O Homem mais Apaixonado do Mundo
Existem momentos em nossas vidas que o peso do mundo caí sobre nossas costas, o cansaço nos aflige de maneira cruel e mesmo que todos não acreditem mais em sua capacidade, não desista...siga em frente e se for preciso coloca o mundo sobre os ombros e subi a íngreme montanha da vida, FAÇA!
Só assim todos verão sua força, hombridade e sobre tudo sua capacidade de superação!
Por~Tiago Maia
Y tú, poeta que cree que sabe casi todo sobre el mundo, el arte de la paz y el arte de la guerra, el amor y el odio, los vicios y las virtudes de los hombres. Entonces, ¿cómo es su reacción a las críticas sobre su arte más virtuoso: criticar a sus compañeros.
A porta aberta
A porta se abriu, de repente
tudo se revelou, o mundo se expôs
aos olhos do homem,
que se encontrava preso.
Quebraram-se os grilhões
as marravas, removeram
a venda dos seus olhos.
Mas o homem não tinha pernas
nem braços para abraçar o mundo
foi lhe dito que poderia ir, estava livre,
enfim cumprira sua pena.
Mas o homem continuou mudo
não disse palavra. Por dias e noites
ficou espantado com o tamanho do mundo
e com a liberdade da porta aberta em sua frente.
Até que seu carcereiro lhe disse:
Vaz embora ou ficarás aí até morreres de fome e de sede?
O homem tentou respondeu, mas não teve fôlego nem voz.
Então, com olhar triste de profundo desânimo
olhou para suas amaras, vendas e grilhões
e, apontando-os, fez um sinal de que preferia a prisão
pois havia perdido o intersere pela liberdade.
Mater
Mãe, eis a causa de tudo
não haveria vida nem mundo
nem filho nem pai
não haveria luz, nem sombra
passado ou futuro
nem semente a nascer
nem um fruto maduro.
Mãe, concepção lírica dos poetas
para pra se criar o universo
poesia e música, fantasia e verso
natureza viva, a expressão discreta
da ilusão homérica de um mundo concreto...
Mãe, quem supor poderia
que se não fosse por ti
nada mais havia
nem amor nem paixão
nem sorte nem destino
nem velho nem morte
nem homem nem menino.
Mãe, amor superlativo, tu
perdoas sempre qualquer tirania,
vences todo ódio com um gesto meigo
teu abraço terno aquece o coração
Desejo silêncio
Silêncio do mundo
silêncio dos palcos
silêncio da noite
silêncio das ruas
silêncio dos bares
silêncio do campo
silêncio dos mares
silêncio profundo.
Silêncio ao meio dia
silêncio ao amanhecer
silêncio da virtude
silêncio de escutar
silêncio da saúde
silêncio pra sonhar
silêncio do que canta
silêncio pra criar.
silêncio pra ouvir
o que Deus quer falar.
Silêncio para todos
silêncio para mim
silêncio das flores
silêncio do jardim
silêncio dos pássaros
silêncio dos poetas
silêncio dos meninos
silêncio dos profetas
silêncio das mulheres
silêncio da comeia
silêncio dos atores
silêncio da plateia.
Silêncio dos que plantam
silêncio dos que colhem
silêncio dos que vivem
silêncio dos que morrem.
“Antes de Ti
Sem o teu amor eu nada tinha
era só no mundo, vivia como um cão
uivando à lua, procurando abrigo!
Não notava no mundo, nem as coisas nele
durante o dia o céu era cinzento
apenas interrogações no meu lamento!
As pessoas eram como sombras
não as via, nem as escutava
tudo em minha volta pertencia aos outros
não tinha endereço nem destino
esperança era como miragem
no deserto em que habitei antes de ti!
As estações do ano não percebia
ou era outono ou verão constante
mas ao te encontrar descobri
as cores do arco-íris e o som da primavera!
tua beleza encheu meu universo vazio e escuro
teu amor me fez reviver e descobrir a beleza do mundo.”
―Evan Do Carmo
“O mundo só existe depois que o concebemos
Como será o arco-íris que ninguém viu,
ou a estrada que ninguém passou?
Como saberíamos da vida que não vivemos,
o que seria do amor sem os amantes?
O que seria do poeta sem poesia ?
o que seria da beleza sem os olhos de espanto?
o que seria do encantador sem a serpente
ou da ilusão sem o iludido?
como saberíamos da fantasia sem Cervantes
ou que mar existiria sem pescador e marinheiro?
O que seria dos deuses sem Homero,
da história sem o escriba,
do cristão sem a bíblia
... de mim sem o teu amor?”
"Ser essêncial para o mundo é parecer perfeito, mas para Deus, é só querer a Ele com suas imperfeições e ele te fará conhecer o que é perfeito."
