O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar

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Se existisse um aparelho de medir a pressão da alma, o meu, com certeza, estaria sem ponteiro.

Sim! Infelizmente perdi o que eu tinha de valioso aos olhos do meu coração, mas sempre é necessário seguir em frente, até porque a vida é uma caixa de surpresa a cada dia que vivemos. Os sentimentos mais sinceros já se foram e a paixão do começo? Pois é, chegou ao fim.
Com amor, seu ex-amor.⁠

Meu grande amor
Amor, meu grande amor
Quero dizer-te tantas coisas
Quero dizer que te amo demais
Que não vivo sem seus carinhos
Sem seus beijos, sem suas doces palavras.
E a cada dia, a cada momento em que estamos juntos
só sinto esse amor, essa alegria por ter você.
Te amo, como amo as estrelas.
Te preciso, como preciso da luz do sol
Tenho urgência de ti
assim como preciso urgentemente de água, quando com sede.
Quero ser aquecida por esses braços fortes,
braços que me conduzem à paixão.
Amor, meu grande amor.
Chega e arrebata meu desejo
Mata minha fome de ti
para depois me fazer dormir.
Dormir para sonhar.
Estarei a sonhar, nossos momentos de amor.
Amor, meu grande amor.
Nunca me deixe despertar
quero eternamente te amar.

Eu nunca fui de demonstrar meus sentimentos. Isso nunca foi meu forte, relacionamentos. Sempre fui confusa e desastrada nesse requisito. Se um dia eu tivesse uma prova sobre o assunto, eu seria reprovada sem antes começar. Quando, envolve sentimentos, eu fico mais boba do que eu sou. Não sei falar, agir, demonstrar; mas não significa que eu não sinta. Pode apostar, eu sinto. Tudo. O pior é que quando há sentimentos evolvidos, eu viro uma bagunça gigantesca. Um verdadeiro furacão surge em mim, porque tudo transborda e eu não consigo evitar. Eu sempre vou sentir, mas nunca vou saber como te explicar isso.

Este meu ser insignificante mas pleno de significado teve no aluno mais errante o que de melhor há no aprendizado: o amor.

Rezei pedindo que o anjo
Mais puro
Te levasse o meu beijo
Um jeito inseguro
De te desejar boa noite
Mais quero sonhar com você...
De amores mortos não posso viver...
Olho nos seus olhos azuis
De imensidão tão profunda
Sei que o que pode me salvar...
Seu sorriso me fez entender
Que eu ainda posso viver...
Obrigado luz dos meus olhos
Mesmo eu não podendo te amar
Guardarei você num lugar especial....
O que restou do meu coração
Prometo que você nele estará

“Eu te entrego todo o meu romantismo barato e as minhas palavras repetidas. O meu tom suave e a minha mão quente. Eu te entrego a minha parte marginal e você me conserta. Eu te dou amor e você me dá uma moradia no seu coração. Eu me dou. Você me segura?”

Desculpe pelo transtorno
Mas estou mudando o meu país

Mc Daleste

Nota: Trecho da música "O Gigante Acordou".

⁠Na paz do teu sorriso encontrei o meu,só sou feliz se você também for,pois nessa vida quem não sabe partilhar felicidade,é porque ainda não aprendeu a amar.

⁠Obrigado meu Deus... pelo teto que nos abriga da chuva e do frio,pelo pão na mesa,e pela paz no nosso lar.
Boa noite
Iluminada noite a todos.
Ivânia D.Farias

Passo a passo, meu Caminho eu traço,
no meio de flores, fadas, duendes,
pássaros cantam, me encantam,
lindo é meu Caminho em busca da LUZ...

Te encontro no meio, e de pronto me seduz...
Te tenho a meu lado, caminhamos...juntos...
Não mais sozinho, me vejo mais feliz,
por te ver, por te ter...

Buscando minha LUZ te encontrei,
estrela minha que em mim agora brilha,
iluminando minha trilha, meus passos,
doces passos em meio a riachos e árvores...

Feliz vou seguindo, sorrindo...
Cantando com os pássaros...
Leves estão meus passos, marcam minha VIDA,
com alegria, com a emoção de te encontrar,
uma estrela para guiar meu coração,

Minha LUZ que me seduz.
VIDA...

A lua me cativa até o amanhecer e depois o meu corpo repousa sobre o brilho da manhã.

Meu brilho, ninguém vai ofuscar.
Tenho criatividade e garra para lutar.
Um Deus para me amparar.
Sou uma realidade, não uma fantasia.

Como uma flor vermelha, meu coração sangrou...
Como seus cabelos vermelhos meu coração corou.
Como sua pele quente.
Meu coração queimou...
Como a lua tanto brilhou
Você fez o mesmo em minha vida.

Será que o meu amor é clandestino ?
Será que tudo o que eu sinto é desatino?
Porque é forte?
Porque é exagerado?
Vem...
Te quero...
Te espero...
Ah, se soubesse o quanto o amo
Ficaria calado e aceitaria o destino
Viria correndo para os meus braços...
Ser o meu menino...

Mude [meu caro] antes de ser obrigado a fazê-lo

⁠Me chame pelo seu nome e eu te chamarei pelo meu.

Em um lugar bem longe daqui eu encontro a minha paz, encontro meu sossego e, principalmente, meu bem-estar, queria eu ser capaz de acreditar que esse lugar é real, porém meu pensamento insiste em dizer que isso não passa de um mero sonho. Por mais que eu lute comigo mesmo, minha alma sempre me vence, e eu me entrego novamente ao irreal. Já era o tempo que conto de fadas era sina, o tempo passa, e com ele vem a dor, a sabedoria e a reconstituição. O amor, fonte de tudo acima do bem e do mal, exige da gente mais do que a nossa capacidade moral. E, sem notar, o amor toma conta de um jeito inexplicável. E você jamais ousou pensar que amaria novamente, mas o amor tá ali, bateu na tua porta de novo e você vai abrir ? Vai deixar o medo tomar conta de você? Perguntas provocam mais perguntas, respostas provocam mais perguntas ainda. Porém, pense, faça, aconteça.

DECLARAÇÃO

Aqui estou,
triste e inconsolável.
Por causa dê ti meu amor,
estou sozinho.
Me diga, porque fizeste isso comigo?
Um homem que lhe ama tanto e não consigo esconder esse ciume, ciume que sinto toda vez que alguém lhe olha
com a mesma vontade que tenho de tê-la por perto, perto do meu coração.

VIAJAR NO MEU PEQUENO EU

Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar
No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes...
Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis.
Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes.
Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome.
o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia....
Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!!
Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro?
ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante.
Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade?
Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.