O Homem e seus Instintos

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"Um homem, uma mulher..e o amor maior que o mundo já conheceu nasceu em uma manjedoura e... se fez família!"

☆Haredita Angel

"O que se deve dar a um homem
que pensa que tem tudo?
-Uma mulher para ensiná-lo como funciona!"
Haredita Angel
04.08.13

"Não existe homem feio,
todos eles tem algo de atraente.
- Um irmão, um primo,
um amigo que seja..."
Haredita Angel
04.06.15

"Que o Senhor me livre e guarde do homem mandacarú, que não dá sombra nem encosto."
Amém!
Haredita Angel
14.07.17

Em meio a tanta “cão” fusão, o Lixo resolveu odiar justamente o homem da limpeza.

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!

⁠Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.


Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…


Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.


O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.


Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.


É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.


“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.


Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.


Choram porque sentem.


Porque amam.


E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.


Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.


E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…


Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.

⁠O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.


A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.


Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.


E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.


Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.


A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.


E isso fere.


Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.


Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.


A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.


Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.


Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.


E isso não é arrogância — é coerência.


Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.


Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?


Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.


Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.


Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.


A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.


E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.


No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.


Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…


mas somente a Verdade sustenta a essência.

O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.


Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.


E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.


Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.


Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.


E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.


Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.


Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.


Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.


Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.


Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.


E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?


Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.


No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.


Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.


Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.


E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.


Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.


Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.⁠

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


⁠

⁠Ser Homem ou Mulher de verdade é, sobretudo, honrar o que fala, mesmo com o sacrifício da própria vida.


Vivemos tempos em que a palavra perdeu valor.


Promete-se muito, cumpre-se quase nada.


Fala-se de princípios enquanto for conveniente, defende-se a verdade enquanto ela não exigir nenhum sacrifício e proclama-se coragem quando não há risco algum a correr.


Mas o caráter começa justamente onde termina a conveniência.


Honrar a própria palavra não significa ser incapaz de reconhecer um erro, mudar de opinião ou corrigir uma decisão.


Significa algo ainda mais profundo: não vender aquilo que se disse em troca de vantagens, aplausos, medo ou interesses pessoais.


É ter uma consciência diante da qual a própria palavra possui peso.


Homem ou Mulher de verdade não é quem nunca cai, quem nunca erra ou quem se apresenta como perfeito.


É aquele que, tendo dado sua palavra, entende que ela passou a carregar parte da sua dignidade.


E quando chega a hora difícil — quando cumprir custa caro, quando permanecer fiel traz perdas, quando abandonar seria mais fácil — é justamente aí que se revela quem somos.


Porque falar é muito fácil quando não há consequências.


Difícil é permanecer de pé quando cumprir aquilo que se prometeu exige renúncia.


Difícil é dizer “eu sustento o que disse” quando todos ao redor aconselham o contrário.


Difícil é conservar a honra quando seria muito mais vantajoso perdê-la.


A vida pode até nos obrigar a rever caminhos, mas não deveria nos ensinar a transformar a palavra em mercadoria.


No fim, não seremos lembrados apenas pelo que conquistamos, pelo que acumulamos ou pelo poder que tivemos.


Seremos lembrados, sobretudo, pela coerência entre aquilo que dizíamos ser e aquilo que fomos capazes de fazer quando ninguém estava nos obrigando a nada.


A palavra verdadeira é uma espécie de compromisso silencioso com a própria consciência.


E talvez seja por isso que, em um mundo em que tantos mudam de discurso conforme o vento sopra, uma pessoa que permanece fiel àquilo em que acredita se torna muito rara.


Porque honra não é dizer palavras bonitas sobre princípios.


Honra é estar disposto a pagar o preço deles.


E quando alguém chega ao ponto de preferir o sacrifício à traição da própria palavra, talvez tenha compreendido uma das maiores verdades da existência:


há coisas que podem custar a vida, mas perdê-las pode custar a própria razão de viver.

⁠Às vezes, o Barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem Autoridade até sobre a Tempestade.


