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O Homem que Nao se Contenta com pouco

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O arrependimento prolonga a vida do homem.

Conhecer aquilo que dele estava escondido é, para o homem, a embriaguez, a honra e a perda de si próprio.

É, por vezes, mais difícil governar um só homem do que um grande povo.

Nunca confie no homem que tem motivos para suspeitar de que você sabe que ele lhe fez mal.

O homem incapaz de ira é incapaz de bondade.

Pois o homem raramente escapa ao seu destino.

O homem de ação é antes de tudo um poeta.

Nada é pequeno demais para uma criatura tão pequena quanto o homem.

O homem morre tantas vezes quantas vezes perde os seus.

O homem sensato é aquele que se surpreende com tudo.

É tão indulgente o homem para consigo mesmo, que nunca julga ter-se aproveitado bastante da liberdade de se portar mal.

Um homem nunca esta completo até que se casa. A partir dai, esta acabado.

No fundo, dos quarenta aos cinquenta anos, o homem ou é um estoico, ou é um sátiro.

É muito mais contrário ao pudor ir para a cama com um homem que se viu apenas duas vezes, depois de três palavras em latim na igreja, do que ceder, mesmo contra a própria vontade, a um homem que se adora há dois anos.

O dever é a necessidade voluntária, a carta de nobreza de um homem.

Devoção perpétua ao que o homem chama de seu negócio, somente é mantida pela perpétua negligência de muitas outras coisas.

Entre o grande homem e o pobre homem, há o homem para servir de ponte.

É sabido que a grande diferença do homem consiste em fabricar ferramentas separadas, transportando-as apenas quando quiser. Ou seja, se um insecto carrega um ferrão, carrega-o continuamente.

O efeito mais determinado, e quase a soma dos efeitos que produz num homem de raro e elevado espírito o conhecimento e a experiência dos homens, é o ato de torná-lo muito indulgente em relação a qualquer fraqueza maior e excessiva, qualquer pequenez, tolice, ignorância, estupidez, maldade, vício e defeito alheio, natural ou adquirido....

A avareza torna odioso o homem; a liberalidade torna-o estimado.