O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar
O FUSQUINHA
Se este fusca fosse meu
eu mandava adaptar
um motor de avião
para ver o fusca voar
Lá no alto só nos dois
minha princeza e rainha
voando pelo universo
dentro deste meu fusquinha!!!
(devanir pirolla)
Publicado no site: O Melhor da Web em 13/08/2010
Código do Texto: 61803
Laura, seu nome tornou-se uma prece.
Algo encantado que povoa meu ser
nos mais íntimos cantos.
Laura! Digo sempre quando sinto
bater na porta; toc toc... saudade.
Seu nome tornou-se um sussurro.
Algo mágico que inunda meu ser
numa sedenta vontade de tê-la comigo.
Laura! Repito sempre quando sinto
bater na porta; toc toc... saudade.
Laura, seu nome tornou-se uma força.
Algo impulsor,
tão bela esperânça.
Estimula meu ser a caminhar com fé.
Toc toc... pode entrar e morar.
Me encontro em plena gargalhada do viver.. A felicidade existente em meu eu é exalada ao meu falar e agir.. Não vivo simplismente por viver, mas vivo para fazer a diferença dentre aqueles que apenas existem neste mundo de mentiras... Busco muito mais do que o mundo possa me ofereçer... Busco a realidade que somente é encontrada nos braços de Deus.
Como...
Garotinha inocente de
colégio ainda sinto Borboletinhas
se agitando no meu estômago
cada vez que tu me olha
E eu, que jurava que meu futuro estava no meu passado, ganhei uma bolada na vidraça do presente, só pra ele mostrar o seu lugar...
Meu lado romântico e poético quer sair pra fora, quer se exibir da forma mais ridícula que existe. Meu coração de pedra está sendo lapidado da pior forma possível, meu amor por ti cresce á cada minuto e o espaço dentro de mim é pequeno pra um sentimento de grande porte. Minha vontade de poetizar é voltada pra você. Você está em cada página do meu livro de poemas. Eu não queria que fosse assim, mas aconteceu, desculpa.
O mesmo amor, ou a injúria e a injustiça?
E com os mesmos olhos tristes e opacos, pelos quais meu pranto escorre
Com eles assim, com gotas caindo
Olhando fundo em teus olhos
Lhe diria que o meu amor...
Ah, sim...
O meu amor é ainda bem maior!
Quero um homem de atitude ao meu lado, porque se fosse pra ter só palavras, eu comprava um dicionário .
Te amar é mais que um prazer, é ter o que eu escolhi, as vezes pouco penso mais meu maior desejo é ter você e ser feliz!
Sonetos
I
A meu pai doente
Para onde fores, Pai, para onde fores,
Irei também, trilhando as mesmas ruas...
Tu, para amenizar as dores tuas,
Eu, para amenizar as minhas dores!
Que coisa triste! O campo tão sem flores,
E eu tão sem crença e as árvores tão nuas
E tu, gemendo, e o horror de nossas duas
Mágoas crescendo e se fazendo horrores!
Magoaram-te, meu Pai?! Que mão sombria,
Indiferente aos mil tormentos teus
De assim magoar-te sem pesar havia?!
— Seria a mão de Deus?! Mas Deus enfim
É bom, é justo, e sendo justo, Deus,
Deus não havia de magoar-te assim!
II
A meu pai morto
Madrugada de Treze de Janeiro.
Rezo, sonhando, o ofício da agonia.
Meu Pai nessa hora junto a mim morria
Sem um gemido, assim como um cordeiro!
E eu nem lhe ouvi o alento derradeiro!
Quando acordei, cuidei que ele dormia,
E disse à minha Mãe que me dizia:
"Acorda-o!" deixa-o, Mãe, dormir primeiro!
E saí para ver a Natureza!
Em tudo o mesmo abismo de beleza,
Nem uma névoa no estrelado véu...
Mas pareceu-me, entre as estrelas flóreas,
Como Elias, num carro azul de glórias,
Ver a alma de meu Pai subindo ao Céu!
III
A meu pai depois de morto
Podre meu Pai! A morte o olhar lhe vidra.
Em seus lábios que os meus lábios osculam
Micro-organismos fúnebres pululam
Numa fermentação gorda de cidra.
Duras leis as que os homens e a hórrida hidra
A uma só lei biológica vinculam,
E a marcha das moléculas regulam,
Com a invariabilidade da clepsidra!...
Podre meu Pai! E a mão que enchi de beijos
Roída toda de bichos, como os queijos
Sobre a mesa de orgíacos festins!...
Amo meu Pai na atômica desordem
Entre as bocas necrófagas que o mordem
E a terra infecta que lhe cobre os rins!
Poeta do Amor
Quando te conheci
Escrevi-te um poema “Anjo”
Quando escutei meu coração
Escrevi-te um poema “Almas Tristes”
Quando Passeamos no parque
Escrevi-te um poema “Dois Povos”
Quando fiquei ansioso a tua espera
Escrevi-te um poema “Tardes de Quarta”
Quando meu corpo tocou o seu
Escrevi-te dois poemas “Corpo, Intimo”
Agora te escrevo todos os poemas
Pois sou poeta do nosso amor!
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