O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar
REGISTRO DA PAUSA
Os dias estão mais longos.
Não, os dias estão mais curtos.
De certo não sabemos já que a muito perdemos a noção do tempo,
nos ponteiros do relógio.
Tivemos que ver o tempo parar
Para ver ele passar.
Tivemos que esquecer o tempo
Para lembrar que nas tardes de outono
O céu se torna rosa e grená.
A abrupta parada do mundo
Desorganizou os encontros
Restabeleceu os relacionamentos
E definiu o caos como ponto de partida
Há grandes oportunidades
Na organização do caos
Tolo daquele que vê, mas não enxerga
A mudança que tímida se achega
Que possamos ter coragem de olhar
Para dentro de si e para dentro do lar
E não tenhamos pressa de conversar
Quando o assunto for a viver a vida
E quando for a hora de pagar
Os abraços que a muito deixamos de dar
Que possamos ouvir com atenção
As batidas harmonizadas do coração
Das lágrimas carregadas de empatia
Que de litros havemos de derramar
Deixemos de apenas existir
E deixar o tempo passar
Chegou a hora de pensar
Se comandamos ou deixamos comandar ?
Quanto tempo cabe em um abraço a beira-mar ?
Tudo passa, humanidade.
E isso também irá passar!
Eu era a única judia da classe. Eu não tinha amigos. As pessoas passavam pelo nosso apartamento, apontavam e diziam: “É onde os judeus moram.” Como se fosse algo que tivesse que ser dito a todos.
A sua escolha é simples: não é entre Charles A. Lindbergh e Franklin Delano Roosevelt, mas entre o Lindbergh e a guerra.
Se não sei quais são os meus sonhos, é sinal de que parei de me ouvir; sim, pois é da natureza humana nunca parar de sonhar.
Tem quem procura respostas nos vulcões de uma ilha, e não vê na dimensão do mar que cerca essa ilha, as respostas complementares e essenciais para se entender as marés.
Anda logo filho, tenha paciência!
Pois a paciência é uma virtude que não tenho e quero que você me supere.
As palavras não deveriam andar em curvas, pois quando você perde o sentido das frases, distorce a natureza dos fatos...
E lá estava Ela outra vez, olhando sua face no espelho. Parecia não se reconhecer, as marcas aparentes estavam mais acentuadas.
Havia uma sombra na cortina embaçada que cobria os teus olhos.
As muitas noites insones, várias poesias sendo tecidas na tua mente inquietante... enquanto o punho se contorcia, os dedos procuravam desenhar as palavras no papel.
Num breve instante, entre um lapso de memória e alguns segundos de pura insanidade, registrava tuas tristes quimeras.
A sobriedade afastava alguns fantasmas, num pouco de lucidez, ainda havia vestígios dela.
E logo quando a perdia... podia fitar na tua frente, os demônios que lhe roubavam a quietude. Era como olhar dentro do olho Diabo, lhe tragava para dentro de si! E num inferno, a tua alma viajava... saia do teu corpo, vagando pelos umbrais de teus infortúnios, era como ter mil açoites sobre a tua carne.
Quando o mundo de tuas fábulas se colidia com o teu caos, Real... Havia uma guerra por dentro de si, à qual fazia sangrar por todos os lados. E nessa hemorragia de sentidos saturados, morria a menina nos versos, dando lugar a estranha criatura.
Tantas noites insones, lágrimas, feridas e tantos outros finais não escrito nas tuas páginas. Haveria um final feliz para aqueles profundos olhos tristes?
"Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha?"
Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, em vez de me afundar nelas, sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Sinto a analgesia de não se ser ninguém; E se choro e agonizo é por este exagero de mim... que não caibo em nenhum lugar. Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - de querer tudo e não ter nada!
O que sinto ser é um transbordar de Ser, uma contradição imensa em si. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure...
Desejei tanto, quis tanto florir... se fosse uma Flor, seria a mais bela entre elas. E se à mim fosse concedido um par de asas, nem o céu me serveria de limite.
Enfim, assim vou vivendo, quem sabe um dia ainda aprendo a deixar menos de mim por ai... e levar menos dos outros pra onde
Silencio-me em meia confusão
e vejo o oculto:que nada diz
já dizendo tudo e não há som,
nada que precisa ser dito
e abraço-te com esperança!
____Diana Rios
Não nos lembrem da liberdade se estamos todos presos.
As ruas estavam vazias e a pouca liberdade existente ou sobrevivente foi a libertinagem.
Em 2020, ABRIL não foi verdade!
Menosprezaram o impacto dos vírus
Não puseram suas barbas em molho
Queriam só prever desgraça em África
Agora estão a pagar a factura do orgulho.
Achou que não conseguiria viver nenhum dia sem o atual ex namorado...
Dois meses depois, se perguntava como é que foi que aguentou ficar tanto tempo do lado daquele babaca!
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