O Homem que Nao se Contenta com pouco
Por trás da frase 'não incomode mais o mestre' se esconde um mensageiro invejoso e mal-intencionado, disposto a tudo para impedir que Jesus triunfe.
"Não existe maior pobreza do que viver uma vida que não é sua. O meu primeiro trilhão foi conquistado no momento em que eu decidi nunca mais esconder quem eu sou."
"Não se trata de ter o mundo, mas de ser o mundo para quem soube enxergar. Quem não soube esperar a colheita, não terá lugar no banquete do legado."
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
"Rico é quem tem muito; trilionário de espírito é quem não precisa de nada para ser poderoso. A Riqueza Trilionária é a liberdade total de ser quem você nasceu para ser."
"Se a sua arte não ensina ninguém a ser livre, ela é apenas um barulho bonito. A Riqueza Trilionária é a sinfonia da liberdade."
"Não confunda o brilho passageiro de uma estrela com a luz eterna de uma mente que alcançou a frequência trilionária."
"A Riqueza Trilionária não é sobre o que você ostenta no palco, mas sobre o que você sustenta quando as luzes se apagam."
O que frequentemente se rotula como narcisismo não é excesso de si, mas sua carência: uma identidade que não se sustenta e precisa recrutar o olhar alheio como prótese. Não há transbordamento, há dependência; não há centro, há busca. E assim, o que parece vaidade revela, no fundo, um esforço contínuo de existir por meio do outro.
A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.
Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.
Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.
O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.
Esforca-te
até o teu limite,
não basta tentar,
sei que tu
és forte
e ainda estás
por atingir
o ímpeto vital;
Depois...
Bem, depois
continue sendo você,
siga avante
com calma
de guerreiro
e coração
de gigante.
