O Homem que Nao se Contenta com pouco
Confrontar aquilo que existe dentro de si exige um pouco de coragem. Reconhecer que muito do que se viveu era falho, exige muita coragem. Dizer que confrontou e reconheceu exige toda a coragem do mundo
Você fala que está bem, mas a cada palavra que lê, a cada palavra que você digita, um pouco de você desmorona.
Um mês era pouco para te conhecer, mas já sabia que te amava, dois meses foram suficientes para eu ter a certeza de que você era a pessoa que eu sonhava, e agora comemorando três meses de namoro posso dizer que tenho mil razões para agradecer por você ter aparecido na minha vida!
O amor verdadeiro é algo raro e valioso, e muito difícil de encontrar, mas quando ele aparece em nossa vida a gente reconhece de cara. É muito difícil encontrar, em meio a tanta gente no mundo, alguém que combine com a gente, que encaixe, e quando encontramos não podemos deixar escapar. Precisamos valorizar esse acontecimento e respeitar o amor acima de tudo.
Quando bati os olhos em você, senti algo diferente, algo que nunca havia sentido, de repente me vi envolvida e apaixonada. Para minha felicidade, era recíproco. Há três meses, não nos desgrudamos, e posso dizer que no que depender de mim, não vamos nos desgrudar nunca mais. Meu amor, eu sei que o nosso namoro ainda é recente, mas eu quero ter você para sempre em minha vida.
Obrigada por esses três meses de namoro maravilhosos que vivemos. Eu desejo que esses meses se multipliquem ao infinito. Te amo, minha namorada, minha noiva, e minha mulher.
Inspiração!
Quando
a inspiração foge
um pouco de nós...
Parece sempre,
nos deixar um vazio.
Um vazio que nunca enche
senão de poesias!
É como se o amor
estivesse nos abandonando.
Mas ao ver a nossa angustia
e frustração por não
conseguir escrever...
Ela volta e nos abraça!
E nos enche de
sonhos e poesias!
PS: Baseado no texto do poeta amigo Aislan Fonseca "O QUE A VIDA TEM PRA SER ESCRITA..."
Vamos plantar poesia
Nos campos desertos da vida
E um pouco de coragem...
Vamos plantar poesia
Rima por rima
Na terna paisagem...
Vamos que é cedo ainda
E o dia não termina
Sem um pouco de bobagem...
É pouco saudável deixar de encarar as redes sociais como aquilo que de fato elas são: Vitrines.
Tanto para quem as organiza - vitrines que são, como para quem por elas passa.
É porventura uma loja composta apenas por mostruários?
Entre por suas portas e irás descobrir seções outras, preciosas ou não, como a que foi percebida na primeira impressão.
É de causar incômodo, por outro lado, algumas coisas com as quais nos deparamos...:/
O que se deve expor em vitrines são "amostras", supostamente do melhor que há lá dentro; há, contudo, quem prefira colocar tudo amontoado, ali no início, sob o olhar de quem por ali transita, ávido ou não por "comprar".
E se a relação de causa e efeito é tão verdadeira, porque será que alguns "lojistas" reclamam tanto?
(Fabi Braga, 11/01/2015)
SOBRE A (MINHA) VIDA...
Da minha vida eu sei muito pouco.
Estou entregue aos versos...
E aos reversos de mim.
Sei apenas que as coisas vão acontecendo...
E eu vou sentindo por aí...
Cuidando muito pouco de mim.
Mas amando muito... e sempre.
Com o regador nas maõs
E a regar as flores todas...
Dos canteiros de mim pelo chão.
Lados
Sou um pouco mais do que fórmulas prontas,
Divido-me muito mais,
Minhas metades visíveis
São menores que às escondidas.
Sou mais talhado que minha fisionomia,
Meu interior é mais belo.
Minha introspecção não tem limites.
Mais do que isso, muito além de ser sincero.
Sou bem mais belo do que este desenho,
Que de mim fizeram quando nasci.
Sou descendente de um espírito empolgado
Que Deus reservou pra mim.
Sou bem maior do que meu tamanho,
Muito além do que você crê.
Aurora boreal da minha alma
É para quem consegue ver.
Sou bem mais ousado
Do que aquilo que dou a ver,
Meu pensamento decola fácil
E a noite, sonho encontrar você.
Sou bem mais frágil que as demonstrações
E do que deixo transparecer,
Minha emoção transborda o universo,
E em versos não sei dizer.
O sol e a lua
Com o escuro da noite
A paisagem enegrece,
Mas seus raios cristalinos
Aos poucos aparecem.
O manto negro se desmancha
O astro rei vem à tona,
Enche o dia de relíquia
Seus raios de ouro ele aplica.
A lua, rainha da noite,
Pelo rei sol se apaixonou,
Deste amor brilhante
Muita estrela resultou.
Neste casal liberal
Os dois têm seus direitos.
E para dividirem o trabalho
Não tinha outro jeito.
Combinaram de acordo
Que o sol iluminaria o dia.