Lamento a decadência
das mentes improdutivas,
das almas que apáticas
olham o mundo à deriva,
sem nenhum interesse
ou envolvimento moral
ou emocional.
Amo a beleza do intelecto
e o vigor de uma inteligência implícita...
De uma mente inquieta e produtiva,
em gestos, em atitudes e silêncios.
ENGANOS DO CORAÇÃO.
Márcio Souza.
Nos giros desse mundo louco,
De surpresas, de alegria, tristeza e emoção,
A gente cada dia, vive-se e morre-se um pouco,
Trazendo na alma a dor, que devagar, dói e sangra o coração!
Quando ela se despediu eu sofri,
Meu coração sofreu tanto!
Foi uma dor tão grande, quase não resisti,
Chorei, lamentei, mas segurei o meu pranto.
Não tive coragem, porém, de vê-la embora e partir,
E naquela hora bem longe, ouvia-se uma canção,
Era uma canção melancólica que tomava conta de mim,
Era a canção do adeus, era a canção da saudade, em forma de oração.
Na noite do nosso adeus eu não dormi, passei em claro,
Não conseguia entender e me remoía por dentro,
Pensei por horas a fio, tentando um motivo raro,
Que passava pela cabeça em confusos pensamentos.
Ao amanhecer, no entanto, sentindo que não resolvia,
E sem encontrar a razão, da grande desilusão,
Jurei por mais que doía.
Radicalmente fluía, minha última decisão.
De não mais me lastimar e nem tampouco sofrer,
Jogar fora a emoção, voltei a pensar com a razão,
Pois se ela foi embora alguém há de me querer,
Vou ressurgir-me das cinzas e tirá-la do coração.
Hoje, já não sofro mais, encontrei felicidade,
Dissiparam-se as dúvidas, cheguei a feliz conclusão,
Que dessa aventura infeliz, não restou lembrança ou saudade.
Tudo que se passou, foi mero engano do coração, não foi AMOR, foi PAIXÃO.
Márcio Souza.
"os políticos são a escória do mundo", diz o senso crítico comum.
É a escória elevada das entranhas da sociedade democrática, pelo "VOTO LIVRE", que os elegem como a sua melhor PORÇÃO e ESCOLHA."
Ode ao mundo que virá
Suspendeu-se o tempo. A vida passara a pulsar tão só por momentos. Não se sabe em que tempo as pessoas viviam. Elas não mais se preocupavam em contar dias, dinheiro ou vantagem. A utopia se tornara realidade, como já preconizaram os filósofos mais otimistas (por muitos, até então, considerados loucos).
Teria a vida ganhado sentido? Ou teria mesmo era o sentido largado da vida? Viviam como plantas e animais: sem questionar. No universo de e das possibilidades, questionar é, mesmo, um jogo sem fim. Afinal, é assim que tem que ser, não?
Medo e dor ainda davam suas caras. Mas todas eram tomadas como lições. Eram os famosos trampolins: deparando-se com um deles, sabia-se que era hora de ganhar algumas estrelas no rol de experiências.
Pessoas eram conhecidas tão só por seus atos de coragem da vidacotidiana. Sem glórias, sem orgulhos. Eram todos normais e aprendizes da vida. Todos gratos por partilharem da mesma sorte: abrir os olhos, todos os dias. Abrir os olhos fisicamente e no sentido da essência do viver, como bem despertara o saudoso Saramago.
Não havia espaço para a vaidade. Fingir ser o que não era causava uma baita confusão, porque ninguém conseguia, primeiro, entender o porquê de se fazer isso. E, se por alguma causa do além, alguém conseguisse, todos logo percebiam e ficavam confusos com aquela contradição entre gestos e palavras.
Aliás, falava-se pouco. O corpo, que tanto nos expressa, passou a dizer. Era comum uma leve curvatura da coluna, numa postura que muito remetia ao respeito àquele que com você cruzava. E a gratidão por qualquer gesto recebido, ainda que um olhar.
Não se apossavam de gestos, de pessoas e do amor. Tudo era fluido, sem ser banalizado. Era fluido no sentido dos rios e da vida. Momentos eram vivenciados e, quando a hora chegasse...gratidão e adeus. O bens eram poucos e o coração era tão farto!
Se, por uma ventura da vida se encontrasse com qualquer dos soulmates (todos partilhavam a alma)desse belo mundo, diriam eles não ter medo da morte. Atingiram um nirvana na vida. Por que não o encontrariam na morte? Entendera-se, finalmente, que o sofrimento é criação. Não reside em nós; não reside no mundo. E, no multiverso de possibilidades, criar felicidade era a opção daqueles que, cansados do apego que é, também, o sofrimento, entregaram seus caminhos à confiança no bem.