Quando eu era mais Medo que Fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais Fé do que Medo, já posso Vê-lo — vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!


Ele sempre está agindo!


Porque há Tempestades que não chegam para anunciar a nossa ruína, mas para revelar, de maneira mais profunda — Quem verdadeiramente governa o Barco.


Há momentos em que o Senhor não acalma imediatamente o vento, não porque tenha perdido o controle, mas porque também deseja transformar o nosso olhar.


A Tempestade, que antes ocupava todo o horizonte, começa a perder a sua grandeza quando os nossos olhos aprendem a reconhecer Aquele que vem ao nosso encontro.


A Fé não é a ausência de ondas, tampouco a garantia de que nunca sentiremos Medo.


Fé é aprender que a dimensão das ondas, da turbulência, não determina o tamanho do nosso Deus.


É compreender que, mesmo quando não conseguimos discernir os Seus movimentos, a aparente ausência de intervenção não significa ausência de ação.


Pedro, ao caminhar sobre as águas, descobriu que era possível dar passos extraordinários enquanto os olhos permaneciam em Cristo; mas também descobriu como o Medo pode ganhar voz quando a força do vento passa a ocupar o centro das atenções.


Talvez amadurecer espiritualmente seja justamente isso: não fingir que o vento não existe, mas recusar-se a tratá-lo como se fosse soberano.


E há algo ainda mais precioso: antes de Pedro clamar, Jesus já estava ali.


Antes da mão do Mestre segurá-lo, a presença do Mestre já rompia a distância.


Antes do mar se aquietar, Cristo já era Senhor sobre ele.


Por isso, aos meus — consanguíneos e em Cristo — digo: tende bom ânimo!


Não façam da Tempestade a interpretação definitiva da própria história.


Não confundam demora com abandono, silêncio com indiferença, nem águas agitadas com a falência das promessas de Deus.


Nem sempre saberemos por que o barco balança tanto; nem sempre compreenderemos os caminhos pelos quais o Senhor nos conduz.


Mas podemos descansar nesta certeza: o vento não tem a última palavra, o mar não estabelece os limites de Cristo, e a Tempestade jamais ocupará o Trono que pertence ao Senhor.


Que, nos dias de calmaria, sejamos gratos.


Nos dias de Vento Forte, sejamos perseverantes.


E, quando as ondas tentarem roubar-nos a visão, a atenção, que a nossa alma se lembre de olhar novamente para Jesus.


Porque a nossa segurança definitiva nunca esteve na estabilidade do barco, mas na soberania d’Aquele que tem Autoridade até sobre o mar.


O Barco pode balançar.


O Vento pode soprar.


As Águas podem se levantar.


Mas Cristo continua sendo o Senhor.


E, se Ele vem ao nosso encontro caminhando por sobre aquilo que nos ameaça, então até a Tempestade pode se tornar cenário de uma grande revelação: aquilo que para nós parece impossível continua debaixo dos Seus pés.


Tende bom ânimo.


Ele está presente.


Ele reina.


Ele sempre está agindo!


Amém?

Nada é mais nojento que um homem casado em estado de caça por uma ilusão diversa. É patético a deslealdade. O fruto dos insensatos.

Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.

Bíblia Sagrada
Gálatas 6:7.

"Servir" o homem, sem propósitos, qual benefício?

Homem e Mulher...Construir projetos e propósitos juntos. Nada pode ser banal, sem sentido e passageiro.
A imaturidade e caráter tem influência direta no nosso hoje e no amanhã. Para os crentes Deus dá àquele o resultado de seus comportamentos/atitudes; consequências de suas escolhas/ações.

O homem egoíco amará ardentemente a mulher que o rejeitar. Como este é caçador, queimará de amor a medida que ela pouco caso fizer dele,

Casais parceiros são saudáveis (brincalhões, carinhosos) homem/mulher frios e duros não geram alegria, abundância na vida.

A mulher que buscar a dureza no homem como valor será reduzida a nada. Frieza não traz felicidade, parceria e cuidado.