O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Sei lá, só sei que a sorte um dia vem
Quando esse dia chegar
Lembra daquele dia, da chuva que caía
E a gente ainda vai se encontrar
Sei lá, só sei que a sorte um dia vem
Quando esse dia chegar
Vou mergulhar nesse seu mar
De sonhos impossíveis
Vou morrer no seu sorriso
E renascer todo dia no seu olhar
SÃO APENAS VERSOS...
Não escrevo aos que se acham maior!
Sei que meus versos são pequenos.
Mas não me importo se são amenos,
se não brilham, se são bons ou pior,
porque sei que são livres...
Sou poeta menor, bem sei disso...
E minha Poesia estreita, indouta
sem métrica, tosca, vazia, solta,
- maculadora do brio que não cobiço -
são apenas versos. Mas são livres!
Sou um mero pintor de aquarelas...
E, meus poemas desgastados, mudos,
rudes e descoloridos, entremeados
a corações amiúdes de flores amarelas,
são apenas versos. Mas são livres!
Escrevo aos que têm alma liberta!
As Estrelas esquecidas que já partiram.
Ao genial Pintor, cujas cerdas coloriram
as arirambas de minha terra esbelta.
Escrevo, porque sou livre...
Dou legalidade
Sei o quanto foi difícil resistir.
Apesar de muito ferido, vivo estou aqui.
Poderoso és o nome que opera.
Benção, vida e vitória que gera.
Gratidão, buscando teu coração, que eu possa senti.
Faça sim Senhor, o que quer manifestar.
Teu poder e graça neste meu coração, neste lugar.
Sozinho nada tenho e nada posso fazer.
Insignificante senhor, sem ti é esse ser.
Dou legalidade.
Suplico, clamo mesmo, invoco sim.
És único digno de minha humilhação.
Receba este meu sedento coração.
Faz teu milagre na minha vida, em mim.
No corpo, do Espírito, da alma.
És Senhor do todo.
De toda condição, da estrutura inteira.
Venha Senhor, manifestação ligeira.
Harmonize sim, teu tempo e tua vontade.
Meu entendimento, clamo de verdade.
Ainda que seja pesada a ladeira.
Flutuando vou nas asas da tua virtude de bondade.
Pode sim periciar meu coração e mente.
Veja o proceder, de tudo que faço, tudo que este pensa e sente.
Oh Altíssimo poderoso, em nome de Jesus.
Toda maldição e enfermidade foi na cruz.
Liberte todo bloqueio no coração e na mente.
Giovane Silva Santos
26/09/2022 12:39hs.
Hemisfério -
Só!
Assim
me vejo
além-de-mim...
Tão só!
Assim me sei
neste
hemisfério
sem fim...
E o Amor,
esse,
nunca
o encontrei!
E tanto
que o
esperei!
Ai
de quem
chora,
p'la Vida
fora,
o desamor,
de quem,
não sei ...
E o
Coração
que lhe
dei,
deixou
meu corpo
frio,
sem calor!
E
p'la solidão
do Amor,
eu sinto
que estou
morto,
pálido,
sem cor,
vazio,
distante,
que voo,
além-
-da-
-dor ...
"Já não sei se fico ou devo ir, uma parte de mim fala que devo ir, a outra metade me faz querer ficar! Devo sacrificar meu orgulho? Devo sacrificar meu coração?
O que devo fazer?
Uma vez que esse amor já não é mais meu! Uma vez que você já não é mais minha! "
Não sei dizer ao certo se um dia fomos felizes de verdade!
Você fez tanto mal pra mim, que jamais imaginaria que pudesse fazer isso
Você me surpreendeu de uma forma muito errada
Você não consegue ver a dor que casou em mim
Eu sigo me levando e as vezes caio sozinha, mas depois que me canso do chão frio, me levanto novamente para então olhar para o seu rosto sem nenhum arrependimento em me fazer sofrer.
Voar Errado -
Há no desespero um não sei quê de glorioso!
Algo que me intriga, eleva, dinamiza ...
Há na solidão um não sei quê de atencioso
que me envolve, adormece, sintetiza ...
Há na Alma um não sei quê de precioso!
Uma Vida de viagem mundo fora
que nos leva. Leva onde?! Onde leva?! Turva agora,
água limpa, triste ser, silencioso ...
Eterna solidão d'um Poeta intemporal,
capaz de amar, amando a negritude,
escrevendo versos em seu próprio corporal!
Meu linho, meu tecido, meu brocado,
minha capa, meu sudário, eterna juventude,
cega, possuída, asa quebrada, voar errado ...
Confusão -
Não sei em que estado me encontro!
Não sei se te desprezo, se te amo, se te quero …
Há em mim um estranho contraste, desencontro,
encontro, reencontro - não sossego!
E quem me falta encontrar
neste mundo de desencontros?!
Talvez alguém a quem amar
como em antigos contos …
Mas onde procurar?!
O amor não se procura – dizem as gentes –
há-de se encontrar …
Então há que esperar!
Mas até quando esperarei?! …
Vejo o tempo a passar … passar …
Se sou poeta ou sou prosista?...
Se sou poeta ou sou prosista?
Por ter asas, sonhador, não sei
Ser poeta é ser artista?
Sinceramente, um pouco serei
Não sou só aquele tom simplista
Tenho amor e do amor sou
Da vida, um poético bucolista
Verdade, não sei à que me dou
Afinal, poeta ou prosista, é assim,
De sentimento fundamental
Se é bom ou ruim?