Pode-se falar em crença. Pode-se falar em utopia. Até se pode dizer que foi tudo obra da imaginação.
Pode-se, sobretudo, acreditar que todos temos parte disso pulsandoem nossos corações.
Não se diminua para caber no mundo de alguém, não tente crescer de forma precoce para caber no mundo de alguém! Você tem que saber ser pequeno e grande ao mesmo tempo, ser humilde e orgulhoso ao mesmo tempo, ser grosso e amável ao mesmo tempo... saiba cair, mas ore para que saibas levantar, afinal, ninguém disse que seria fácil, tampouco que seria impossível.
Entremundos
Quando entro no seu mundo, eu gosto de prestar atenção. Ouvir cada detalhe e ver a sua expressão.
O que faz o seu olho brilhar? O que te faz baixar o olhar?
Eu não quero a síntese. Eu quero todo o enredo: qual o reflexo de cada momento?
Me mostre, eu quero ver. Melhor, eu quero ouvir. Me deixe descobrir qual é a SUA palavra. Sim, aquela que você sempre usa quando está muito feliz. O que faz seu corpo fluir?
Percorra lugares, caminhe até o cais. Fale onde a maré nos afoga. No silêncio, prometo não perguntar mais. Divido a minha corda. Segure a minha mão, me levanta desse chão.
Sorrio onde a luz é plena. Contorne um a um os meus espinhos. Te juro não desistir na subida. Na descida, perdoe meus tropeços. Sim, estamos sozinhos no escuro. Eu tenho uma vela. Podemos acendê-la. Que tal uma fogueira?
Me leve pro seu melhor lugar. Me deixe participar.
Fale sobre o cheiro, o som e as cores. Viu? Te trago flores.
Entre aromas e sabores, agradeço a viagem entremundos.
Mesmo que, às vezes, mudo. Ainda que um pouco surdo. Talvez cego por segundos. Todos temos nossos vultos, sombras e sussuros.
Está bem. Explorar mundos pode ser inseguro. Prometo respeitar o tempo da visita. Me disponho a retribuir a visita. JEscolhe aí: um vinho ou uma pizza.
Me despeço em bom tempo. Enaltecermos a saída. Lembre, despedida é convite.
Saio de mansinho, te solto com carinho. Um dedo de cada vez. Até que nossas mãos se soltem de uma vez.
Pela primeira vez, eu olho para trás.
Até mais.
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Me ensina a viver nesse mundo de escala
que de 0 a 10, se vive bem com 5,
e não te cobrarei por todas as vezes
que você me fez sentir 100.
Sei que não te pertenço,
nem quando estou encaixada nos seus braços.
Sei que você é só seu no seu mundo
mas se coloca no meu mundo sem eu convidar.
De O a 100,se eu não tenho seu 100,
eu prefiro o zero.
Entretanto,você me oferece seu 100 por um minuto,
e quando eu pego,você me deixa só 40.
Nessa escala eu logo decido que quero seu zero,
e te comunico.
E nesse filtro desajustado,
me sinto mal quando você me diz que sou exagerada.
Mas sinceramente,não acho que vale a pena,
eu me mudar para me ajustar na sua escala.
Nem me sentirei mal por querer alguém
que me ame 100 em todas as horas.
Me coloco na posição de aprendiz,
porque talvez,se existe um jeito certo de amar,
eu encontre em você um mestre.
Então fiquemos com 30!
Para eu não me machucar,
para eu não te cobrar,
para eu não ter que refletir.
Eu me respeito o suficiente para entender
que eu não quero ter que aprender a dar 50,
porque eu só sei dar 100.
Eu fui mais um corpo na sua cama,
e você será só mais um amigo na minha lista.
Conforme você se afasta e encontra,
todas as garotas que não se importam com seu 50
eu me desapaixono,
e não há mais cobranças,
não há mais sofás, nem mensagens
e nem as histórias que te constituem.
Toda admiração que tenho por ti ficam dentro de mim,para mim.
E todo esse processo que se finaliza me torna grande outra vez,
me fazendo crer,que ser sozinha é parte da missão
e é só o que quero.
Mas ainda assim,
eu aprendo o amor em exaltação
na escala que você apresenta,
por todas as vezes que
aceita transformar o mundo comigo,
e por isso, eu sou grata.
Eu sou desajustada na escala
e não é que eu não amo.
Simplesmente não sei como distribuir,
tudo isso que queima,
e me mata a cada amor que se desfaz
depois que eu me dei, em 100.
Mas ainda assim,eu não vou dar menos,
do que ecoa dentro de mim,
porque a cada morte eu vou renascer,
em poesia.
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