O Mundo me Espera
"Juventude e Silêncio da Alma:
O Despertar Espiritual em um Mundo Barulhento"
Há uma tragédia silenciosa que se alastra nas gerações mais jovens e não está nas telas, nas ruas ou nos ruídos que preenchem a existência moderna, mas sim no íntimo de corações que sentem demais, e por isso, sofrem. Em meio a um mundo que valoriza o imediatismo e a aparência, muitos jovens trazem dentro de si um clamor que não encontram palavras para expressar. São almas generosas, sensíveis, vocacionadas à luz, mas que se sentem deslocadas numa sociedade que parece premiar a superficialidade e o egoísmo.
O Espiritismo, como doutrina consoladora e racional, surge justamente como um abrigo para esses corações inquietos. Mas o encontro entre o jovem e o Espiritismo não é simples é, antes, um diálogo de almas: o jovem busca sentido, e o Espiritismo oferece luz; o jovem busca acolhimento, e o Espiritismo propõe responsabilidade; o jovem quer sentir Deus, e o Espiritismo o convida a compreendê-Lo pela razão.
Sob o ponto de vista filosófico, essa busca é o eco natural da alma imortal que, ao reencarnar num século de transição moral, encontra-se diante do velho dilema socrático o “Conhece-te a ti mesmo”. O jovem espírita de hoje é o novo filósofo da alma, pois precisa questionar o mundo sem perder a ternura, e indagar o sofrimento sem cair no desespero. Vive o conflito entre a sede de liberdade e o chamado da consciência, entre o impulso dos sentidos e a exigência do Espírito.
Do ponto de vista psicológico, o jovem moderno é o retrato de uma alma em reajuste. A ansiedade que o consome, a solidão que o acompanha e o vazio que sente não são apenas sintomas sociais são expressões de um Espírito em processo de amadurecimento moral. O mundo grita, mas o Espírito quer silêncio. O mundo exige máscaras, mas o Espírito clama por autenticidade. É nesse hiato entre o externo e o interno que se trava a grande batalha do ser. E o Espiritismo, ao oferecer-lhe a compreensão da vida espiritual, não o anestesia — educa-lhe a dor, dá-lhe sentido à espera, mostra-lhe que “muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus”.
No aspecto moral, o jovem espírita é convidado a ser semente de renovação e não reflexo do mundo. A Doutrina não pede perfeição, mas coerência. É por isso que aos neófitos, àqueles que ainda tateiam os primeiros conceitos e, por desconhecimento, dizem algo anti-doutrinário, nós compreenderemos; mas aos que se dizem realmente Espíritas, por razão de estarem imersos em seu bojo transformador, nós lamentamos quando perdem o senso moral e o testemunho do Evangelho que professam. Porque o jovem que encontrou o Espiritismo tem o dever de não apenas falar sobre a luz, mas de acendê-la dentro de si.
O que o Espiritismo espera dos jovens? Que sejam sinceros, que estudem, que questionem, que sintam, mas, sobretudo, que vivam. Que transformem a fé em ação, a dúvida em pesquisa, o sofrimento em serviço. E o que os jovens esperam do Espiritismo? Que ele os acolha sem julgamentos, que não lhes imponha dogmas, que dialogue com sua dor e sua linguagem que lhes mostre que ser sensível não é fraqueza, mas uma das formas mais puras de força.
Ambos se completam: o Espiritismo precisa do coração ardente da juventude; e a juventude precisa da sabedoria serena do Espiritismo. Um é o ideal que ilumina, o outro é a chama que impulsiona.
Assim, a tragédia silenciosa da alma que sente demais pode tornar-se o prelúdio de uma nova era moral. O jovem que hoje chora em silêncio poderá ser o consolador de amanhã. Pois o Evangelho, quando verdadeiramente vivido, não pede aplausos pede entrega.
E quem, em meio ao barulho do mundo, consegue escutar a própria consciência, esse já começou a ouvir a voz de Deus.
“Quando a Vida Te Obriga a Mudar”
Há momentos em que o mundo parece se mover sob nossos pés, sem aviso. Situações que nos arrancam da zona de conforto, desmoronam planos, silenciam certezas. O que antes parecia estável se desmancha em segundos e então compreendemos, entre lágrimas e espantos, que a vida não nos pede permissão para nos transformar. Ela simplesmente o faz.
Não há manual para o instante em que tudo desaba. Mas existe um chamado silencioso dentro de cada um de nós uma força que sussurra: ou mudas, ou serás mudado. É uma frase simples, mas carrega o peso de séculos de evolução humana e espiritual. Porque mudar por escolha é ato de coragem; mudar pela dor é rendição inevitável.
A diferença entre um e outro está na consciência.
Aquele que desperta antes da ruína percebe os sinais sutis do destino as pequenas frustrações, os encontros fortuitos, os alertas do corpo e da alma. Ele aprende a ler a linguagem da vida antes que ela precise gritar. Já o outro, distraído por medos e apegos, só compreende quando a dor o sacode. Ainda assim, não há culpa nisso. A dor é apenas o método extremo que a existência utiliza para nos fazer ver o que ignoramos.