Pouco sei, sei que sou sentimental
E isto, é o preciso para mim!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 outubro, 2022, 11’34” – Araguari, MG
*parceria com Fernando pessoa
O meu último adeus
Quero começar pedindo desculpas sei que não devia ter feito o que fi, mas agora ja foi ja fiz, e assim eu meio que sobrevivi, não foi certo e eu tinha consciência disso mas me fazia me sentir bem errei feio muito feio mas já é tarde demais pra tirar tudo que falei agora me sinto mais trouxa do que nunca podem acreditar, não posso culpar ninguém além de mim
mentiras histórias irreais que não podem ser descontadas, a minha vida uma mentira sem fim, nasci e cresci com meus primos mais velhos o que querendo ou não me fez ter uma maturidade maior do que a de meus colegas, vivi numa mentira que eu criei e não tive coragem para tirá las enquanto havia tempo. Agora cada pessoa tem uma visão de mim, cada um escutou uma versão, cada um acha que me conhece mas a verdade é que eu não me conheço, ninguém me conhece de verdade, alguns pensam que sou a pegadora, outros que sou a santinha, alguns que sou nerd outros a que passa com sorte , alguns que sou festeira outros intelectual até demais, alguns acham que sou cheia de amigos outros que tenho quase nenhum , alguns acham que sou extrovertida , outros que sou muito fechada. olha ninguem ta certo, essas impressões são de histórias mentiras que criei, para parecer menos entediante e chata,isso que dá ter boa criatividade, pessoas foram inventadas assim como cenários eu nao sei mas quem sou eu, me perdi na personagem, me sinto terrível por tudo mas nao posso só falar agora que tudo era uma grande mentira quer dizer poder eu posso mas , não tenho coragem nem estabilidade mental para isso, ate queria contar mas não sei se consigo reconstruir tudo que tenho sei que não foi por mim mas minha personagem, acho que so não consigo confessar tudo por que não quero voltar a ser a menina estranha que fala sozinha fingindo que tem amigos , não quero que voltem a falar que sou estranha,não quero me sentir traída de novo sei que não devia ter feito isso mas não consigo fazer parar.
Era amizade, mas sei lá de repente a gente se beijou e quando nos demos conta amanhecemos na cama.
Foi bom demais e rimos da situação inusitada, porém consensual.
E a amizade continua até hoje, afinal intimidade e segredos é rotina entre amigos.
Angústia!
Sei o que não quero, mas quero o que não sei,
na angustia de não fazer o que quero,
fico angustiado ao querer fazer o que não sei.
A confusão que se cria na ansiedade de encontrar
o sentido em fazer, surge a angustia da sensação
improdutiva de nada fazer que me conduz à ideia
da ausência de significado que continuo a fazer.
Sinto uma constante necessidade
de encontrar o que não sei,
mas sei que o sentido
está, justamente, em continuar
na busca da negação do não saber.
Não sei até quando as pessoas em sua ignorância irão por sua confiança no homem em vez de pôr somente em Deus.
Quando confiarem de todo o coração no Único que detém todo o domínio sobre todas as coisas, então realmente compreenderão que tudo está nas mãos de Deus e que nunca existiu e nem existirá outro além dEle.
Ricardo Baeta.
Vida Vivida -
Andei p'la vida fora e não lembrei
que a morte um dia vinha m'encontrar
não sei se alguma vez a desejei
que a morte é coisa certa há-de chegar.
Esquecida de que a morte também tinha
um voar de asas serenas de marfim
minh'Alma num feitiço que adivinha
só lembrava hora-a-hora quem perdi.
Meus olhos que são pedra e solidão
tão cansados, revestidos de cristal
não sei por que caminhos pisarão
só espero que adormeçam natural.
Eis quando pressenti que a morte vinha
e à luz do coração me despedi
sozinha numa cama que é só minha
morri, foi nesse instante que eu morri.
Ver tudo!
Não sei se digo...
É uma mentira,
Ou um sonho inatingível para todo ser mortal
enquanto ainda estamos neste plano terrestre.
Uma coisa é certa, só o criador DEUS tudo pode
Já nós os que alcançarem a eternidade poderemos
sim realizar este sonho de ver tudo, pois seremos semelhantes
ao nosso criador quando estivermos juntos com ELE eternamente Amém.
Não sei viver sem o silêncio
O silêncio é o grito mudo
É no silêncio que encontro o som da mariposa
É no silêncio que o som do coração se expande
O silêncio é transformador
É a inquietude inteira
É a paz de espírito
É o encontro com Deu
É a pausa
A força do silêncio não é limitação
É necessidade
A Paz e o silêncio andam juntos
O silêncio é o céu
Não existe cura se não for o silêncio
A calma é o silêncio
O silêncio é a voz que ouço
É o encontro da consciência
Divina alma imutável
Tristeza Amparada (ser Poeta) -
Não sei se quero ser poeta!
Amparado ao ombro da solidão,
não sei se quero estar só,
nos braços dos meus versos,
nas rimas do meu fado,
num pensar sem coração ...
Não sei se quero este sentir d'água,
este estar só, acompanhado,
em dias angulares, de amargas culpas,
tão frias como o mar!
Que ser poeta é morte anunciada,
é saudade, turva saudade,
num peito a palpitar,
num corpo a bombear ...
E afinal a que me dei?! ...
Ser poeta é tristeza amparada!
Se a quero, não sei ... não sei ...
Desabafo -
Trago no meu corpo uma verdade ...
Uma busca insaciável!
Um não sei quê que me vive,
que me alcança, que me escorre ...
Trago o halo de uma espada.
Trago a vida por viver
Ou as glórias alcançadas
Só a ti não trago e quero ter!
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