E a noite, sem compromisso,
A lua apareceria.
Me Lembrando
Agora pouco,
Lembrei de você,
Lembrei do tempo
estamos sem se ver...
Lembrar de vc
Me faz bem,
E melhor que isso...
É estar, ao te lado
Sem legados
Quando eu partir,
Serei pouco lembrado.
Se alguém perceber minha ida
Lembrará já conformado.
Não deixo nenhum legado,
Nem saudades arquivadas.
Deixo apenas um poema inacabado
E lembranças do passado.
Depois que a dor ao passar entrou,
Nunca. Nunca mais me alegrei.
Se a vela Deus assoprou.
É que ausente eternamente estarei.
Talvez ela tenha sido boba, ingênua e um pouco previsível, mas como toda mulher ela deseja apenas ser feliz. Mesmo que isso custe algumas desilusões e dores.
Donde eu vim?
CAPÍTULO II
O pouco que me lembro donde eu vim,
era uma casa de madeira sem pintura,
com um bando de crianças fazendo travessura.
Mas havia, me lembro bem, um lindo jardim...
que minha mãe, com muito esmero, suas margaridas cultivava.
Tinha até uma mini gruta, com uma santa lá colocada,
presente devoto da vizinha mais achegada.
Muitas vezes a gente ali rezava e cantava.
Porém o que mais guardo na memória, é fato, não é estória:
Embaixo, no porão da casa havia uma mina d'água, que meu pai logo providenciou uma cisterna rasa.
Assim, água bem perto não nos faltava,
tão pouco, precisávamos buscá-la longe de casa.
...Não sei se foi porque a família aumentava,
ou por um dito de autoria já não me lembro de quem,
que disse pro meu pai, que a mina debaixo da casa,
a nossa saúde minguava,
e morar em cima dela não nos fazia nada bem.
Meu pai com este fato ficou encabulado um tempão,
trocou idéias sobre o caso com a vizinhança
e tomou uma difícil mas acertada decisão.
Juntou dinheiro com cada colheita de café do ano;
como carpinteiro que também se habilitava,
construiu, bem mais no alto, outra casa pra nossa mudança.
A casinha velha foi todinha desmanchada.
A mina, cuidadosamente, foi preservada.
Na mina meu pai ajeitou uma bica que caía logo em seguida.
Servia tanto para beber, como para os banhos da criançada.
A casa nova era maior e bem mais arejada.
Veio um padre e benzeu a morada, que cheirava a madeira viva
Aquela mudança marcou pra melhor a nossa vida...
( a foto original da antiga casa está na imagem do primeiro capítulo) 15/01/2015
mel ((*_*))
Donde eu vim?
CAPÍTULO II
O pouco que me lembro donde eu vim,
era uma casa de madeira sem pintura,
com um bando de crianças fazendo travessura.
Mas havia, me lembro bem, um lindo jardim...
que minha mãe, com muito esmero, suas margaridas cultivava.
Tinha até uma mini gruta, com uma santa lá colocada,
presente devoto da vizinha mais achegada.
Muitas vezes a gente ali rezava e cantava.
Porém o que mais guardo na memória, é fato, não é estória:
Embaixo, no porão da casa havia uma mina d'água, que meu pai logo providenciou uma cisterna rasa.
Assim, água bem perto não nos faltava,
tão pouco, precisávamos buscá-la longe de casa.
...Não sei se foi porque a família aumentava,
ou por um dito de autoria já não me lembro de quem,
que disse pro meu pai, que a mina debaixo da casa,
a nossa saúde minguava,
e morar em cima dela não nos fazia nada bem.
Meu pai com este fato ficou encabulado um tempão,
trocou idéias sobre o caso com a vizinhança
e tomou uma difícil mas acertada decisão.
Juntou dinheiro com cada colheita de café do ano;
como carpinteiro que também se habilitava,
construiu, bem mais no alto, outra casa pra nossa mudança.
A casinha velha foi todinha desmanchada.
A mina, cuidadosamente, foi preservada.
Na mina meu pai ajeitou uma bica que caía logo em seguida.
Servia tanto para beber, como para os banhos da criançada.
A casa nova era maior e bem mais arejada.
Veio um padre e benzeu a morada, que cheirava a madeira viva
Aquela mudança marcou pra melhor a nossa vida...
( a foto original da antiga casa está na imagem do primeiro capítulo) 15/01/2015
mel ((*_*))
Pare um pouco que esteja fazendo e terás a capacidade de ouvir as palavras certas que precisas para esse momento.
Se a existência é o tempo , cada segundo que descorre um pouco de você morre ,e leva pra sempre aquele eu que já existiu , não há dia que compare cada dia nasce vive , morre.
É mais fácil deixar pra lá, mesmo sabendo que estamos deixando um pouco de nós em cada oportunidade que ficou pra trás, em cada palavra que perdemos a hora de dizer. É mais fácil engolir o que não foi possível com água e anador, porque um dia a gente esquece o que não foi e vive feliz o que foi feito pra ser.