Do ponto de vista filosófico, mudar é a arte de morrer sem deixar de existir. É permitir que partes de nós, velhas e cansadas, cedam espaço ao novo. Heráclito já dizia: “Nada é permanente, exceto a mudança.” E talvez essa seja a mais difícil das lições humanas: aceitar que até o amor, o pensamento e a fé precisam se renovar.
Sob o olhar psicológico, resistir à mudança é um tipo de autodefesa do ego. O cérebro busca previsibilidade, teme o desconhecido, cria rotinas como muralhas emocionais. Quando a vida rompe essas barreiras, o medo se confunde com dor e muitos chamam de sofrimento o que, na verdade, é apenas a travessia necessária para um novo estado de consciência.
E, no plano moral, mudar é assumir responsabilidade por si. Não há virtude maior do que a humildade de reconhecer o próprio erro, a própria estagnação, e recomeçar. Quem muda não trai o passado apenas o ressignifica. Aprende que crescer não é negar o que fomos, mas compreender que já não somos mais aquilo.
A vida muda, sim.
Mas quando ela o faz com força, não é castigo. É convite.
Convite a ser mais do que aquilo que você julgava possível. Convite a se olhar com ternura e perceber que, sob as ruínas, há uma nova versão de si mesmo pedindo para nascer.
E, ao final de tudo, quando o coração cansado enfim aceita o que o orgulho negava, vem a paz. Uma paz mansa, limpa, quase infantil. A mesma que sentimos quando paramos de lutar contra o vento e, enfim, deixamos que ele nos leve não para longe de nós, mas para o nosso verdadeiro centro.
Conclusão.
A vida muda, ainda que não a compreendamos. E, às vezes, é preciso perder quase tudo para descobrir o que nunca foi perdido: a capacidade de recomeçar. Porque no fundo, a existência não nos quebra ela nos lapida. Cada dor é um cinzel invisível que esculpe em nós a beleza que antes dormia.
Assim, se a vida te obrigar a mudar, deixa que o coração se comova. Chora, mas não resistas. Pois a lágrima que cai é também o orvalho da alma que floresce.
Em um mundo cheio de conexões, é sábio se afastar daqueles que drenam nossa vitalidade, pois é no equilíbrio que encontramos a verdadeira paz interior.
Em um mundo imperfeito, encontrar beleza na imperfeição é a verdadeira essência da humanidade. Eu não sou perfeita, mas sou única, e é na minha imperfeição que encontro minha força e autenticidade.
“O mundo não é um grande e colorido arco-íris e você não encontrará nenhum baú cheio de ouro e riquezas no final. Sinto muito em informá-lo, mas você terá de fazer por merecer, terá de lutar muito. E não se trata de não cair, se trata de cair e levantar, cair e levantar, persistir. Não existe colheita sem plantio. Em um mundo cada dia mais competitivo, maiores são as dificuldades, assim como maiores também, são as oportunidades. O mundo dos negócios é uma selva, predatória e perigosa, onde apenas os mais fortes sobrevivem. E você estará sozinho, desarmado e sem nenhuma ajuda. Os predadores, certamente estão esperando ansiosos as presas fáceis perecerem até a morte.
Para vencer no mundo dos negócios é preciso pensar em algo novo, que tenha utilidade e preço justo, que seja administrado de forma responsável e sustentável e principalmente, que tenha tempo e disposição para plantar e aguardar a colheita.
No mundo dos negócios não há pior circunstância para um vendedor, do que vender, precisando de dinheiro, neste caso, o produto oferecido valerá o quanto o cliente quiser pagar.
Se te Deixou e não te procura mais ou nega você para mundo, bom role para direita tenho recado para você 🫵 👉
SUCESSO
A melhor maneira de ter sucesso neste mundo
É não seguir o conselho de ninguém, abrace a teimosia e encontre a inovação, é na inovação que está o sucesso.
Estou apenas aprendendo a conviver com as dores desse mundo, aprendendo a tomar a dose certa de veneno,o tempo nos torna imune a ele.
Minha Mãe...
Me consebeu a vida,
E nesse mundo cresci...
Numa casinha antiga,
Só de alegrias vivi...
E só hoje que reconheço,
Com saudades sem fim...
Todo carinho e apreço,
Que você sente por mim...
Minha Mãe tão querida,
Que traduz alegria no olhar...
Saiba que nunca na vida,
Deixarei de te Amar...
Para minhas queridas mães, Neyde e Francisca...
J. Roberto Lemos
Ao invés de reclamar do problema ajude na luta por solução e perceba como o seu mundo irá melhorar.
Deixe-me espalhar nos campos,
O doce perfume das flores que recebi,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de sonhos...
Ide e espalhai nos campos,
O doce perfume das flores que te dei,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de luz para viver..
Palavras podem definir o verso, e simples gestos podem mover o mundo. Somos "faíscas" do universo, mergulhadas em sono profundo...
