que é a de estar ao teu lado.
Porque te admiro, porque gosto muito de ti, de alma e coração.

⁠Eu não quero ser um homem. Eu quero ser um adolescente fugitivo frustrado que não pode confrontar com seus próprios demônios internos e em vez de botá-los pra fora verbalmente sobre as pessoas.

(Jace Herondale)

Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota

Eu sou uma nave indo pro espaço e o seu coração é a lua
E eu estou mirando bem em você
Bem em você

Sabe....eu não fico triste pelo fato de você não me querer.
Eu fico triste por eu não ser ao menos uma opção....

Por que não eu?

Declaração de amor eterno

Eu te amo...
Eu te amo como a montanha ama o sol que lhe permite fazer parte do entardecer
Eu te amo como o mar ama a tempestade que lhe liberta da calmaria
Eu te amo como o pássaro ama a aurora que lhe autoriza o cantar
Eu te amo como a lua cheia ama o poeta que lhe veste de prazeres
Eu te amo como a amizade ama a aliança do abraço
Eu te amo como o tempo ama a fortuna da cumplicidade
Eu te amo simplesmente, como o lavrador ama a terra que lhe alimenta
Eu te amo e só.
E quando não puder mais sentir o doce toque do meu amor, encontre-me no amanhecer, que é o momento do milagre. Ou me busque na sombra das estrelas, que é onde mora o que é eterno.

SOBRE MIM.

Não sou de brincadeira quando falo sobre mim, afinal, eu mereço ser levada à sério. Respeito pra mim é essencial. Sou do tipo que valoriza o olhar mas que ainda carrega um gesto tímido na fala. Tenho um jeito marcante que ao mesmo tempo em que aproxima, afastam muitos. Talvez por medo, talvez por inveja, tudo depende da intenção de cada um. Sempre fui certa nas minhas atitudes, direta nas minhas opiniões e errada nas minhas decisões. Mas nunca, nunca alguém me viu de braços cruzados, disfarcei-me de cega, mas sempre observei passos errados. Quem me conhece sente saudades. Sou dia de sol misturada de uma grande tempestade.

E quando eu pensar que as minhas forças irão acabar, eu me renovo, me revisto de coragem, coloco uma armadura de fé e saiu em direção a realização dos meus sonhos.
Eu vou indo, avançando, conquistando e dando o melhor de mim em tudo.
Não posso temer, não posso parar nem retroceder, as vitórias estão lá na frente, então irei ao encontro delas com a certeza da minha capacidade de superar desafios e ser vencedor.

EU SOU ASSIM:
Incoerente, inconstante, inconsequente... Eu sou assim: Imprevisível, tenho aversão a todo e qualquer tipo de jogo de cartas marcadas. Sensível a essa realidade morna.
Me defino como uma chuva de verão ou, até mesmo, um furacão: que chega sempre sem avisar. Intenso, avassalador, destrutivo. Mas, com a mesma intensidade que chego, tão logo parto. Sem deixar rastros ou pistas sobre de onde vim ou pra onde irei.
Sou introspectivo, tenho alergia a essa rotina descabida do dia-a-dia. Já me peguei com a necessidade mortal de sair andando, sem rumo, em uma madrugada de segunda feira. Da mesma maneira que me vi deitado, sem perspectiva, ás 9 da noite de uma sexta feira.
Sou um nômade, um pirata. Meu navio é guiado ao sabor das batidas pouco ritmadas do meu coração. A minha única lei é não respeitar lei alguma. A minha única regra é não seguir regra alguma. E o meu único amor é o amor próprio. Não exija de mim nada que seja considerado “normal”. Não me enquadro em nenhum padrão de comportamento aceitável.